<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098</id><updated>2011-04-21T19:47:16.149+01:00</updated><title type='text'>[Re]</title><subtitle type='html'>"O riso é a distância mais curta entre duas pessoas."

(Víctor Hugo)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>123</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-116194677703509434</id><published>2006-10-27T11:56:00.000+01:00</published><updated>2006-10-27T12:02:11.100+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Aforismo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda não é inverno, só outono, eu continuo sem sono nesta cama em que me deito, ás voltas com as palavras que por vezes são importantes, outras complacentes, capazes de fecundar sementes, mas enquanto isso, lá fora, a chuva bate forte na janela, e eu cá dentro refresco as ilusões e recordações da minha existência, e inevitavelmente lembro-me que continuo a ser ignorado, não me importo, passo a diante, e apercebo-me que estou sempre do lado de lá do meu pensamento, vejo apenas que passei inatingível pelas esquinas, e como tal limito-me a misturar as palavras para que percebam completamente o que eu de uma forma incompleta tento exprimir e não tenho outra forma de exprimir o prazer que me dá a minha ferocidade de viver, nem há no mundo o que valha esta alegria pela vida.&lt;br /&gt;É um pensamento, que faz andar mais depressa dentro da minha inteligência, a fúria de todos os meus sentidos, onde incluo a inibição, as sensações e a imaginação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-116194677703509434?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/116194677703509434/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=116194677703509434' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116194677703509434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116194677703509434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-ler_27.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-116176455721716061</id><published>2006-10-25T09:18:00.000+01:00</published><updated>2006-10-25T09:22:37.246+01:00</updated><title type='text'>re (Divulgar)</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photobucket.com/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket - Video and Image Hosting" src="http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/lobster-fast_seafood.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lobster - Fast Seafood (2005)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A polícia faz um cordão de segurança à volta da zona onde jaz uma televisão escacada. Rapidamente os transeuntes se aproximam na ânsia de perceber o que se passa. O burburinho instala-se, sendo que a polícia tenta rapidamente dispersar a já considerável multidão.&lt;br /&gt;– Não há nada p'ra ver, responde autoritariamente o polícia responsável.&lt;br /&gt;– Se não há nada pra ver, por que tanta segurança? – pergunta um sujeito mais ousado.&lt;br /&gt;As equipas de reportagem dos canais informativos chegam ao local esconso na ânsia de terem mais uma espectacular sessão informativa. Desenrolam-se cabos, instalam-se os materiais de cobertura exterior, desenvolvem-se diligências… A notícia vai se destapando… Primeiramente as sensacionalistas: «Segundo as autoridades, um grupo de revolucionários tentou provocar distúrbios junto do pacato bairro»; «Um grupo de fanáticos religiosos levou a cabo uma acção terrorista que visa destabilizar a população, segundo os últimos avanços»; «Foi uma brincadeira de crianças», adianta um jornalista descrente em que saia daquele cenário algo diferente… a cada camada da cebola é sempre igual à outra. Nada de novo…&lt;br /&gt;De repente, a agitação torna a emergir… há um sónico marulhar de expressões atónitas. Descobre-se uma criança assustada no meio daquela confusão… Será que ela viu tudo, será que ela é o elemento-chave para deslindar o caso? Aos atropelos tenta-se sacar a vital informação, mas a criança encolhe-se mais na sua perplexidade. O tempo discorre e longa se torna a espera. Há os que desesperam com a espera e os que a espera da esperança…&lt;br /&gt;– Atenção!!! – grita alguém – O puto falou…&lt;br /&gt;– O que disse, o que disse, desembucha!, replicam em uníssono diversos corpos.&lt;br /&gt;– Está tudo explicado, meus amigos… – investe rapidamente o anunciante. – Foram dois Power Rangers que desertaram da televisão, aí está a explicação para o fenómeno.&lt;br /&gt;Nos dias seguintes várias medidas de precaução foram tomadas para evitar a fuga de mais super-heróis. Houve reuniões de emergência, incremento de segurança, escutas telefónicas… não se poderia permitir mais que se roubasse as ilusões que alimentam as crianças e com que inevitavelmente crescem. As buscas pelos dois Power Rangers desaparecidos foram intensas, quase todos os cantos, mesmo os mais recônditos, foram passados a pente fino, no entanto o resultado foi nulo. Aparentemente souberam camuflar-se camaleonicamente. Fontes fidedignas, dizem que se transformaram num grupo de músicos-jovens-agitadores que se auto intitulam de Lobster – um na bateria e o outro na guitarra. Dizem que musicalmente são algo parecidos aos Lightning Bolt, comparação óbvia por serem dois, ou aos Comets on Fire. Apesar de só tocarem instrumentais, digo eu que a comparação é capaz de ser redutora, há mais qualquer coisa ali… qualquer coisa a roçar uns Black Sabbath dos tempos de Vol. 4 (1972), uns Kyuss versão Blues For The Red Sun (1992), ou uns Gumball em qualquer período da sua carreira. Dizem também que são excêntricos. Excentricidade demonstrada em diversos palcos, mas que não se assemelha a um hiper-exagero. É antes algo genuíno, humilde, libertário em que não se deslumbra qualquer tipo de ensaio ou pré-encenação. Muita gente parece confirmar isso. Afirmam que os dois músicos, com as suas 'rajadas' instrumentais, electrizam todos os que lhes circundam sem excepção. E eles não se enrijecem com a sua actuação, partilham-na convidando os presentes a misturarem-se consigo em momento simbiótico. O que faz todo o sentido quando se foge à autoridade.&lt;br /&gt;Parece que é assim que têm sobrevivido e escapado ao encarceramento televisivo.&lt;br /&gt;Fast Seafood, com seis belas histórias, onde Farewell Chewbacca e Colours são das mais marcantes, é o registo desse percurso fugitivo de alguém que se cansou de 'combater o crime', mas que continua a «lutar por uma cena menos elitista, menos viciada, sem tantos chefes. Espalhar diversão por aí, fazer com que as pessoas se mexam. Há muito vilões por aí a precisarem de uma lição». Só esperemos que nunca sejam apanhados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-116176455721716061?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/116176455721716061/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=116176455721716061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116176455721716061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116176455721716061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-divulgar_25.html' title='re (Divulgar)'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/th_lobster-fast_seafood.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-116135111137927299</id><published>2006-10-20T14:24:00.000+01:00</published><updated>2006-10-27T12:00:36.200+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Coabito na ambiguidade da essência&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É noite, e no meio de todos os silêncios persegue-me a voz do impossível que me faz sentir perdido do farol, e deixa-me à mercê desta tempestade que é o pensamento e entre a bruma da minha alma e o impudor da natureza, transforma-se-me as dúvidas em certeza.&lt;br /&gt;São ideias sem nexo, no infinito e silencioso caminho para propósitos incompletos, é um destino constantemente abandonado, pela impaciência do Ser Humano, que não sabe ser útil e vive na incerteza do êxtase, mas antecipo-me, e numa sociedade de sensações desencontradas, jogo de uma forma quase normal e instintiva os bocados desta vida contra um ponto de apoio para a inteligência, pois é com a ausência da luz natural, que a lua nos bafeja, de uma forma suave nas esquinas de todas as ruas, e deixa-nos acessível à imaginação o aroma das paisagens, o carinho das flores, a brisa de um sonho … é um privilégio vindo da natureza.&lt;br /&gt;E é nesse privilégio que ressuscito após uma teia de hora alucinadas e cada vez mais estranhas, onde o peso latente na chuva e no vento deste sofrimento, que mesmo a dormir mantém-me acordado, nesta madrugada, onde olho o perfil das artérias do universo.&lt;br /&gt;Interrogo-me, será espanto ou espasmo?&lt;br /&gt;Escuto, será ternura ou luta?&lt;br /&gt;Seja o que for, é de letras, sílabas, palavras, frases que a escrita nasce, escrita essa que há-de ser um grito, e nunca um murmúrio, que será o transporte do Ser Humano para o infinito.&lt;br /&gt;Eu, já não sei qual é o caminho, nem se a vida tem que ser sempre a mesma cruz e os dias sempre os mesmos espinhos, mas neste trilho infindável, acendo os meus olhos à aventura, sacio o meu desejo de ser mais, voo na loucura do meu grito que é ainda maior que o infinito, liberto-me das agonias e assombros próprios das noites escuras, caminho firme e com vigor sem desprezar nem maldizer a dor, dor inútil e vencida pela onda da revolta, que me leva à procura de um sonho, de uma ilusão ou quem sabe, mesmo de um encanto, nesse fantástico reino em que eternamente passo as noites à espera de uma aurora.&lt;br /&gt;Tenho a certeza de que nada servem se for para morrer nesta ansiedade, de querer acabar com o espaço e o limite, que separa a alma do coração, que separa as bocas de se encontrarem, e abrirem o supremo caminho da alegria para viver, e como é uma onda suprema o que me invade, que me faz sentir o pulsar nas veias desse beijo de fogo que a volúpia encerra, resta-me despir a tristeza inútil que me invade, e ascender para alem do que vejo, ir ao mais fundo abismos dos rochedos, onde se encontra escondida a chama dos segredos, mas perco-me nas brumas do desejo, que ateio com a vertigem da ansiedade, que vai para alem da vida e da saudade, mas como são loucos os sonhos, nas suas olímpicas montanhas, ultrapassando as leis universais, devemos abrir-lhes os braços e não deixa-los a soluçar em vão, porque não quero ter pena de não viver todos os sonhos e ilusões, por isso, a minha vida há-de ser alucinada e forte, resumo-a a um beijo…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-116135111137927299?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/116135111137927299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=116135111137927299' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116135111137927299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116135111137927299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-ler_20.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-116101821413015144</id><published>2006-10-16T17:59:00.000+01:00</published><updated>2006-10-16T18:03:34.193+01:00</updated><title type='text'>(re) Divulgar</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photobucket.com/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket - Video and Image Hosting" src="http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/boris-pink.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boris - Pink (2005)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Southern Lord, a editora de Stephen O´Malley dos Sun o))), deve ser, neste momento, uma das editoras com mais carisma no mundo underground das sonoridades mais pesadas e extremas. Por lá andam os Earth de Dylan Carson, veteranos da cena drone, os Probot do ex-Nirvana Dave Grohl, os Mondo Generator do ex-Kyuss e Queens of The Stone Age, Nick Olivery, e outros menos conhecidos tais como os Church of Misery ou os Thrones de Joe Preston, antigo baixista dos Melvins.Entrincheirado na Southern Lord está também um trio de japoneses alucinados, que foi buscar o seu nome, precisamente, a uma música dos Melvins. São os Boris. Os Boris são quase uns desconhecidos no universo rock, apesar de lançarem discos desde 1996. Tal facto será compreensível, dada a inflexão que fazem a cada registo que lançam. Cada álbum dos Boris é sempre algo único e, sempre, surreal e inesperado, forjando caminhos novos a cada experiência.&lt;br /&gt;Pink, o novo registo da banda, não foge a essa tradição experimentalista – a diferença é que a banda deixou de lado o improviso completo passando apostar no elemento canção, embora nunca deixando para trás essa veia jamming, tão pitoresca nos nipónicos. A julgar pelas reacções da crítica musical, a mistela resultou em cheio. No nosso cantinho também a Mondo Bizarre se lembrou de incluir os Boris no seu rol de críticas, rematando «…tudo no ponto, naquele que é um dos melhores registos rock pesado de tempos recentes.» Não poderia estar mais de acordo. Se juntarmos a boa recepção de alguma imprensa musical aos concertos esgotados mais recentes da banda na Europa e Estados Unidos, então a banda acertou no jackpot.&lt;br /&gt;Muito bem. E então quais são as compotas que barram Pink? Perguntarão os mais interessados em 'deitar o ouvido ao álbum' (nova expressão popular acabada de inventar, acidentalmente). Pink pode ser qualquer coisa tipo psicadelismo fuzz, drone punk-rock, heavy(ultra)stoner… ou simplesmente acid rock. Pink funde ritmos rock, com energia fuzz e psicadelismo à anos 60, borrifando isso com infusão de melodia semi-cantarolável. Inevitavelmente, aqui, vão encontrar os Melvins, influência seminal dos Boris – quem ouvir a faixa número cinco, Blackout, facilmente se aperceberá disso. Para além destes, será fácil estabelecer comparações com os Earth, Kyuss, Mudhoney, Jimi Hendrix ou Stooges. Os riffs de sabor velho (neste caso isso não tem nada de mal, como o Vinho do Porto: quanto mais velho, melhor sabe), as linhas de baixo pulsantes e bateria espasmaticamente selvagem, dão azo para esgodar os Boris com as bandas referidas anteriormente. A primeira música, Farewell, é, no entanto, um falso começo para entrar em Pink, pois parece qualquer coisa composta pelos aborrecidíssimos Sigur Rós. A verdadeira entrada é a segunda canção, Pink, e que pode muito bem ser a melhor de todo o registo, a par de Six, Three Times, a faixa mais punk de todo álbum, completamente embebida numa trip de ácido Ramones/Stooges. Depois há a viciante Nothing Special ou Afterburner, um tributo stoner rock.&lt;br /&gt;Stephen O'Malley confirmou a sua perspicácia indo buscar os Boris para a Southern Lord. Eles fazem pular qualquer indivíduo sedento de rock agressivo. Aqui não é necessário qualquer tipo de drogas para se ondular freneticamente: a música é a droga. Não se deixem enganar pelo ar aparentemente fofo do grafismo que embrulha Pink, ele é tudo menos isso. Pode ser doce, mas não tão adocicado que possa provocar azia ou náuseas, pelo contrário, é um doce de adrenalina rock a devorar.&lt;br /&gt;Nota: Pink tem data de edição de 2005, mas apenas teve edição europeia em Março deste ano, 2006. Aliás, existem várias edições: Europeia, North América e Pacif Rim (2 x LP).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-116101821413015144?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/116101821413015144/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=116101821413015144' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116101821413015144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116101821413015144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-divulgar_16.html' title='(re) Divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/th_boris-pink.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-116075575320665408</id><published>2006-10-13T17:01:00.000+01:00</published><updated>2006-10-13T17:09:13.243+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Aqui&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, dentro de mim, quase grita a vida que vivo, sinto o meu corpo mais consciente, mas a minha mente continua intermitente, entre a realidade da minha consciência e a realidade da gente em movimento. Sobrevivo ao momento, suavemente estagno na imensidão da eternidade, e continuo desatento ao eterno presente, ás vidas que ignoro e que me ignoram, à igualdade dos povos e suas culturas, ao mendigo a descansar, aos vultos que trabalham todos os dias, de sol a sol, e mal tem espaço para desejar viver outras paisagens. A alma esquece o momento que embriaga, fecha os olhos à consciência do sentir, desejo e tédio, no corpo inerte que não sabe o que é viver. Mas isto de sensações só vale a pena se for verdade o que se sente, porque é tanta a mania de sentir, que mesmo as sensações que se não recebe, já pertencem ao modo de existir, mas há tanta coisa mais interessante que o melhor é mesmo concluir, e ficar com a vã memória. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-116075575320665408?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/116075575320665408/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=116075575320665408' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116075575320665408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116075575320665408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-ler_13.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-116059624177916647</id><published>2006-10-11T20:39:00.000+01:00</published><updated>2006-10-11T20:54:53.416+01:00</updated><title type='text'>(re) Leitura</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/images.0.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 190px; CURSOR: hand; HEIGHT: 99px" height="83" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/images.0.jpg" width="234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;João Cabral de Melo Neto 1920-1999&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nasce no Recife (Brasil). Prémio Camões em 1990.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das maiores figuras do panorama literário brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tecendo a Manhã&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. Um galo sozinho não tece uma manhã: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ele precisará sempre de outros galos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De um que apanhe esse grito que ele&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e o lance a outro; de um outro galo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;que apanhe o grito de um galo antes&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e o lance a outro; e de outros galos &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;que com muitos outros galos se cruzem &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;os fios de sol de seus gritos de galo,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;para que a manhã, desde uma teia tênue, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;se vá tecendo, entre todos os galos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2. E se encorpando em tela, entre todos, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;se erguendo tenda, onde entrem todos, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;se entretendendo para todos, no toldo &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(a manhã) que plana livre de armação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A manhã, toldo de um tecido tão aéreo &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;que, tecido, se eleva por si: luz balão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;João Cabral de Melo Neto&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-116059624177916647?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/116059624177916647/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=116059624177916647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116059624177916647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116059624177916647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-leitura.html' title='(re) Leitura'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-116042390866711565</id><published>2006-10-09T20:52:00.000+01:00</published><updated>2006-10-09T21:00:58.603+01:00</updated><title type='text'>(re) Divulgar</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photobucket.com/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket - Video and Image Hosting" src="http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/christillusion.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Slayer - Christ Illusion (2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falar em Slayer significa, automaticamente, chamar a atenção de qualquer fã de Metal. Pois eles estão de volta. E os fãs de Metal, por esta altura, já devem estar a praticar exercícios de headbanging em dose considerável escutando Christ Illusion. Durante o Verão muito se especulou sobre a data de saída do novo lançamento, e obviamente a data de 6/6/06 foi imediatamente sugerida pelos mais esganados sensacionalistas, fazendo alusão ao mito Maia sobre o apocalipse do mundo. Claro que tal não aconteceu, (os tais esganados defenderam-se logo: que o atraso se deveu a problemas durante as gravações), acabando o disco por ser lançado nos Estados Unidos a 8 de Agosto. Nessa história também se inclui uma mudança no nome do álbum, que estaria para ser The Final Six, e por causa do tal atraso mudou para Christ Illusion.&lt;br /&gt;Factor de interesse óbvio é (e que factor!!!) o regresso do baterista Dave Lombardo à banda, que nesse período fez companhia aos Fantômas de Mike Patton e Buzz Osbourne (dos Melvins), entre outras colaborações. Depois de Seasons in The Abyss (1990), Dave Lombardo e os Slayerentraram em rota de colisão, tendo com isso seguido a banda uma trajectória descendente, coincidentemente. Diabolous in Musica (1998) e God Hates Us All (2001), claramente, não atingiram o carisma alcançado por anteriores lançamentos, instalando-se alguma descrença entre muitos dos fiéis seguidores da banda. Assim, 16 anos depois, temos a formação original dos Slayer e daí que se tenham criado grandes expectativas com Christ Illusion.&lt;br /&gt;Os thrashers da costa oeste sempre me lembram um pouco os AC/DC pelas poucas inflexões estilísticas que praticam na sua sonoridade típica. Durante a vida dos Slayer a fórmula de composição e trabalho parece nunca ter mudado e Christ Illusion é um álbum que em tudo tem estampado a imagem de marca da banda e à qual os seguidores estão habituados. O grafismo permanece extremo e sugestivamente violento (nos Estados Unidos a capa original foi censurada); as letras anti-religiosas estão estrondosas como nunca; Tom Araya continua a gritar que nem um animal louco; os solos ultra-rápidos de Kerry King metodicamente contrastam com os mais melódicos de Hanneman; em suma – 'o peso' está lá todo, Ritual De Lo Habitual.&lt;br /&gt;Christ Illusion não é um exercício de criatividade acentuada, sendo que comparado com clássicos como Reign in Blood, de 1986, logo se denota que está a anos-luz e de maneira nenhuma está em posição de reinventar a banda e a sua sonoridade. No entanto, o novo registo consegue ser um exercício muito mais poderoso, destrutivo e agressivo que os dois anteriores lançamentos e poderá muito bem ser o melhor álbum dos Slayer desde Seasons in The Abyss (1990). Para isso em muito terá contribuindo o regresso do baterista Dave Lombardo, que trouxe um novo fôlego às composições através do seu estilo orgânico – algo que faltava ao anterior baterista Paul Bostaphs, sendo este nitidamente mais rígido e mecânico.&lt;br /&gt;As grandes etiquetas mais ligadas às sonoridades pesadas como a American Records, Roadrunner Records ou a Warner Brothers parecem explorar o universo underground de tal forma que ainda fazem acreditar os seus consumidores que o Metal continua num estado de pureza e liberdade que o desacorrenta de qualquer tipo de obrigação. A verdade é que estas etiquetas ditam em grande parte dos casos a maneira como as bandas se devem vestir, comportar e o que dizerem em entrevistas para que o negócio corra a 100%. Os Slayer parecem também ter apanhado este comboio, o que me entristece, sendo eu um ouvinte de longa data da banda. A colaboração de Kerry King com os raquéticos Sum 41 e outras atitudes mais estranhas da banda são provas mais que suficientes. – Para uma crítica isenta pareceu-me honesto dizer isto – Olhando para as letras disso mais fico convencido, onde Cult é um bom exemplo: «Religion is hate, Religion is fear, Religion is war. Religion is rape, Religion's obscene, Religion's a whore. There is no fucking Jesus Christ, There never was a sacrifice, No man upon the crucifix, Beware the call for purity, Infections their facility, I've made my choice, 666!»; quando já quase toda a gente percebeu que a religião é um instrumento político e não o contrário, a escrita parece assim feita para o espectáculo.&lt;br /&gt;Tirando este último aspecto tudo parecia ser quase perfeito, mas também isso não seria nada de estranhar, basta olhar para o exemplo semelhante (e mais degradante) dos Metallica ou de Ozzy Osbourne. De qualquer modo, a música continua intensa e vibrante. Os Slayer já não são o que eram – sim, e há que aproveitá-los enquanto andam por aí.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-116042390866711565?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/116042390866711565/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=116042390866711565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116042390866711565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116042390866711565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-divulgar_09.html' title='(re) Divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/th_christillusion.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-116014138596884963</id><published>2006-10-06T14:27:00.000+01:00</published><updated>2006-10-06T14:29:45.996+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É tudo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É tudo uma poeira incerta, que desfila diante de mim, num panorama de guerra, confuso e lúcido, em que um desfile de exércitos guerreiros, surgem, aparecem e aglomeram-se na minha consciência, como uma marcha triunfal.&lt;br /&gt;É uma nuvem de gente anónima, que vem com as suas sombras, formando formas diversas para a morte, o ruído, as violações, o sangue, o brilho das granadas violentas que pavorosamente desabrocham na súbita e enorme escalada contra toda uma civilização.&lt;br /&gt;É a fúria eterna e irremediável dos combates que só vão cessar quando os senhores da guerra deixarem de controlar os destinos da terra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-116014138596884963?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/116014138596884963/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=116014138596884963' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116014138596884963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/116014138596884963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-ler.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115998966493141945</id><published>2006-10-04T20:11:00.000+01:00</published><updated>2006-10-04T20:23:26.200+01:00</updated><title type='text'>(re) Ver</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/capaSinaisFogo.0.png"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 221px" height="254" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/capaSinaisFogo.0.png" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1995 - &lt;em&gt;Sinais de Fogo &lt;/em&gt;de Luís Filipe Rocha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir do romance autobiográfico &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sinais de Fogo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de Jorge de Sena, Luís Filipe Rocha transporta para o cinema as experiências do escritor, num período em que a ditadura de Salazar já se encontra sólida e se inicia a Guerra Civil Espanhola. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115998966493141945?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115998966493141945/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115998966493141945' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115998966493141945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115998966493141945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-ver.html' title='(re) Ver'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115989660999568778</id><published>2006-10-03T18:28:00.000+01:00</published><updated>2006-10-03T18:34:05.960+01:00</updated><title type='text'>(re) Divulgar</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photobucket.com/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket - Video and Image Hosting" src="http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/inkisiE7E3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inkisição - 1988-1995 (2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aveiro nos finais dos anos 80 e princípios dos anos 90 era das cidades em Portugal mais embriagadas de punk muito alinhado à onda anarcopunk. Responsáveis por isso foram bandas como os Mente Podres, Cagalhões, Arrghh! e, principalmente, os lendários Inkisição. Formados pela mão do seu baterista de sempre, Rui Maia, em 1988, os Inkisição foram, juntamente com os Renegados de Boliqueime, seminais propagadores do punk cantado em português. As letras directas (mas não óbvias) de atitude revolucionária, instrumentos em alvoroço prontos a destroçar qualquer autoritarismo e vozes espumadas de raiva com causa eram as imagens de marca da banda.&lt;br /&gt;Apesar de terem mudado de membros no seu percurso de vida, tal nunca retirou aos Inkisição capacidade de mobilização para agarrar com unhas e dentes a vontade instintiva de provocar os mais incautos burgueses. E os seus feitos, de um ponto de vista underground, foram extraordinários. Tocaram um pouco por toda a Europa (Holanda, Bélgica, Alemanha, França, Itália, Espanha e República Checa) e com nomes sonantes como os escoceses Oi Polloi, os Força Macabra, Citizen Fish… e por mais estranho que pareça, com os Offspring, que naquela altura eram bem diferentes do que são hoje. Para a história ficam também o split com os X-Acto que se tornou uma daquelas preciosidades imprescindíveis para qualquer amante de punk português e a demo Alternativa (1992), que vendeu mais de 3000 cópias em todo o mundo.&lt;br /&gt;Infelizmente, o destino provocou uma partida aos Inkisição que em 1995 perderam, num acidente de automóvel, dois dos seus membros: Sérgio (baixista) e Píncaro (guitarrista) – logo quando se preparavam para entrar em estúdio e gravar novo material, que julgavam ser o melhor jamais composto pela banda. Acontecimento que acabou por ditar o encerramento de actividades da banda.&lt;br /&gt;1988-1995 é o resumo dessa história dos Inkisição, acabadinho de lançar pela mão da Rastilho. São 30 canções disparadas de rajada, onde se podem encontrar clássicos como Porcos Fascistas e Burocracia, a versão dos Dead Kennedys Let's Lynch The Landlord, a versão dos Cagalhões Aseptal e outras preciosidades como os instrumentais Ataque Pirata e Foge Que Te Fôdo, mais versões ao vivo de canções que integram o split de 1993 com os X-Acto. O único reparo que faço é a não inclusão da espectacular Destruir Por Lucro. Para além das canções há, também, a inclusão de um booklet (um dos aspectos mais importantes nesta compilação) que inclui todas as letras e uma biografia da banda escrita por Rui Maia.&lt;br /&gt;Para fãs de longa data ou para curiosos tentados na descoberta das raízes do punk português, 1998-1995 é um elemento essencial a vasculhar com especial atenção…&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;and Up The PUNX!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115989660999568778?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115989660999568778/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115989660999568778' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115989660999568778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115989660999568778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/10/re-divulgar.html' title='(re) Divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/th_inkisiE7E3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115953559229661873</id><published>2006-09-29T14:11:00.000+01:00</published><updated>2006-09-29T14:13:12.316+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Singularmente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Singularmente arrasto a falsa e dúbia ideia, que me suga a alma, que tanto escondo no fundo dos sentidos. Descubro coisas que ninguém mais sabe, quando da tua boca bebo o filtro de veneno, que faz do meu constrangimento um egotismo infantil, que inebria mas que em delícias converto, porque ondula a aragem que o amor provoca com a transfusão que existe no beijar. São coisas diversas do saber comum que nos mistérios das bocas fascinadas nos leva ao desespero (ou é o exagero em tudo que se diz?) de descobrir coisas que ninguém mais sabe mas que aprendemos juntos no regresso ao paraíso porque depois do beijo fica apenas um sorriso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115953559229661873?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115953559229661873/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115953559229661873' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115953559229661873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115953559229661873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/09/re-ler_29.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115938784649153731</id><published>2006-09-27T20:40:00.000+01:00</published><updated>2006-09-27T21:48:17.006+01:00</updated><title type='text'>(re) Lembrar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/ramalho_ortigao.0.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 188px; CURSOR: hand; HEIGHT: 127px" height="114" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/ramalho_ortigao.0.jpg" width="77" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ramalho Ortigão 1836 - 1915 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nasceu no Porto a 24 de Outubro de 1836&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da sua bibliografia há a realçar a obra &lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Mistério da Estrada de Sintra (1871)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;e a publicação intitulada &lt;em&gt;&lt;strong&gt;As Farpas&lt;/strong&gt;, &lt;/em&gt;que escreveu em colaboração com Eça de Queirós. Durante o período em que colabora com Eça, e se relaciona com  o grupo Geração 70, mostrou ser um observador crítico da sociedade do seu tempo. Faceta que viria a dissipar-se com o passar dos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faleceu em Lisboa, a 27 de Setembro de 1915. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115938784649153731?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115938784649153731/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115938784649153731' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115938784649153731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115938784649153731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/09/re-lembrar_27.html' title='(re) Lembrar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115921228115440401</id><published>2006-09-25T19:32:00.000+01:00</published><updated>2006-10-03T18:27:42.396+01:00</updated><title type='text'>(re) Divulgar</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photobucket.com/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket - Video and Image Hosting" src="http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/gossipst.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;The Gossip - Standing in the Way of Control(2006)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;De repente parece que tudo que fuja um bocado do pop é indie ou então é punk. Isso acontece com bandas como os &lt;a href="http://www.rascunho.net/critica.asp?id=741" target="_blank"&gt;Clap Your Hands Say Yeah&lt;/a&gt; ou os &lt;a href="http://www.rascunho.net/critica.asp?id=388" target="_blank"&gt;Bloc Party&lt;/a&gt; – e por aí fora. A verdade é que estas e outras bandas dizem-se indie ou punk com claro medo que as colem ao rótulo a que realmente pertencem, que é ao pop. Mas haverá algum mal em ser pop? Assumam-se!, em vez de andar a fazer de papel de travestis – que até é capaz de envergonhar os próprios travestis. A única coisa que fazem de mal é desvirtuarem o conceito de indie e de punk. Pela lógica, então, o que foram os Meat Puppets, os Sonic Youth, ou os Dinosaur Jr? Heavy-indie! Thrash-indie!&lt;br /&gt;A mesma história se aplica às The Gossip e ao seu mais recente registo, Standing in the Way of Control. Afirmaram-se punk e agora vai que todos acreditam que são de facto. Lá por terem a Kim Gordon como criadora do grafismo para o álbum, terem o Fugazi Guy Picciotto na cadeira de produtor, e de pertencerem à editora Kill Rock Stars (que teve nas suas fileiras o mito Bikini Kill e as Sleater-Kinney), isso não quer dizer absolutamente nada. É verdade que em That's Not What I Heard (2000), álbum de estreia, andaram perto do riot grrrl, mas no presente já nem isso resta. O desvio que empreenderam nas suas letras também não vem em seu auxílio, e ao contrário de umas Sleater-Kinney, por exemplo, abandonaram a componente intervencionista preferindo dedicarem-se a questões sentimentais, como se pode confirmar em títulos como Jealous Girls ou Coal To Diamonds. Ao contrário do que possa parecer não estou a atacar as The Gossip, apenas estou a criticar o facto de se intitularem de punks.&lt;br /&gt;Standing in the Way of Control, obviamente, anda longe do punk, mas não anda longe de uma tendência recente de remisturar garage com soul e R&amp;amp;B, como são os casos de bandas como os White Stripes, Dirtbombs ou Mooney Suzuki. É por esta linha que passam as dez canções que compõem o registo. As canções mais fortes são logo as duas primeiras Fire With Fire e Standing in the Way of Control, temas orelhudos com suficiente propulsão para a dança de alguns corpos em ritmo post-punk. Nestas duas canções também presenciamos os melhores esforços vocais de Beth Ditto, que entra depois em quebra nos restantes temas – excepção feita a Coal To Diamonds e Jealous Girls, não pela falta de agressividade com que ataca mas pela repetição de melodias que se vão tornando gastas e aborrecidas.&lt;br /&gt;Em termos instrumentais, não há muito a dizer. Anda tudo numa ambiência garage, sem grandes requintes técnicos, primando-se essencialmente a simplicidade, ponto em que o produtor Guy Picciotto teve o mérito de manter ao evitar fazer excessivos dubs que lhe retirariam a singelidade quase negra.&lt;br /&gt;The Gossippoderiam muito bem ter sido uma banda mood inglesa dos anos 60, ou uma banda de suporte de Aretha Franklin ou de qualquer cantora que tivesse feito parte da editora Motown de Detroit. Mas não são. Fazem parte desta década e Standing in the Way of Control surge como uma reactualização de tempos passados em espírito brando. Não é um álbum completamente falhado, mas também não é um álbum completamente conseguido. Talvez ainda se ouçam algumas músicas ao lado de Crazy dos Gnarls Barkley.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gossipyouth.com/" target="_blank"&gt;Sítio Oficial&lt;/a&gt; &lt;a href="http://myspace.com/Gossipband" target="_blank"&gt;MySpace&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115921228115440401?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115921228115440401/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115921228115440401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115921228115440401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115921228115440401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/09/re-divulgar_25.html' title='(re) Divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/th_gossipst.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115878155472387032</id><published>2006-09-20T20:39:00.000+01:00</published><updated>2006-09-20T20:45:54.746+01:00</updated><title type='text'>(re) Lembrar</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Retrato próprio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magro, de olhos azuis, carão moreno,&lt;br /&gt;Bem servido de pés, meão na altura,&lt;br /&gt;Triste da facha, o mesmo de figura,&lt;br /&gt;Nariz alto no meio, e não pequeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incapaz de assistir num só terreno,&lt;br /&gt;Mais propenso ao furor do que à ternura;&lt;br /&gt;Bebendo em níveas mãos por taça escura&lt;br /&gt;De zelos infernais letal veneno:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devoto incensador de mil deidades&lt;br /&gt;(Digo, de moças mil) num só momento,&lt;br /&gt;E somente no altar amando os frades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis Bocage, em quem luz algum talento;&lt;br /&gt;Saíram dele mesmo estas verdades&lt;br /&gt;Num dia em que se achou mais pachorrento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bocage&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115878155472387032?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115878155472387032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115878155472387032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115878155472387032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115878155472387032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/09/re-lembrar.html' title='(re) Lembrar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115858811366837076</id><published>2006-09-18T15:00:00.000+01:00</published><updated>2006-09-18T15:04:05.800+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Já não me importa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não me importa a luz que se apaga, na maravilhosa vida tudo corre como se fosse por leis naturais, todos os elementos combinam-se tão maravilhosamente, nesta hora vespertina, em que o frio do corpo me trespassa a alma, como um soluço abafado, tão espontaneamente ajustado ao mundo real, como se a minha imaginação fosse suprimida pelas coisas, modernas e fúteis, onde um novo género de vida, comercial e mundana, se sobrepõe ao intelectual e sentimental mundo da poesia. É a vida de gente perfeitamente (in)consciente, de sentimentos práticos, (perdem-se os naturais) e comedidos, longe dos desvairamentos que envaidecem a alma dos que amam a poesia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115858811366837076?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115858811366837076/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115858811366837076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115858811366837076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115858811366837076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/09/re-ler.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115817467206043392</id><published>2006-09-13T20:02:00.000+01:00</published><updated>2006-09-13T20:11:12.083+01:00</updated><title type='text'>(re) Apresenta</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/cartaz%20final[1].jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 426px" height="406" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/cartaz%20final%5B1%5D.jpg" width="283" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115817467206043392?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115817467206043392/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115817467206043392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115817467206043392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115817467206043392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/09/re-apresenta_115817467206043392.html' title='(re) Apresenta'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115800974177549636</id><published>2006-09-11T22:14:00.000+01:00</published><updated>2006-09-11T22:22:21.793+01:00</updated><title type='text'>(re) Apresenta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/eve_cin_ladraodecasaca.0.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 239px; CURSOR: hand; HEIGHT: 309px" height="110" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/eve_cin_ladraodecasaca.0.jpg" width="233" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/eve_cin_ladraodecasaca.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Associação Cultural reSinto e a 100ª Página apresentam, dias 15 e 16 de Setembro de 2006, Ladrão de Casaca, um filme de Alfred Hitchcock, no jardim da livaria, pelas 21.30 horas.&lt;br /&gt;A entrada e livre.&lt;br /&gt;(nota: Exibição sujeita a cancelamento mediante condições climatéricas desfavoráveis) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115800974177549636?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115800974177549636/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115800974177549636' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115800974177549636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115800974177549636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/09/re-apresenta.html' title='(re) Apresenta'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115800324792267628</id><published>2006-09-11T19:54:00.000+01:00</published><updated>2006-10-03T18:24:42.073+01:00</updated><title type='text'>(re) Divulgar</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photobucket.com/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket - Video and Image Hosting" src="http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/StopComplainingMusicisDead.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Debut! - Stop Complaining, Music is Dead (2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Durante os anos 80, na América embrulhada no seu terror anti-comuna e ressacada de sucessivas incursões bélicas (Vietnam, Coreia, Cambodja, El Salvador, Haiti), desenvolveu-se um espírito Do It Yourself - DIY muito profundo que se tornou, inevitavelmente, na continuação natural da tradição punk começada na Inglaterra. Chamaram-lhe Indie-Rock. As premissas eram claras: independência, irreverência e atitude. Thurston Moore dos &lt;a href="http://www.rascunho.net/critica.asp?id=866" target="_blank"&gt;Sonic Youth&lt;/a&gt; caracterizou essa onda muito lucidamente como «uma luta contra a manipulação da cultura juvenil por parte da indústria musical». Dessa 'geração', a editora que mais sobressaiu foi a SST fundada por Greg Ginn, guitarrista dos Black Flag, e que albergou nomes como Hüsker Dü, Meat Muppets, Sonic Youth, Minutemen, Bad Brains, Saccharine Trust, Dinosuar Jr, bandas que acabaram por ser das mais preponderantes desse tempo (algumas continuam a ser ainda hoje). Para quem pense que os anos 80 foram estéreis, está aqui um bom exemplo a provar o contrário.&lt;br /&gt;Em Portugal tal agitação nunca se congregou num contexto semelhante, porventura, até hoje. Sim, que no passado houve a Ama Romanta com os &lt;a href="http://www.rascunho.net/artigo.asp?id=712" target="_blank"&gt;Pop Dell´Art&lt;/a&gt; e os &lt;a href="http://www.rascunho.net/critica.asp?id=512" target="_blank"&gt;Mão Morta&lt;/a&gt;, sendo que a sua importância é inegável. Mas nunca uma tão grande quantidade de bandas se tinha reunido numa comunhão quase fraterna, impregnada numa atitude de espírito DIY. Quase de uma assentada temos o manifesto &lt;a href="http://copyriot.azine.org/" target="_blank"&gt;Copyriot&lt;/a&gt; e um número considerável de editoras de cariz indie, sendo que uma das mais importantes é a &lt;a href="http://merzindie.no.sapo.pt/" target="_blank"&gt;Merzbau&lt;/a&gt;, onde estão instaladas bandas como os Lobster e Goodbye Toulouse. E isto parece que só ainda agora está a começar. É na Merzbau precisamente que estão os Debut!, umas das bandas mais excitantes de toda esta 'nova cena nacional. Eles dizem que «as biografias são uma porcaria» e que «a música fale por si própria», por isso digo apenas que são dois tipos (que devem ter nomes, naturalmente) mais um iPod nano e que são do Barreiro, margem sul, algures entres o Seixal e a Moita, passando desde logo ao que interessa, o seu EP de estreia Stop Complaining, Music is Dead.&lt;br /&gt;A primeira coisa que me fizeram lembrar, quando pela primeira os ouvi no Myspace, foram os Hüsker Dü no seu período entre Zen Arcade (1984) e New Day Rising (1985). Talvez tivesse sido a gritaria desenfreada, ou a sonoridade dinâmica da guitarra que me fizeram estabelecer tal comparação. Ou talvez tivesse sido a necessidade de os comparar com alguém – coisa que se revela muitas vezes estúpida. E aqui assumo totalmente a minha estupidez. Se calhar os Debut!nem fazem ideia de quem eles são, ou até podem fazer, mas isso não interessa porque Stop Complaining, Music is Dead não precisa de comparações com ninguém e será ele, certamente, a ser usado em comparação com algo no futuro. E porquê? Porque é viciante, excitante, louco, frenético… porque é simplesmente punk-rock, coisa que poucos conseguem atingir com tal 'naturalidade'. Eles até afirmam que o rock está morto; mas com canções como Violence, It Is ou Dry Image eles arriscam-se seriamente a ressuscitá-lo com vigorosidade.&lt;br /&gt;Um dos principais feitos dos Debut!, a meu ver, é não cair nessa armadilha fácil de juntar umas guitarradas e um gajo que berra muito, ou pelo contrário um gajo com voz melosa. Eles sabem que são as canções o factor mais importante, e que 'tudo o resto é paisagem'. Tanto mandam à fava essa esterilidade horrível do screamo e do emo, como mandam paras as urtigas essa outra moda senil do chamado revivalismo do garage-rock, corporizado por bandas tipo Kaiser Chiefs, Franz Ferdinand, Strokes ou outra banda ranhosa qualquer começada por The. Pois ponham essas bandas todas num saco, fermentem-nas, ponham-lhes farinha, que nunca conseguiram nada tão esplêndido quanto Stop Complaining, Music is Dead, mesmo sendo ele o primeiro lançamento dos Debut!. Com tal início arrebatador não se pode esperar outra coisa senão um cocktail explosivo pronto a incinerar plateias num futuro próximo.&lt;br /&gt;Algures no seu &lt;a href="http://www.debutaredead.tk/" target="_blank"&gt;sítio&lt;/a&gt; afirmam-se como uma banda non-political, só que isso não os desloca de uma realidade material evidente e que é totalmente estruturada pela política. Os tempos presentes no nosso 'canto à beira-mar plantado' parecem-se cada vez mais com esse passado no princípio mencionado. As paranóias são outras, o terrorismo islâmico, mas cá estão; as guerras também, só que os estadistas portuguesas decidiram envolverem-se nelas (Afeganistão, Iraque e muito certamente o Líbano). E nesta vivência floresce um novo fôlego. Os Debut! são uma parte importante desse fôlego. São genuínos, dinâmicos, espalhafatosos… recomendam-se. Bom, mas isto é só apenas a opinião de um tipo que ficou siderado nas suas músicas e que depois de acabada a tarefa de escrever este texto vai imediatamente por a rodá-las até ficar zonzo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115800324792267628?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115800324792267628/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115800324792267628' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115800324792267628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115800324792267628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/09/re-divulgar.html' title='(re) Divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i52.photobucket.com/albums/g16/negrointersticio/re/th_StopComplainingMusicisDead.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115446225953311885</id><published>2006-08-01T20:49:00.000+01:00</published><updated>2006-08-01T20:57:39.613+01:00</updated><title type='text'>(re)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/final.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/final.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                                        &lt;strong&gt;      M&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115446225953311885?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115446225953311885/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115446225953311885' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115446225953311885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115446225953311885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/08/re.html' title='(re)'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115435132997583411</id><published>2006-07-31T14:01:00.001+01:00</published><updated>2006-07-31T14:29:35.213+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Isto…&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o reflexo de uma nova perspectiva, do que se sente, da essência de cada um, de revelar do mundo as extravagâncias destemidas, os pensamentos dormentes, revelando a almas, dando a conhecer as audácias moderadas, extrapolando para o papel aquilo que corre na mente, entre palavras e linhas o pensar novos hábitos é a comunhão, é a afirmação de entusiasmos garridos, denunciando cada essência invisivelmente invocada, naquilo que se usa para uma oscilada indecisão sem fim, clamando o sentarmo-nos lado a lado.&lt;br /&gt;Despindo o murmúrio do mistério, que dentro de mim quase grita, olho a calma e pesada ponte, com uma ambição intermitente, a realidade passa-me ao lado, foge-me pelo lado interior das horas, porque por cada sonho que se sonha perde-se um outro sonho, suavemente, sobrevive-se ao momento do negro declive que me revolve a alma, porque tudo foi um sonho, a minha consciência, dentro de mim cai, esquece-se a alma porque o momento embriaga os interiores, que adivinha que há muitas vidas me ignoram, me ignoro, que mal tenho espaço para desejar os interiores, onde se adivinha esses desejos lívidos de um suicida na corrente, e sem mais consciência no sentir, os anseios do cansado coração, de um corpo inerte que já não quer saber o que é viver, que tem um vago rumo de encontro à consciência de todo o meu ser, onde minuto a minuto, pulsa minuciosamente em mim, o exterior e inútil desejo de gozar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115435132997583411?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115435132997583411/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115435132997583411' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115435132997583411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115435132997583411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-ler_115435132997583411.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115435099378045183</id><published>2006-07-31T14:01:00.000+01:00</published><updated>2006-07-31T14:03:13.796+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>Perdidos aqui e além&lt;br /&gt;Num caminho incerto&lt;br /&gt;Sem rumo&lt;br /&gt;Onde se encontram&lt;br /&gt;E voam&lt;br /&gt;Num alucinado percurso&lt;br /&gt;Que os leva&lt;br /&gt;A lado nenhum&lt;br /&gt;Mas onde está a seta&lt;br /&gt;Que te indica por onde deves seguir&lt;br /&gt;Quando apenas queres seguir&lt;br /&gt;Para lugar algum&lt;br /&gt;É assim sem sentido&lt;br /&gt;A loucura da vida&lt;br /&gt;Que te faz perder tempo&lt;br /&gt;Com algo insignificante&lt;br /&gt;Como o que tu fazes de dia&lt;br /&gt;E chega a noite&lt;br /&gt;Libertas os sentidos&lt;br /&gt;Para seguires&lt;br /&gt;O teu caminho perdido&lt;br /&gt;Em busca de algo&lt;br /&gt;Que ainda desconheces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lu&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115435099378045183?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115435099378045183/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115435099378045183' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115435099378045183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115435099378045183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-ler_31.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115409251239793021</id><published>2006-07-28T14:05:00.000+01:00</published><updated>2006-07-28T14:15:12.420+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;IV&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filtro a extensão da luz que antecede a minha passagem, da noite nada mais resta do que a cumplicidade das sombras, elas que nada mais são que pó no tempo, espectadoras que se erguem sinalizando as minhas marcas, mapa de pele, onde liberto desenhos e sinais, e a precária respiração, que no afago da espera é simulacro de um pequeno inferno, que seduz o medo com que me confronto, pela dança dos prazeres, ao ritmo de um impulso animal predador, que imito em movimentos afinados, como se o tempo acabasse ali, como a terra apagasse do céu as estrelas e me impressionasse, enquanto no pensamento simulo vozes de abstracção esperando a queda no precipício, no oceano de rumores, que nos meus sonhos é nuvem de sombra que se esgueira no negrume nocturno do degelo, onde descubro o arrepio condensado na retenção do ar quando procuro o consolo da maresia naqueles os instantes que crescem, segundo a segundo, no suicídio ou no tempo e extingue, poro a poro num adocicado e submisso tocar dos contornos silábicos dos esboços na intensidade dispersa em partes iguais por todas as palavras, das quais gosto do movimento subtil e dos sentidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115409251239793021?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115409251239793021/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115409251239793021' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115409251239793021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115409251239793021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-ler_28.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115391960084519806</id><published>2006-07-26T14:11:00.000+01:00</published><updated>2006-07-26T16:47:24.353+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;III&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fantasia exacta, cumprindo-se sem distância na profundeza alcantilada do oceano, que me torna no mais ditoso ser humano quando por fim o cansaço me invade e repouso nos teus braços, no teu corpo, que faz-me sentir o meu desejo por uma sombra no deserto, como um solitário navegante, numa paixão de quimera, onde seria romântico e dramático personagem, nesse lugar que nos enreda ao ritmo das marés para que tivesse um lugar íntimo, onde a tua presença seria imprescindível, porque gritaria dentro de mim a tua ausência, numa cadência que embala, como a suavidade que tens igual à das estrelas de outros céus imaginados, que envolve todos os amantes, apenas por te impressionar e eu como ele, poderia até tentar declamar-te um poema e conduzir-te na volúpia dessa dança que é apenas um caminho mais para rumar ao infinito, a quando da chegada ao abismal precipício que elevo-a ao infinito por nunca o alcançar e já que eu o não consigo espero que sigas meu corpo e o alcances para que se dê a súbita vertigem e se regressa àquele único lugar a que só queria regressar continuamente, cumprindo os porquês do tudo que me faz rumar, em círculos, numa ignorada loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115391960084519806?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115391960084519806/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115391960084519806' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115391960084519806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115391960084519806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-ler_26.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115347654125111282</id><published>2006-07-21T11:00:00.000+01:00</published><updated>2006-07-21T11:09:01.276+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“tempo”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;contemplo o tempo&lt;br /&gt;que nos desgasta&lt;br /&gt;o tempo que corre entre nós&lt;br /&gt;esgota-se no lusco-fusco &lt;br /&gt;na repetição dos outros&lt;br /&gt;que passam&lt;br /&gt;e nos quais eu fixo&lt;br /&gt;o olhar&lt;br /&gt;porque o que nos desgasta&lt;br /&gt;nunca se ausenta.&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115347654125111282?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115347654125111282/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115347654125111282' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115347654125111282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115347654125111282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-ler_21.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115330752463216372</id><published>2006-07-19T12:10:00.000+01:00</published><updated>2006-07-19T12:32:40.766+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;II&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando a noite de manso se avizinha, como em qualquer outro dia, a nua e estranha realidade que me atravessa, passa à margem de uma vida já urgente, como os vultos dos barcos no ocaso, ancorados na tarde da melancolia. Troco o silêncio pelo que me é dito pela visão, no sonho de navegar os olhos vagueiam pelas lembranças vagas de outra gente, que não sei sequer reflectir, será verdade? Ou murmúrios só pensados, incompletos sonhos imaginados ditos em surdina por letras do passado em corpo lasso, onde pela sabedoria e pelo prazer, entrego-me totalmente ás rotas por explorar em fim de dia, onde os antigos risos reflectem o sol poente e as nuvens que passam no céu. Serão lindos momentos com toda a liberdade nessa hora dos mágicos cansaços, onde se traçam as linhas dulcíssimas de um beijo quando os olhosse me cerram de desejo...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115330752463216372?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115330752463216372/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115330752463216372' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115330752463216372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115330752463216372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-ler_19.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115280206713684070</id><published>2006-07-13T15:44:00.000+01:00</published><updated>2006-07-13T15:47:47.150+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“s/t”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ao acordar a manhã&lt;br /&gt;no quotidiano em movimentos&lt;br /&gt;de quimeras&lt;br /&gt;a esbordar  de fantasia&lt;br /&gt;com tempos sem necessidade&lt;br /&gt;de preencher&lt;br /&gt;com correntes&lt;br /&gt;e pinturas idílicas&lt;br /&gt;a tocar o céu.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115280206713684070?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115280206713684070/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115280206713684070' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115280206713684070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115280206713684070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-ler_13.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115254476416410853</id><published>2006-07-10T16:15:00.000+01:00</published><updated>2006-07-10T16:19:24.190+01:00</updated><title type='text'>(re) Divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;                                                           Mudhoney-“Under a Billion Suns”(2006)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/mail.12.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 166px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px" height="180" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/mail.12.jpg" width="166" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quem é que se lembra dos Mudhoney? Alguém? Sim? Não? De certo se lembrarem vão ter aquela ideia de que já ouviram falar deles de algum lado. Só que não se lembram bem de onde… Ah já sabe (parece que alguém ainda se lembra) … Os gajos não eram mais uma daquelas bandas grunge de Seattle? É isso mesmo… ahhhhhhhhhhhh já tou a ver…&lt;br /&gt;Os Mudhoney nunca foram tão populares quanto os Nirvana, Pearl Jam ou Soundgarden, mesmo assim à que lhes dar crédito por chegarem a 2006 com uma integridade intocável. Desde esse tempo até agora, também tiveram tempo para se aventurarem numa multinacional, coisa que pouco rendeu a ambos, aos Mudhoney e a editora. E como no princípio, estão de regresso à casa-mãe, a mítica Sub-Pop.&lt;br /&gt;Ao sétimo trabalho de estúdio nada parece mudar dos tempos mágicos de Seattle e de canções como “Touch Me I´m Sick” ou “Sweet Thing Ain´t Sweet No More”. Continua lá tudo; guitarras em electricidade máxima, sujas, promíscuas, pedradas; vocalizações desgarradas, nervosas, gritadas (Mark Arm continua com uma performance notável tal qual em 1989); violência rock das sarjetas da América; Punk-Rock ou melhor, Fuzz-punk-rock, puro e duro. Os Mudhoney são como térmitas que roem qualquer tipo de madeira, até as mais duras.&lt;br /&gt;A grande diferença nos Mudhoney actuais é a incorporação de trompetes nas harmonias musicais, que dá um ar mais maduro à banda e à própria música em si. De resto, esta até uma tradição forte no rock, os Stooges também utilizaram instrumentos de sopro em “Fun House” (1970), o que significa que não é propriamente uma inovação.&lt;br /&gt;Tal como os Pearl Jam e Neil Young, os rapazes fuzz-rock não se esqueceram de George Bush. Steve Turner, Mark Arm e companhia descascaram a sério nos moldes actuais da política norte-americana, opondo-se efusivamente contra a guerra no Iraque. Não admira que a violência dos gritos de Mark Arm, impressionante para um homem da sua idade, parta vidros um pouco por todo o lado, tal é a necessidade de “acordar” da letargia da sociedade da desinformação.&lt;br /&gt;“Under a Billion Suns” não vai acabar numa dessas muitas listas do “melhor de 2006”, mas definitivamente é um álbum sólido de uma banda que tem um lugar especial reservado na história do rock. Não sei se irei ouvi-lo muitas mais vezes, mas é muito saber que os Mudhoney andam por ai, prontos para a luta fuzz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115254476416410853?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115254476416410853/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115254476416410853' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115254476416410853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115254476416410853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-divulgar_10.html' title='(re) Divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115222764899782102</id><published>2006-07-07T00:12:00.000+01:00</published><updated>2006-07-07T00:14:09.026+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;                                                                                                   &lt;strong&gt; I&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esventro o teu nome, procuro nas palavras os sinais, letra a letra. A cada letra um contorno de dor atenuado sem cessar, o relevo do arrepio, que rumina a separação dos corpos primorosamente esquecidos, no ventoso caudal de silêncios, que trespassa o desejo de uma pressentida tranquilidade do espírito.&lt;br /&gt;Mergulhando na ausência, do que não te tenho ou que sinto não ter, decoro as fotografias da memória no fechar dos olhos, com as inundadas visões do imenso querer, dando-lhes fogosidade e ardor, simulo o longo e imperturbável percurso inacessível ao olhar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115222764899782102?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115222764899782102/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115222764899782102' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115222764899782102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115222764899782102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-ler_07.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115212667334531173</id><published>2006-07-05T20:09:00.000+01:00</published><updated>2006-07-05T20:11:13.346+01:00</updated><title type='text'>(re) Ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;«percurso»&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escuto o tempo e ao passar agarro imagens de toque e de luar&lt;br /&gt;olho o frio crispado em momentos de entardecer&lt;br /&gt;olho o branco frio e dourado de escadas cheias de gente a sair&lt;br /&gt;visito montanhas-russas em sonhos depois de acordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115212667334531173?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115212667334531173/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115212667334531173' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115212667334531173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115212667334531173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-ler_115212667334531173.html' title='(re) Ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115193636612433835</id><published>2006-07-03T15:17:00.000+01:00</published><updated>2006-07-03T15:19:26.150+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/danteXXI.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/danteXXI.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sepultura – Dante XXI(2006)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo Andreas Kisser “ a experiência de fazer trilhas sonoras para filmes”, foi a maior força para usar a Divina Comédia como influência e “escrever a música, as letras, a arte”. A intenção é precisa, imaginar a viagem de Dante de acordo com o livro e fazer uma comparação da obra com os dias de hoje, transformando os monstros e situações do livro com monstros no caos em que vivemos hoje.  A mensagem não é mais simples do que a de se descobrirem outras opções mais directas para fazer face aos problemas actuais, respeitando, no entanto, os demais habitantes do Planeta e o próprio Planeta, em simbiose. Porque o preço a pagar-se no futuro poderá ser demasiado grande no futuro; Irreversível.&lt;br /&gt;Baseado em estruturas bastante simples e com uma sonoridade bastante crua, “Dante XXI” é no entanto um álbum bem trabalhado onde se imbricam solos, refrões, violoncelos, trompas e vocalizações espectaculares. “Valtio” é um bom exemplo desse trabalho, que aliás foge um pouco ao que estamos habituados nos Sepultura, com arranjos de violoncelo muito bem conseguidos. A integração de novos elementos (Violoncelo e trompas) combina precisamente com essa tentativa cinematográfica da recriação do Inferno, Purgatório e Paraíso de Dante.&lt;br /&gt;“Dante XXI” é pois um álbum conceptual e não há que fugir a isto. De resto os Sepultura sempre tiveram a qualidade e a capacidade de produzir letras extremamente criticas em relação à realidade material em que vivemos. Porem, eles construíram o seu passado num fundo ruidoso de guitarras metálicas e ritmos devastadores, não fossem eles um dos pilares do “trash metal” dos anos 80. Pois o novo registo é também isso mesmo, uma nova aproximação a um passado trash que ganha corpo em performances interessantes como “Buried Words” ou “Ostia”. A banda, apesar dos novos elementos sonoros, tem mais groove e intensidade, e os fãs só podem agradecer.&lt;br /&gt;Envolto em boatos sobre um possível regresso do vocalista e guitarrista Max Cavalera e da ausência do baterista Igor Cavalera na actual tour (substituído por Ray Mayorga), os Sepultura regressam às lides discográficas com “Dante XXI”. Mas basta o disco começar a tocar para que todos os aparentes problemas internos sejam rapidamente dissolvidos e o que fica é apenas a música. Há 10 anos que os Sepultura não soavam tão coesos, agressivos e criativos. A imagem da banda pode ter ficado um pouco desgastada após a saída de Max e álbuns como “Against” (1998), “Nation” (2001) e “Roorback” (2003) que, apesar da inegável qualidade não tiveram o mesmo impacto e a repercussão dos anteriores. Mas “Dante XXI” chega para colocar o Sepultura novamente em lugar de destaque entre os ouvintes de metal. Inspirado no livro “A Divina Comédia” de Dante Alighieri, o trabalho é, sem dúvida, o melhor com o vocalista Derrick Green e merece toda a atenção, mesmo para aqueles que deixaram de acompanhar a banda há algum tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115193636612433835?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115193636612433835/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115193636612433835' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115193636612433835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115193636612433835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/07/re-divulgar.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115167037200575339</id><published>2006-06-30T13:19:00.000+01:00</published><updated>2006-06-30T13:26:12.046+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“s/t”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amanhã quando acordar, quero ver novamente essa aparência exterior apaixonante. Ainda não sei como vou fazer para voltar a ver os teus olhos mais uma vez, esses olhos que estão ao alcance de um viver, mas fazem estragos mil, a quem espera por eles assim, com um fogo nas veias esquecido, que invade os meus sentidos, deixando os meus olhos abertos para a eternidade, porque neste momento moras no reino do futuro, o que torna bem mais duro rever-te, quando eu deste brando sono acordar.&lt;br /&gt;Não tenho que ter pressa, porque dizem que o verdadeiro amor espera sempre um dia mais, mas sinto-me a fraquejar com esta brutal e tumultuosa excitação, que me faz desejar esse teu beijo transformador, que não é um simples beijo de amor, é um beijo que nos deixa desnudados, que mostra a real beleza, não essa beleza que se consegue de formas diversas, como dietas, perversas cirurgias plásticas, ou comprada nas botiques, mas sim uma beleza que não tenha que vir da nobreza, com vestes de realeza, que venha de um desejo macio e permanente, de um amor sem mistérios e sem virtudes, e que com traços suaves e delicados, nos faça descobrir este vulcão de mil beijos desta paixão, que deixa suspensa a respiração.&lt;br /&gt;É de desejo que escrevo, o desejo que te deites comigo, que não tires da minha boca esse beijo, que deixa o meu corpo perdido de emoção, a clamar a penetração, a clamar os seios do teu corpo, que fazem pressentir no meu corpo uma espécie de feitiço.&lt;br /&gt;És o gosto doce de toda a herança, de todo  meu ser, és toda a calma que me entrega a confiança, és o promontório de toda a minha esperança, as asas de luar que no amor são promessas, de desviar dos teus ombros o lençol e desnudar-te os seios que desfaço em beijos, por só te amar assim muito amiúde.&lt;br /&gt;Não sei bem o que te digo, mas sempre que reparo na tua boca, todo o meu corpo fraqueja, sinto incêndios nas veias, pelos desejos que as nossas bocas ávidas se toquem, e recolham o pólen do fogo que transforma em suor esta paixão entre a noite e a madrugada.&lt;br /&gt; Não sei se é do sono ou do olhar, mas quero entregar-me todo a ti, deixar-me prisioneiro entre as palmas febris dos corações, destes corpos que se abraçam na esperança louca, que entre lábios e lábios, surjam os gritos de prazer, que não se guarde as emoções, porque em mim, há um profano desejo a crescer, por essa ternura e beleza que provoca no meu corpo todo um arrepio, mas de manhã, vai parecer tudo tão diferente, a graça do teu rosto já não é minha, mas também não é de mais ninguém, porque só existe no sonho em que te vi.&lt;br /&gt;Confesso esta inteira fantasia, que pede ao amor loucura dos lábios húmidos no amor da manhã, onde o latejante coração deixa agora os seus sinais, nestas palavras sem poema nem condão, que tecem filigranas indecifráveis, nesta paixão que é a minha sentença, e faz crescer uma vontade, devagar, de pousar a minha boca na tua fronte, de te tocar a pele como se fosses harpa, escorregar pelo teu ventre como se fosse vento e atravessar-me em ti como se fosse farpa.&lt;br /&gt;Morro da morte lenta do desejo, de quem se habitua aos lábios de alguém, e vive no mar alto da paixão, e só invertendo a ordem dos factores poderá haver esperança para a alma de um sonho amordaçado.&lt;br /&gt;Quando te vi, o meu mundo amanheceu, e o meu coração começou a procurar, independentemente de eu pensar que podes ser gente de verdade e poderes estar em algum jardim entre as flores, enquanto sopra o vento que é breve, e passa pela magia do dia, eu espero até à eternidade para medir na tua boca a intensidade, e depois fugir-te pelo corpo acima, e sentir que aí dentro há um desejo, que nesse repouso há movimento, e atrevo-me a mergulhar nos teus cabelos, respirando o espanto que me dás. E que bom é assim estar, porque é tão difícil encontrar pessoas assim bonitas.&lt;br /&gt;Quero ter força para poder parar o sonho, parávamos ambos, como se parássemos o tempo, para sentirmos as carícias do vento e seres livre comigo até ao fim, e querer assim um amor forte para poder inventar mil paisagens no teu peito. Se não escrevo rebento, de loucura e fantasia, porque há em ti um mar salgado de beleza, quando me olhas devagar, com esse jeito que me faz sentir saudades de cada minuto do sonho, e pela marca que deixou, descobri tanta coisa que não via, esta forma grande de incerteza, e resta-me pedir-te que me aceites com sou, pela centelha de um amor sem corrupção, ou serei consumido pelas chamas dolorosas da paixão, que é transparente e verdadeira, como o mais puro diamante. Tenho sede de ti dessa transparência só tua, agora és tudo, meu princípio e meu fim, és a ultima chama que ainda arde, e por isso amo enquanto tiver a certeza que me consegues converter em alegria.O silêncio seria o mais puro, porque no teu olhar vejo tudo o que procuro, o pronuncio de que eu agora somos nós, mas sai da minha voz um murmúrio de que só és realidade no meu sonho…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115167037200575339?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115167037200575339/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115167037200575339' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115167037200575339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115167037200575339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-ler_30.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115148941497148725</id><published>2006-06-28T10:57:00.000+01:00</published><updated>2006-06-28T11:11:08.586+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Rumo à liberdade&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante a vida toda sempre se apregoou como um desafio essa dor em que me vejo, mas não vás tomar a letra tudo aquilo que te digo, quando digo que não sei porque razão, não nos deixam ser Homens, se somos todos iguais porque exigem a nossa rendição? Somos gente educada, só queremos uma anarquia total, não é uma situação poética, filosófica ou politica, nem uma perseguição transcendental, veio-me a memória uma frase batida,, mas é por amor a liberdade e, não por glórias, terrores ou aventuras que ando por essas estradas, umas feitas de guerra outras de acreditar &lt;em&gt;que sozinhos não somos nada juntos temos o mundo na mão, mas isto é a força de que é novo, vive sempre a esperar, que as fraquezas de quem é povo&lt;/em&gt; se vão embora. Quem não luta não merece a alegria que nos torna a trave mestra desta vida onde as esperanças são poucas, onde só se vê a face da provável solidão.&lt;br /&gt;Nas artimanhas da saudade as lembranças das nossas prestações conduzem-nos à impossível partida da terra quente, com a liberdade por conquistar, é um futuro imaginário, um novo mundo, onde a vida não é vazia e o passado que fica é moribundo, mas doa a quem doer faço sempre o que tenho a fazer, mas não sei se estão a ver, tudo se resume a um mundo cheio de &lt;em&gt;“vadios de mochilas às costas” que se recusam a subscrever a exigência generalizada de terem de trabalhar pelo privilégio do consumo, já que consomem a produção, toda essa treta que eles de toda a maneira não pediram, como frigoríficos, televisores, automóveis, pelo menos automóveis novos e artilhados, uma certa marca de gel para o cabelo e desodorizantes e de modo geral todo o entulhos que de qualquer forma acaba por ir para o lixo passado uma semana, todos eles aprisionados num sistema de trabalho, produção, consuma, trabalho, produção, consumo, tenho a visão de uma grande revolução de mochilas milhares ou mesmo milhões de jovens vagueando por toda a parte de mochilas as costas a subir as montanhas para rezar, a fazer rir as crianças e a animar o velhotes, a contribuir para a felicidade dos jovens e para a suprema felicidade dos que já passaram a juventude, todos eles “Lunáticos”, que andam por aí a escrever poemas que por acaso lhes ocorrem por nenhuma razão em especial e também seres amáveis e, por actos estranhos e inesperaveis a transmitir a toda a hora visões de liberdade eterna, a toda a gente e a todos os seres vivos é disso que eu&lt;/em&gt; vos estou a tentar falar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115148941497148725?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115148941497148725/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115148941497148725' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115148941497148725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115148941497148725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-ler_28.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115132797225137682</id><published>2006-06-26T14:17:00.000+01:00</published><updated>2006-06-26T14:19:32.256+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/pearljam.6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/pearljam.5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pearl Jam-“Pearl Jam”(2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o single de sucesso imediato “World Wide Suicide” a rodar insistentemente nas rádios e Mtv mais as críticas vistosas na imprensa musical um pouco por todo o lado, parece que os Pearl Jam estão de volta aos tempos passados de “glória” com o álbum de nome homónimo. Esta é a ideia que baila insistentemente em torno da banda e do lançamento de “Pearl Jam”. Parece-me, no entanto, que tal ideia se mostra bastante incorrecta e desajustada, pois os Pearl Jam, na realidade, nunca estiveram afastados para “estarem de volta”.&lt;br /&gt;È mais que evidente que nenhum álbum depois de “Vs” (1993) teve um impacto tão forte quanto os primeiros dois registos do grupo, quer em termos de vendas, quer em canções (daquelas que se tornam imprescindíveis com o passar dos tempos, exceptuando talvez “Do The Evolution”). Mesmo assim, os Pearl Jam lançaram álbuns bastante consistentes apesar de alguns momentos menos inspirados. Em Binaural há “Nothing As It Seems” e “Light Years”, em Riot Act há “Bushleaguer”, exemplos mais recentes de excelentes canções criativas. “Pearl Jam” não é muito diferente, talvez seja apenas mais rock, feroz, energético e consistente que os seus antecessores. Faltará somente algum afinco na tarefa de composição que expusesse as canções a um nível superior.&lt;br /&gt;Como habitualmente os Pearl Jam alternam entre o rock rasgado e as baladas ambientais, embora haja predominância do primeiro, enquanto abordam temas sensíveis da actualidade. “Unemployable” é sinónimo disso, refrões cortantes harmonicamente e literariamente. Outros pontos altos incluem “Severed Hand”, com os seus riffs supersónicos coloridos de solos de guitarra ondulares, “Marker In The Sand”, uma quase balada onde Vedder demonstra todo o potencial da sua voz, “Gone”, emocionante melodia e “Come Back”, um tema a exigir uma guitarra zangada e heróica. O lado mais suave está representado por “Parachutes”, similar a uma canção de embalar e “Wasted Reprise”.&lt;br /&gt;As outras canções presentes em “Pearl Jam” (já que mencionei quase todas não faz sentido deixar as restantes de fora) são um complemento natural dessa alternância rock/balada. “Life Wasted” transporta o registo para os trilhos mais violentos, com um rock espásmico, enquanto “Inside Job” é sem dúvida a expressão mais experimentalista, com um “fio”, composto de fibras sonoras envoltas numa “phased guitar “, de 7 minutos a desenrolar-se docemente. Sem dúvida que “Inside Job” é uma boa performance, mas também emerge como o exemplo mais premente de que os Pearl Jam podiam ter levado as coisas mais a fundo. De resto, todo o álbum sofre deste “sindroma”. Não me entendam mal, eu gosto bastante da recente proposta da banda de Seattle. A intensidade de “Comatose” e “Big Wave” satisfazem as minhas revindicações. Tenho é a sensação que se poderia ter melhorado a dinâmica de várias faixas através de um trabalho mais pungente a nível instrumental.&lt;br /&gt;Obviamente não poderia deixar de falar do posicionamento quanto a George Bush. As já referidas “Comatose”, “World Wide Suicide”, bem como “Army Reserve” (indubitavelmente a canção mais politica do álbum), são manifestos de insatisfação contra a toda a actual panorâmica politica norte-americana. Porem, as letras não são tão directas como se possa pensar à partida. Existe uma aparente neutralidade que impede a polarização clara e aberta, o que pode indicar a necessidade de a musicalidade estar em primeiro lugar, acima de tudo.&lt;br /&gt;Os 15 anos de carreira não são sinónimo de desgaste. Sim, podem ter perdido aquele brilho do passado onde eram super-estrelas que vendiam milhões de discos. Coisa que nunca pretenderam. As lutas com a Ticketmaster por bilhetes mais baratos para os fãs, o afastamento progressivo dos media e a humildade dos Pearl Jam são provas disso. O que importa é o comprometimento contínuo que mantêm com a sua base de seguidores e que os faz abraçar a estrada em “tours” constantes. O hiato de 4 anos desde “Riot Act” não esmoreceu esse esforço e a recente proposta é o indício mais que evidente que estão vivos e bem vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«I, oh, I'm still alive, Hey I, oh, I'm still alive»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115132797225137682?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115132797225137682/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115132797225137682' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115132797225137682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115132797225137682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-divulgar_26.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115132769951159155</id><published>2006-06-26T14:11:00.000+01:00</published><updated>2006-06-26T14:14:59.556+01:00</updated><title type='text'>(re) Apresenta</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/cartaz2.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/cartaz2.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115132769951159155?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115132769951159155/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115132769951159155' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115132769951159155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115132769951159155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-apresenta_26.html' title='(re) Apresenta'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115105828310733630</id><published>2006-06-23T11:23:00.000+01:00</published><updated>2006-06-23T11:24:43.106+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;«Manhã»&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens que se descortinam ao amanhecer&lt;br /&gt;ignoram o estado inconsciente&lt;br /&gt;em que se encontram,&lt;br /&gt;a rotina emerge silenciosa&lt;br /&gt;por entre os corpos cheios de cansaço&lt;br /&gt;o dia cresce e eu perco-me no tempo de viver.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115105828310733630?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115105828310733630/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115105828310733630' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115105828310733630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115105828310733630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-ler_23.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115089286881963816</id><published>2006-06-21T13:25:00.000+01:00</published><updated>2006-06-21T13:27:48.856+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Libertar do Medo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto espero um novo dia nesta cidade escura e fria onde a vida é uma agonia, penso sempre mais porque é grande o silêncio enquanto aguardo o milagre, dessa pura nudez que este desejo pretende. Uma ideia brilhante cintila no escuro, enquanto uma luz me invade a alma e leva-me para longe deste silêncio que invade os passos da certeza, onde o tempo corre devagar, na esperança que a lua apaixonada se torne a levantar e que a boca fale o que o coração tem para dizer; que não estou cá para sofrer mas sim para viver, que já são horas de ser feliz e nem que para isso me torne parte inteira de uma vida vagabunda, me torne pescador de coisas belas, de emoções, da forma bonita e completa de se viver.&lt;br /&gt;Para isso, basta-me um segundo e saio porta fora, não tenho tempo a perder, sou amante da profunda liberdade, por isso de uma ideia que atormenta faço um norte e tal como a vida me ensinou estou alerta, seja num dia alegre ou numa noite abafada, enquanto espero a lua cheia nesse jardim suspenso que mesmo sem ver sei onde fica, nem que seja só nos meus sonhos, tenho lembranças varias desses jardins mandados arrancar por quem inveja a vida de quem tem no peito a alegria de ver toda a Terra a sorrir, por não ser preciso um documento autenticado para reinar a igualdade, nem ser preciso estender a mão a mãe caridade para se viver em comunidade.&lt;br /&gt;É tempo de partida e se chover na madrugada em que procuro o meu caminho, a minha rota deixo-me devorar pelos sentidos e espero que a fúria se acalme porque algo em mim sobrevive, se liberta, se entrega ao mundo com o grito que vier sem medo, sem fragilidades, só e ébrio num carrossel louco, seguindo um azul perdido na distancia que trás um novo impulso de viver neste labirinto dos Homens onde o sol arrefece-me esta minha profunda amargura.&lt;br /&gt;Semeia-se a revolta, o amor semeia a revolta ou a revolta semeia o amor? Não importa, se fecharmos todos os caminhos ficaremos cercados e será triste o destino, o destino da gente que amanhã se possa esquecer do amor, é que há distância entre a intenção e o gesto, mas no fundo eu sou um sentimentalista e se por vezes perco o sentido é para logo de seguida o encontrar. Fecho os olhos do meu coração e encontro a força que se precisa para amar, pois o amor é uma luta que se ganha e é quando me encontro no calor dessa luta que se me assombra a súbita impressão que o meu coração tem um sereno jeito que anda ao sabor do vento, a semear tempestades para colher a bonança, nesse calmo porto de abrigo que é o meu pensamento.&lt;br /&gt;Continuo a viagem que comecei, e em cada figura que passa por mim sinto um odor, a tensão do medo puro, fundido com a bruma, no nevoeiro sem fim que me faz perder a direcção da lua, que me faz remar contra a maré, que me faz refugiar no medo de ser refém do teu destino, como alguém que um dia apostou na carta errada e se esqueceu como é bom amar a liberdade.&lt;br /&gt;As sorrateiras sombras esgueiram-se furtivas entre o nevoeiro sem deixar vestígio e deixam no ar cheiros que há muito não sentia, mas há muito não é tanto porque o tempo ainda é pouco para viver em solidão, para quem bebe rios de ilusões e quer viver tudo numa noite, para quem espera soprar outra vez turbilhões de sonhos esquecidos que regam o deserto da alma e tomam de assalto o que resta das lembranças do que nós somos, do que queremos reconquistar e sabemos que nunca é uma miragem, que o cais é certo e que com o beijo jurado ficamos mais perto pois sinto mais dentro a memória do meu sangue em fogo, a força nascida do medo que me faz sonhar com um novo dia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115089286881963816?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115089286881963816/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115089286881963816' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115089286881963816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115089286881963816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-ler_21.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115072333555227845</id><published>2006-06-19T14:19:00.000+01:00</published><updated>2006-06-19T14:22:15.573+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/flatpackphilosophy.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/flatpackphilosophy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Buzzcocks-“Flat-Pack Philosophy”(2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante a época 1976/1977, nenhuma banda punk que se prezasse admitia a hipótese de tocar por qualquer ganância material, fosse ela dinheiro ou qualquer sentimento de revivalismo idiota. Infelizmente estes foram alguns dos motivos que ditaram a reunião de algumas bandas do movimento. Trinta anos depois já tivemos, para além da reunião dos Buzzcocks, as reuniões dos Sex Pistols e Siouxsie &amp; the Banshees, entre outros que se juntaram para tours ou mesmo para lançar álbuns. De todas essas bandas que se reagruparam desde que o punk esmoreceu, os Buzzcocks provaram ser a mais consistente, menos chata e embaraçosa. Desde 1993, que a corrente encarnação da banda (aos “originais” Pete Shelley/vocalista e Steve Diggle/guitarrista, temos a adição de Tony Barber/baixo e Phil Barker/bateria) já lançou nada mais nada menos que 5 discos, tendo estado em digressão com alguma regularidade. Enquanto que os primeiros três registos depois do reagrupamento foram um completo fiasco, oferecendo uma pálida imagem dos Buzzcocks e do seu punk ás vezes quase rock, em 2003 tiveram uma semi-explosão com um homónimo que caiu nas graças das criticas, tendo o mérito de recapturar a sonoridade “raw power” característica dos seus primórdios. Uma digressão e o lançamento, também nesse ano, do DVD “Live At Shepherds Bush Empire” fizeram o resto nesse néctar de agarrar o momento.&lt;br /&gt;A julgar pelos primeiros acordes de “Flat-Pack Philosophy”, a música de abertura que dá o nome ao disco, parece que a coisa promete e muito, pode ser um estouro e peras. Na verdade “Flat-Pack Philosophy” descaradamente troca o obscurantismo e agressividade do seu predecessor por uma faceta mais pop, assumindo a melodia como principal linha condutora. È um pouco diferente da tradição Buzzcocks mas sem dúvida que é forte, mostrando aos mais cépticos que o anterior álbum não foi um mero golpe de sorte e que a banda tem finalmente uma dinâmica de estúdio apurada. Muitos dizem que a maior parte do mérito está na produção de Tony Barber, aliás já o homem na cadeira durante as três ultimas gravações da banda. Sim, que existe uma sonoridade bem captada sem ser exageradamente límpida nem exageradamente suja onde todos os elementos são devidamente balanceados e misturados. Podemos distinguir nitidamente cada instrumento e a voz. Porem, sou da opinião de que todos os méritos estão em Pete Shelley e Steve Diggle, os artesãos das canções e melodias do disco. Eles é que modelaram toda a sonoridade e Barber só deu uma ajudita.&lt;br /&gt;“Flat-Pack Philosophy”, sabiamente, tem muito do punk tradicional de marca registada Buzzcocks, assim não é surpreendente que soe algo nostalgico. Estão lá canções supersónicas na boa tradição do “right in your face” como “Soul Survivor” (1.30 minutos) de refrões chispados com solos relâmpagos e as próprias letras são uma espécie de revisitação a assuntos passados. “Wish I Never Loved You”, “I Don’t Exist”, and “Reconciliation” são recorrências de perspectivas já coladas em clássicos como Love You More” ou “Fiction Romance”. Enquanto “Reconciliation” se aproxima de olhar maduro sobre a temática amorosa, "Wish I Never Loved You" podia perfeitamente ter sido escrita em 1978, “I’m ashamed I’ve been blamed so much I wanted to die”, um exemplo do niilismo dessa época. Steve Diggle, mais uma vez, põe o ênfase das suas letras na temática nos desastres de viação, situação visível em “Soul Survivor”, enquanto que o seu “Big Brother Wheels” é um rasgo de raiva contra o conformismo, "Big brother wheels / Gonna stamp it out of you in time / Gonna make you jump and walk the line". Outro tema recorrente é o consumismo, aqui presente em “Between Heaven and Hell”, (“They say the best things in life are free / But now I’m not so sure”), e “Credit” (“Credit / In love with the never never / Wish I could get something I really need”). Este testamento quase político de “Flat-Pack Philosophy” não o transforma numa pedra dura de levantar. As suas guitarras e refrões contagiantes e tempos rápidos são antes uma delícia para os ouvidos.&lt;br /&gt;Desde de 1976 que os Buzzcocks andam pelos recantos do universo cultural pop. 30 anos de “sexo, drogas e punk” com alguma da melhor música algum dia feita. Esta foi a banda que tirou o punk de Londres e teve a coragem de o infestar por Manchester quando convidaram os Sex Pistols para tocar durante o verão de ´76; estes foram os tipos que tiveram a audácia de começar o “do-it-yourself” quando lançaram nesse mesmo ano o seu EP de estreia, influenciando posteriormente toda uma série de etiquetas como a Rough Trade, Factory ou Postcard e bandas como os R.E.M e The Smiths, tornando-se assim uma banda cuja a importância cultural é demasiado enorme para ser quantificável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115072333555227845?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115072333555227845/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115072333555227845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115072333555227845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115072333555227845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-divulgar_19.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115047042073153014</id><published>2006-06-16T16:02:00.000+01:00</published><updated>2006-06-16T16:07:00.753+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Enquanto há vida há esperança...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero ser a voz e a palavra que nunca vai acabar, quero ser a ponte entre os sonhos e os homens cansados, que vivem nas sombras dos prédios calados, a quem o mar despido afundou a fé, que se sentem tal e qual um vagabundo que arrasta a sombra vaga pelo chão, sem nunca chegar ao fim dos seus fracassos, quero ser a palavra e a ponte para quem perdeu a caravana, para quem foi obrigado a dormir na praia, para quem anda de carro a esvoaçar pela cidade, para quem anda perdido no rio sem encontrar a claridade, para quem se esconde do passado e de tudo o que há sem regresso, para toda a gente assim desesperada… penso que na verdade é gente que nunca soube o que é ver, ouvir, viver, que espera a noite de sombras vazias, para que dêem luz ao caminho que lhes disseram ser o indicado para chegar à casa que pensa que lhe pertence, porque só faz aquilo que lhes dizem.&lt;br /&gt;À volta toda a vida se harmoniza, abre-se o pano até que se feche a alegre festa de pranto, e logo cai a escuridão, e porque o amanha é errante, aposta-se no seguro, apaga-se as dúvidas num mar de cerveja antes de morrer atolado. Atiram-se para o ar as magoas que devíamos contar, as magoas que nos arrasta a concava funda, as magoas que me deixam assim quase indiferente ás bandeiras verdadeiras, que são carimbadas e despachadas na cidade do meu tormento, onde as ruas malditas fazem um belo dueto com as minhas outras vidas.&lt;br /&gt;As trevas não vão demorar, e é só esperar até que o escuro se acenda, para assaltar a casa dos meus cinco sentidos, e assim passar pela vida descontente, como em cada minuto que passou sem mim, assegurando a tua ausência e rogando pragas por ser fraco – é assim o coração – para ver se deixo esta tristeza, e assim seria se não fosse cada qual com um discurso diferente, se não fosse os cativeiros de longas penas, se não fosse tudo justamente imitações.&lt;br /&gt;Assim como conservar a inocência? Construindo sonhos? Ninguém constróis o seu salvamento com sonhos, nem ficando com os braços cruzados deixando-se invadir por medos e sobressaltos, é preciso enfrentar tantos perigos, sim é verdade com todo o cuidado, ás vezes parece mesmo que se combate numa selva sem saber porquê, para quê, em favor de quê ou de quem, mas com um ar firme, mesmo que pareça vago, é preciso com a nossas próprias mãos por nome e dar inicio a essa batalha que tem que ser final.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115047042073153014?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115047042073153014/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115047042073153014' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115047042073153014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115047042073153014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-ler_16.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115029433325012567</id><published>2006-06-14T15:00:00.000+01:00</published><updated>2006-06-14T15:12:13.276+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Desejo de …&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já basta de tanta desgraça, já cheiram que tresandam, esses Homens que mandam e tentam disfarçar os dentes de vampiros, sempre que sorriem para a plateia, durante os discursos copiados desses livros ditos sagrados, de onde só lêem o que lhes convêm, sem nunca irem ao fundo das coisas, sem nunca irem onde está a razão… no fim usam sempre o dissabor da desculpa, – Desculpa mundo – já demos!... Desculpa lá vou fechar, são horas de te esquecer… – tem de haver uma mudança, caso contrário sou eu quem pede desculpas porque estas são horas de enlouquecer.&lt;br /&gt;Enlouquecer é um puro pensamento, de quem quer passar simplesmente, e calmamente ter paz nesta Pátria Dos que fazem Portugal.&lt;br /&gt;Pode parecer lições vãs de filosofia, mas hoje Liberdade, essa palavra de quatro sílabas e liberta de definições, é só mesmo nome de Avenidas. Só é livre o que nos vai no pensamento, e ninguém apaga essa luz que surge na mente, porque é livre como o vento. Há quantas vidas que eu desejo que os elementos gritem, que a matéria se revolte, que por cada sonho nasça uma vontade, acima de tudo que nasça uma vontade de se ser livre, que se perca a ideia que temos que viver como proscritos, pode até parecer que estamos de pés e mãos atados, podemos sentir uma angustia, que nos faz sentir os passos débeis e finais, mas nunca devemos esquecer que viver merece a luta, e que por essa luta como demónios vamos sobrevoando as partituras das cabeças geniais que nos tentam matar o desejo de sonhar.&lt;br /&gt;Ainda resta um encanto, um conforto qualquer, uma recordação, e haja o que houver, não se esqueçam que do silêncio faz-se um grito que vai ecoar no fim do além da vida. Não temos mais o tempo que passou, nem tão pouco todo o tempo do mundo, mas temos o nosso próprio tempo, nesta terra alvoraçada que nos põe distantes de tudo, e nos obriga a fazer da tristeza a graça, mas não é tristeza termos de pensar?&lt;br /&gt;Há quem pense que tudo são tretas, mas a mim não me levam ao engano, e só o que eu peço, é que os Senhores do mundo nos peçam perdão, não sei se eu mereço, mas não me conseguem demover, porque há quem o mereça e a igualdade aparecerá sempre que o Homem quiser.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115029433325012567?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115029433325012567/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115029433325012567' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115029433325012567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115029433325012567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-ler_14.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-115011570147791750</id><published>2006-06-12T13:31:00.000+01:00</published><updated>2006-06-12T13:35:01.500+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/futureperfect.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/futureperfect.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; Autolux – “Future Perfect”(2004)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Doces pop servidos por naves espaciais vindas do futuro. Dimensões infestadas de paredes holográficas de noise melódico. Os Autolux respiram algures entre o não convencional absurdo e o mundo extraterrestre. Ainda assim a sua música nutre um especial carinho pelo formato pop de canção, o que permite uma acessibilidade imediata ao seu universo musical. E que tipo de estradas afinal percorrem eles? Algures entre o shoegazing, a pop doce, o noise, indie rock e o absurdo “alien” não categorizável.&lt;br /&gt;Hoje em dia todo o tipo de bandas mistura estilos e cria ambientes surrealistas sem resultados práticos e excitantes. Porque é que os Autolux haveriam de ser diferentes de todas essas bandas? Bem, não é por terem um ar aparentemente cool, tipo essas bandas pseudo-rock, é pela maneira com agregam influencias que os torna uns porreiraços. Pensem nuns Sonic Youth completamente enlaçados na tarefa de serem os My Bloody Valentine. A tarefa pode ser complicada, mas os acordes noise regados por chuva ácida pós-Chernobyl, podem ajudar a “dissolver” tal insipiência comparativa. A salada de dinâmicas bizarras com sacarose em quantidades moderadas (não fossem dar em diabéticos) faz o resto.&lt;br /&gt;Cada canção carrega ao colo uma combinação primaveril de desabrochar. São frescas e não secam ao sol. Normalmente as coisas deixam de ser tão belas e esplendorosas logo após o desabrochar, fenómeno que não acontece com os momentos de “Future Presente”. Não enfastiam, como as coisas demasiado condimentadas. As canções ganham novo fulgor a cada nova audição, parecendo sempre que as ouvimos pela primeira vez. Sugarless e Blanket incorporam essa ideia. No meu caso, é rara a banda nova que me faça desligar dos “meus clássicos”, mas os Autolux conseguiram embrenhar-se por um interstício celular da minha epiderme.&lt;br /&gt;Por qualquer motivo (não inteligível), ao mesmo tempo que ouço Autolux não deixo de pensar nos Sonic Youth. Após muitas voltas sobre o assunto lá consegui destapar o mistério. Quer dizer, acho… Deve ser algum tipo de teste de validade que faço aos “californianos”. Se estou a escrever isto e não sei bem o que dizer, então quer dizer que passaram no teste. Pois, a surpresa Autolux foi tão avassaladora que de repente se tornam numa banda demasiado complexa para tentar encaixa-la em qualquer beco. Simplesmente não cabem em nenhum caixote.&lt;br /&gt;Para entender esta mini-revolução é preciso destacar a maneira sábia como a banda consegue abandonar o passado e abraçar o futuro, transformando “Future Perfect” num pedaço intemporal. Podiam tê-lo lançado à 10 anos atrás e terem tido um sucesso esmagador, como podiam tê-lo lançado há 5 anos e passado despercebidos. Questões aleatórias de tendências. O que realmente importa é que soam bem e sabe-se que soaram sempre bem. Canções como Robots In The Garden e Here Comes Everybody são absolutas delícias barradas a muito noise rock que defendem a tese apresentada.&lt;br /&gt;“Future Perfect” saiu em 2004, mas é o melhor álbum que conheci nos últimos meses. Cheguei um pouco atrasado, porem a tempo de aconselhar toda a gente a conhecer e investigar as suas músicas. Por isso façam-no! Passem directamente pela partida sem recolher os 2.000 escudos!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-115011570147791750?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/115011570147791750/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=115011570147791750' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115011570147791750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/115011570147791750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-divulgar_12.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114986134717735492</id><published>2006-06-09T14:51:00.000+01:00</published><updated>2006-06-09T15:15:02.270+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Mar de duvidas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mundo agradecerá o teu trabalho se obedeceres ás ordens de quem manda e só conheceres um carreiro. Presta atenção, com toda a calma, é preciso criar um mundo agradável para todos, onde se possa saborear dentro da eternidade cada instante, um lugar sagrado onde tudo acabe e comece, um paraíso para os sentidos, que será o encanto da multidão e será comum nessa geração construir casas/cidades para os outros, onde não existam bairros de lata, onde por dois tostões não se atraiçoe, onde os bons projectos não sejam só para o papel, mas para isso é preciso que esse mundo comece por ti, e terás sempre por lema: &lt;em&gt;compra pão, compra vinho mas rouba uma flor, tudo o que é belo não é de vender&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Para que esta terra seja realmente nossa, é preciso mudar, a aparência tem de ser verdadeira, tem de se acabar com as duvidas e seguir em frente se queremos encontrar uma solução, porque aqui está tudo pela hora da morte, e de boas intenções está o inferno cheio. Se te encontras entre a espada e a parede experimenta acabar com a incompetência que está tão bem distribuída por essas figuras anónimas e frias com uma frustração acidental, mas imitados por gente banal com uma insipiência disfarçada que se divertem a inventar maldades por puro exibicionismo, por não saberem distinguir o vulgar do intelectual, simplesmente porque não usam a cabeça, porque não ousam olhar para trás ou para os lados, só olham para a frente ou para eles, para bem dentro deles e fazem tudo o que lhes mandam sem questionar – porquê habitar neste país? Para quê viver neste planeta? Será que tudo cresce numa proveta? O que faço? Para que sirvo? Porque vivo? Porquê viver? Será que o melhor é tudo esquecer? – Se calhar assim evito sofrer – será que o que sinto é o mais profundo?&lt;br /&gt;Sinceramente não sei… mas sei que quero ter uma alma cigana, que viva à Robin dos Bosques… uma alma livre… uma alma alegre… uma alma que encanta e fascina… uma alma que nada deve… uma alma que arrisca e ousa voar sem rumo pelo mais profundo fundo que há no mundo, porque só indo ao fundo das coisas é que encontramos a razão e então descobriremos essas verdades consumadas que nos consomem, essas verdades que nos leva os sonhos e deixa-nos as magoas da maneira mais discreta que conhecem, mas mantêm-nos na fronte as duvidas – se posso fingir um sentimento, porque não posso ser quem sou? Porque não posso ter um chão para plantar? Porque não posso ter uma voz livre para cantar? Porque tenho que carregar esta cruz para alem da encruzilhada? Porque me hei-de gastar se o fim do mundo há-de vir? Porque tentam calar a voz do sino triste? Porque se diz para dentro o que não se diz? Porque proíbem esta chuva de letras que são precisas? Porquê viver a flor da pele? Para quando a fúria em riste no meu País? Será que não há machado que corte este pseudo ambiente nobre e sério? Será que o mar dos olhos também sabe a sal? Porquê que só em silencio se fala? Será a alegria a melhor coisa que existe? Afinal quantos anos ainda faltam para a destruição? Quem derramará a primeira gota? Quando será? Como será? Quem será? Será que tudo isto se repetirá? Será possível conservar ainda a inocência? Mas afinal o que vamos fazer? Dar um salto no ar? Sinceramente não me parece a solução… &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114986134717735492?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114986134717735492/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114986134717735492' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114986134717735492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114986134717735492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-ler_09.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114977460422059552</id><published>2006-06-08T14:44:00.000+01:00</published><updated>2006-06-23T11:30:37.713+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“s/t”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidade acorda alheada&lt;br /&gt;em compassos de espera&lt;br /&gt;cidade albergue do passado&lt;br /&gt;dos lugares gastos pelos corpos&lt;br /&gt;cidade memória de pessoas&lt;br /&gt;da ansiedade&lt;br /&gt;do silêncio num simples sentir.&lt;br /&gt;Cidade que acorda de um sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114977460422059552?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114977460422059552/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114977460422059552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114977460422059552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114977460422059552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-ler_08.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114951230317000769</id><published>2006-06-05T13:55:00.000+01:00</published><updated>2006-06-05T13:58:23.196+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/lovetravelsatillegalspeeds.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/lovetravelsatillegalspeeds.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Graham Coxon-“Love Travells At Illegal Speeds” (2006)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois de ter abandonado os Blur, Graham Coxon nunca deixou de escrever e gravar música surpreendente, apesar das sérias dúvidas de muitos acerca do seu talento. Sim, Coxon não criou os Gorillaz, mas também nunca precisaria de tal manobra mainstream para conquistar o seu lugar (merecido) entre os grandes compositores da actualidade. Segundo ele “as pessoas honestas andarão sempre ligadas ao rock”, desclassificando o seu ex-colega Damon Alburn que “ainda está a espera de Coxon para um novo albúm dos Blur”. Alburn bem pode esperar sentado, perante um resistente que não renega a sua integridade em função de modas editoriais.&lt;br /&gt;“Love Travels At Illegal Speeds” é o sexto álbum de Coxon e sucessor de “Hapiness In Magazines” (2004). A palavra “sucessor”, de resto, não podia assentar melhor. O cariz punk injectado do melhor que foi feito nos anos 70 marca essa linha de sucessão que salteia “Love Travels At Illegal Speeds” do princípio ao fim. Coxon quase nos seus 40 anos, não esquece o espírito de 77 com óbvias marcas de Buzzcocks ou The Damned. As letras não deixam de reflectir isso mesmo, escritos sobre promiscuidade e rebeldia adolescente como se ele próprio fosse ainda um teenager. “Don´t Let Your Man Know” e “Gimme Some Love” são contos desse ideário onde o sexo e infidelidade marcam as relações próximas de um grupo de amigos. Estas duas canções são também duas das canções mais energéticas do álbum, onde riffs de guitarra embalam ambientes psicotrópicos.&lt;br /&gt;O momento chave de todo o álbum será talvez “Another State Of Mind”, momento tépido com uma transcendente slide guitar e vocalizações que acompanham o eco instrumental criando uma onda que transporta o ouvinte a um desses lugares solitários, belos e virgens que parecem ainda não ter sido colonizados pelo homem. A faixa que encerra “Love Travels At Illegal Speeds”, “See a Better Day”, é outra composição fabulosa que transpira maturidade e diversidade. De resto, não podia ter sido melhor escolha para encerrar o álbum. “See a Better Day” é uma excelente metáfora para classificar o presente trabalho de Coxon, um exercício maduro de quem se está a borrifar para o que o mundo possa pensar de si e apenas quer escrever música como instinto primordial. Um niilista dos tempos modernos.&lt;br /&gt;“Love Travels At Ilegal Speeds” é um daqueles grandes álbuns que apesar de não ter daquelas canções orelhudas chama instantaneamente a nossa atenção tal qual quando ouvimos um lobo a pregar à lua cheia. È uma obra a ter em atenção por todos os motivos racionais e irracionais. Pela elasticidade, vigor e surrealismo que as suas composições carregam aos ombros, Graham Coxon podia ter muito bem sido um companheiro de John Lydon nos Public Limited Image ou membro dos Swans. O certo é que foi membro dos Blur. Quem diria? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114951230317000769?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114951230317000769/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114951230317000769' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114951230317000769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114951230317000769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-divulgar.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114925538498524658</id><published>2006-06-02T14:32:00.000+01:00</published><updated>2006-06-02T15:42:49.816+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Um sonho nas palavras&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na falta de flores, dou-te estas palavras, que revelam a ansiedade dessa nudez distante do olhar, que fazem engravidar os dias no ventre da memória. Recordo-me agora, da possível queda das palavras no silêncio, mas com o agitar dos dedos descubro o inesquecível labirinto do teu corpo. De um só fôlego a tua imagem despe-se do sonho, e ébrio fico, como se nada houvesse acontecido, o orgasmo despede-se e fico a espera do acaso apetecidamente, à espera que outro dia venha com um convite, para descobrir os lugares mais serenos do teu corpo, a louca frescura da tua boca, o sabor absoluto, no toque dos lábios que se beijam. Por um instante o arrepio breve, de um olhar húmido, sobre a nítida lucidez da noite, e logo se torna monótono. Quero quebrar este silêncio, mas só nas dunas do sonho te invento, como se fustigados fossem os olhos quando te vejo … como se em meu olhar tu estivesses…&lt;br /&gt;De um só fôlego essa imagem … que procuro percorrer pelas veias das palavras, na derradeira esperança de um murmúrio breve, dessa voz que acende este fogo e leva à consolidação das chamas do coração. Como se em viagem fosse, sigo essas (invisíveis) gotas de suor que o teu corpo liberta e me indicam, que o caminho a seguir, pare te encontrar é subir o itinerário do eu sobre a infinidade desta chama interior que serenamente arde no peito.Num instante o vazio da folha é preenchido por tantas letras, linha a linha o espaço fica repleto de desejos que levam à reflexão de como conseguir por instantes um beijo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114925538498524658?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114925538498524658/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114925538498524658' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114925538498524658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114925538498524658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/06/re-ler.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114907475126688785</id><published>2006-05-31T12:21:00.000+01:00</published><updated>2006-05-31T12:29:15.910+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/skinhead.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/skinhead.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As origens e confusões do movimento “skinhead”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a generalidade dos cidadãos, a palavra “skinhead” tem de imediato conotações malditas: cruzes suásticas, violência organizada, ideais fascistas. Falar de “skins” leva invariavelmente a falar de racismo e de morte. Por tudo isso o movimento “skinhead” tem hoje em dia um mau nome na opinião pública. A comunicação social, alguns sectores da sociedade civil e as ciências sociais, eles próprios nunca se deram ao trabalho de clarificar a questão. O facto de alguns “neo-fascistas” que de um momento para o outro resolveram chamar-se a eles próprios de “skinheads”, coisa que “nunca foram, não são, nem nunca serão”, também não ajuda na resolução da questão.&lt;br /&gt;O movimento “skinhead” é um dos fenómenos juvenis mais ricos e diverso, tanto no sentido musical como estético, mas o melhor será mesmo rever os acontecimentos históricos que levaram ao início deste movimento. Em 1962 a Jamaica, depois de largos anos de domínio colonial britânico que deixou o país num estado de miséria, pobreza e degradação estrutural (à excepção de alguns locais de interesse turístico), finalmente assegura a sua independência. O cenário com que os jovens se deparam na nova nação é assim um marasmo de desespero e de falta de soluções simultaneamente. Com uma vida sem futuro vão migrando para as cidades, onde se podiam encontrar casas alugadas pelo governo, ou na pior das hipóteses, se podiam construir barracas para viver nos subúrbios de Kingston. Deste modo, começam a surgir os guetos de Shanty Tow, Trencttown, entre outros, onde se formam gangs de jovens delinquentes, arruaceiros e traficantes de marijuana. Mas dos guetos surgem também novos ritmos influenciados pelo Jazz e rhytm &amp; blues; primeiro o Ska (musica do movimento Skin), depois o Rock Steady e mais tarde o Reggae. Logo apareceram bandas como os Skatalites e vocalistas fantasticamente poderosos de onde se destacam Lee Perry e Lord Creator, cujas letras reflectem o quotidiano de violência e miséria que se vivia nos subúrbios. Estes tinham como público os “Rude Boys”, que se vestiam de forma elegante imitando os seus heróis de filmes de gangsters, sendo eles para muitos os primitivos “skinheads”.&lt;br /&gt;Como a situação económico-social era insustentável na Jamaica não havendo trabalho suficiente para todos e os que existiam não garantiam grande segurança de sustentabilidade financeira, alguns grupos populacionais partem para a Inglaterra onde se estabelecem maioritariamente nos bairros operários. È desta integração nos bairros através duma interacção social com jovens britânicos e com trocas interculturais, especialmente com os “mods” apreciadores de Soul e R&amp;B, que vai nascer o movimento “skinhead”.&lt;br /&gt;Por esta altura, no entanto, o movimento “mod” estava dividido. Com o aparecimento da era psicadélica e dos hippies, parte do movimento “mod” toma uma oposição radical a essas tendências incorporando em si uma atitude estética mais agressiva. É então que nascem os “Hard mods” ou “Suedeheads”. “Rudeboys”, de origem jamaicana e “Suedeheads”, de origem britânica, aos poucos vão se misturando nas ruas, pubs, festas, estádios… e assim nasce o movimento “skinhead”. Cabelo curto, scooters, roupa com estilo e música negra é o que domina o espírito de 69 numa mescla de jovens brancos e negros influenciados pela cultura jamaicana.&lt;br /&gt;Durante os anos 70 o movimento acalma um pouco dando lugar ao fenómeno “punk” que assume o protagonismo entre as sub-culturas juvenis. Mas no final dessa época e início dos anos 80 houve um ressurgir da cena com um sentimento ainda mais operário. É o revivalismo do ska que ficou conhecido como de “two tones” em consequência das músicas de dois acordes que eram interpretadas pelas bandas e por ser o nome de uma editora discográfica onde habitavam nomes como os Specials, Selecter, Beat ou Bad Manners e onde depois se foram integrando bandas como Angelie, 4 Skinse e Business?,. Surge a corrente “Oi!”, um estilo musical 100% operário, de rua, paralelo e muito semelhante ao “punk”, mas mais radical nas suas críticas contra o sistema social estabelecido e contra a política feita nos parlamentos. O “Oi!”, assume-se então como a música preferida dos “skins”, a face mais visível da herança do "Two Tone" (2tons,branco&amp;amp;preto). Segundo Gerrard Lindsay, deriva da interjeição cockney "hey!", contracção do grego "oi polloi" (gente comum), e foi a forma que o jornalista inglês Gary Bushell encontrou, nos fins dos anos 70, para designar a música das bandas de rua que tentavam fazer o contraponto do “plastic punk” em voga na altura.&lt;br /&gt;É precisamente nesta altura que partidos políticos de extrema-direita (British Movement e National Party) roubam a imagem “skinhead”, passando jovens pertencentes a estes partidos a adaptar o estilo “skin” sem se interessarem em saber o que era realmente o movimento, mescla de várias culturas e estilos musicais. A este novo tipo de sub-cultura os “punks” e “skinheads” de raiz chamaram “boneheads”. “Bonehead” é literalmente: cabeça de osso. Sinónimo de "parvo", "cabeça-dura", é a designação que os skinheads dão aos “nazi-skins”. Simplificado, bones (ossos), é o diminutivo mais depreciativo da comunidade. São nazis, racistas, fascistas e defendem valores patológicos como a disciplina, o integralismo católico, a desigualdade, o militarismo, que nada tem a ver com o movimento “skinhead” original.&lt;br /&gt;Esta nova tendência vai interessar os meios de comunicação que se encarregam de a espalhar por toda a Europa, sem no entanto terem o cuidado de fazer a devida destrinça. Por todas estas razões no final dos anos 80 nasce uma organização não racista fundada nos Estados Unidos com o objectivo de informar a opinião pública sobre a verdadeira cultura “skinhead” e desmascarar os impostores “boneheads”(nazi-skins). È também seu objectivo expulsar os “boneheads” dos bairros por todos os meios necessários. Esta organização chama-se S.H.A.R.P, (skinheads against racial prejudice), ou melhor, em português (skinheads contra a discriminação racial), uma organização com o objectivo de difundir a autêntica cultura “skinhead” multirracial e policultural e de erradicar a má fama que os meios de comunicação e a extrema-direita têm dado ao movimento “skin”.Para atingir os seus fins publicam fanzines, distribuem música, organizam concertos e encontros. Em Portugal, este fenómeno também teve o seu impacto e da mesma maneira não se soube analisar a questão com a devida cientificidade necessária. A "SHARP" tem uma secção portuguesa desde 1995.&lt;br /&gt;Para além da “SHARP”, aparece também a organização RASH (Red and Anarchist Skin Heads) que agrupa “skinheads”, comunistas, anarquistas, socialistas e antifascistas, superando divergências políticas, para combater o inimigo comum: o estado burguês, o capitalismo e sus servidores fascistas. RASH une todos os que se reconhecem no espírito de 69, e 77, não apenas skins, mas também “rudes”, “mods” e “punks”. A RASH pretende lutar contra a deformação da cultura “skinhead” tal qual os seus semelhantes da “SHARP”.&lt;br /&gt;Um nazi nunca será de maneira alguma, um “skinhead”. Os verdadeiros “skinheads” não têm preconceitos raciais, até porque este estilo de vida nasceu precisamente de uma fusão de culturas entre ingleses brancos e jamaicanos. Nem todos os anti-racistas são “skins” mas todos os “skins” são anti-racistas. A história demonstra os factos de uma forma inegável e por isso não se compreende a atitude irresponsável dos meios de comunicação social perante tal situação. Está na altura dos meios de comunicação social fazerem uma pesquisa e assumirem que estiveram errados ao chamarem de “skinheads” a grupos nazis. Se tal não acontecer, é necessário questionarmo-nos sobre essas razões. Será que essa confusão interessa alguém? ou brota da simples irresponsabilidade? Uma situação semelhante está acontecer no mundo do metal (este enraizado no “blues” e no “punk”) que progressivamente tem sido cada vez mais conotado com a extrema-direita. Também aqui não se tem feito o esforço necessário para se clarificar o fenómeno.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114907475126688785?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114907475126688785/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114907475126688785' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114907475126688785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114907475126688785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-divulgar_31.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114891555459716924</id><published>2006-05-29T16:10:00.000+01:00</published><updated>2006-05-29T16:12:34.620+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/neilyoung_livingwithwar.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/neilyoung_livingwithwar.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Neil Young-“Living With War”(2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bush mentiu. Nem mais. Não existiam armas de destruição massiva escondidas na posse de Saddam Hussein. Tudo não passou de um truque para camuflar os verdadeiros motivos da guerra no Iraque: o controle de recursos naturais.&lt;br /&gt;“Living With War” é a maneira mais arrojada que Neil Young encontrou para desmascarar a mentira e simultaneamente atacar a actual politíca externa da administração Bush.” Let’s impeach the president for lying, And misleading our country into war, Abusing all the power that we gave him, And shipping all our money out the door”, canta em “Let´s Impeach The President”. Melhor ainda é a astúcia em “Shock and Awe”, um relato dos horrores da guerra:”Thousands of children scarred for life, Millions of tears for a soldier's wife, Both sides are losing now, Heaven takes them in, Thousands of children scarred for life “O autor de “Zuma” não limita apenas as suas critícas ao governo, ele extende-as ao eleitorado que o apoiou. A canção "The Restless Consumer" é sintomática disso mesmo: “The restless consumer flies, Around the world each day, With such an appetite for taste and grace/The restless consumer lies, Asleep in her hotel, With such an appetite, For anything that sells." Mas no meio de tanto disparo certeiro deixa ainda um sinal de esperança em “América The Beautiful”. &lt;br /&gt;As crónicas rezam que “Living With War” foi escrito, produzido e gravado em apenas 9 dias. Uma correria intensa, portanto. Contudo, nada no álbum parece indicar que as coisas tenham sido executadas á pressa. Claro, que também sabemos que Neil Young nunca gostou que os seus trabalhos de estúdio fossem demasiado polidos e sobre-produzidos. Há um equilíbrio notório no disco, o que o torna no melhor álbum do canadiano desde “Freedom” ou “Ragged Glory” estando também próximo de registos como “Mirror Ball”.&lt;br /&gt;As críticas dos balofos cidadãos norte-americanos a “Living With War” não demoraram muito infestando a “neutra” comunicação social. Os comentários mais incríveis “denunciavam” logo que Young é um simples canadiano empertigado, não tendo sequer o direito de dar uma opinião sobre um país que não é o seu. Felizmente que gente como os Pearl Jam, os Sonic Youth ou actores como Charlie Shenn, deram logo a mão ao músico salientando o facto de ele viver à já 35 anos na Califórnia, ironicamente á tanto tempo quanto Arnold Schwarzenneger, um dos apoiantes mais mediáticos da “carraça” Bush.&lt;br /&gt;Líderes políticos da história da América como Jefferson ou Thoreau enfatizaram sempre que a mais digna forma de patriotismo é o protesto contra os governantes que corrompem os ideais de uma nação. O que acontece no tempo recente é a destruição desses mesmos ideais baseados na democracia e liberdade pelos políticos que estiveram na cadeira do poder. De Kennedy a Bush, a tortura, as prisões secretas, detenções ilegais, o imperialismo e militarismo tem estado sempre ligadas aos Estados Unidos, que é mesmo considerado por esse mundo fora como a maior ameaça da paz internacional suplantando inclusive a ameaça terrorista. Neil Young é um desses patriotas, corajoso na denúncia da governação corrupta de Bush e seus pares. Se existirem tantos como o Young então “Living With War” não será apenas um mero disco de protesto mas um símbolo para o augúrio de novos ventos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114891555459716924?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114891555459716924/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114891555459716924' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114891555459716924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114891555459716924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-divulgar_29.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114864807042044715</id><published>2006-05-26T13:52:00.000+01:00</published><updated>2006-05-26T13:54:30.436+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Por uma nova forma de vida.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta-me de alguma forma poder ajudar esses olhos cansados, de enxada na mão, que trabalham a terra que lhes vão roubar para acreditar que esta terra encerra todo o meu bem querer, para me fazer à guerra, para acabar com as vãs promessas, porque tudo à nossa volta se transforma, o dia sempre desponta, bom ou mau, mas desponta. Não acredito que é preciso penar para aprender a viver, só é preciso saber o que tem ou não valor.&lt;br /&gt;Hoje o mundo é o revés de um sonho, quer-se sempre das coisas a razão, mas esquecemo-nos que quase nada tem razão, deixamos que nos tentem roubar os dias, que nos tentem calar à força, é verdade que ninguém disse que os dias eram nossos, mas também nunca disseram que não o eram, por isso penso que podemos andar por aí perdidos no rumo do mundo, entre golpes de raiva e ternura, entre carícias fugazes e horrores, só não podemos andar com a alma amordaçada na palma da mão, porque amanhã não se sabe o que virá. Se vai nascer um novo dia, ao menos que valha a pena, porque temos que viver aqui muitos mais, nesta Pátria de pouca fortuna, onde criticar é um desporto, Pátria de atrozes realidades, onde as decisões oficiais parecem que saem das carpideiras viúvas – essas personagens de assombro que se vão desagregando no tempo presente – durante as discussões da mercearia, é assim esta Pátria de artifícios, que nunca é capaz de te ajudar, só de usar-te. Embora sejam muitas as vidas futuras, descubro que os dias estão do avesso, mas enfim de uma escolha faz-se um desafio e &lt;em&gt;em vez do insulto, do boicote ou da ameaça&lt;/em&gt;, deve-se enfrentar a vida de fio a pavio, esperando que não seja preciso trazer o ódio nem espingardas, nem ferir com facas e lanças, não seja preciso deixar esta Pátria a ferro e fogo e muito mais, para conseguir um augúrio de bonança, para acabar com o antro da camada aristocrata que se encontra adormecida, a viver uma vida de mentira, protegida por essa cidade, esse muro, por soluções de fachada numa sempre diversa realidade, onde tentam tirar-nos a liberdade.&lt;br /&gt;Será que isto vai ter fim?&lt;br /&gt;Será que tem mesmo de ser assim?&lt;br /&gt;Deve ser isto a sociedade?&lt;br /&gt;São estes os valores que devem reinar?&lt;br /&gt;Será que Deus é a solução?&lt;br /&gt;Nestas palavras deixo-vos a minha alma, os meus sonhos, angustias, esperança e ilusão, as minhas lágrimas e dor, o meu silencio, os meus gritos, anseios e calma e até o meu coração, este humano coração com mais verdade e que ainda nem sabe a força que tem, mas sabe que não será só com palavras que sobrevivemos nesta sociedade, onde só existe futilidade, que julga que o tempo só tem sentido na procura de uma jóia de imitação, justamente só se preocupa com as imitações e já que a nossa sorte não muda, não podemos ficar à espera que salte a rolha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114864807042044715?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114864807042044715/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114864807042044715' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114864807042044715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114864807042044715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-ler_26.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114856632620845804</id><published>2006-05-25T15:08:00.000+01:00</published><updated>2006-05-25T15:12:06.230+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/aliceinchains%20dirt.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/aliceinchains%20dirt.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alice In Chains e o prenuncio de um fim com &lt;em&gt;Dirt&lt;/em&gt;(1992)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O grunge e o rock estavam num turbilhão permanente em 1992, álbuns com grande impacto sucediam-se quase em catadupa: Nevermind – Nirvana, Ten – Pear Jam, Black Álbum – Metallica, Badmotorfinger – Soundgarden, Wretch – Kyuss, Dirty – Sonic Youth, Core – Stone Temple Pilots, Blood Sugar Sex Magik – Red Hot Chili Peppers, entre outros, marcavam ouvintes um pouco por todo o lado…e foi neste caldeirão que surgiu Dirt, o segundo álbum da carreira dos Alice In Chains. Apesar  do airplay nas rádios, das excelentes críticas e vendas nos Estados Unidos, chegando o disco ao nono posto da tabela da Billboard, na Europa a recepção a Dirt foi quase underground não fosse a coincidência de os AIC pertencerem a Seattle, a mesma cidade dos Nirvana e Pearl Jam. Esse facto é perceptível pelas baixas vendas registadas nas tabelas europeias e pelas críticas desinteressadas das principais revistas da especialidade. Recordo-me em especial da crítica do blitz que referia “não há pachorra para mais uma banda grunge”. O ambiente juvenil do secundário e preparatório da época (o qual eu fazia parte), de resto, não desmentiam essa evidência. A batalha de popularidade entre bandas era travada entre os fãs de Nirvana e fãs de Pearl Jam com os fãs de Metallica á mistura descarregando nos anteriores. Os Alice In Chains eram assim uma banda pouco popular em 1992 mesmo já com Dirt nas ruas.&lt;br /&gt;Ainda assim, criou-se um culto bastante especial pela banda, sobretudo entres fãs mais ligados à vertente metal. Camaleonicamente eram os novos Black Sabbath, ou Led Zeppelin, ligação facilmente explicada pelas óbvias referencia que os AIC tinham das bandas anteriores. Jerry Cantrell e Layne Staley tornavam-se numa dupla de excepção comparável a duplas como Bon Scott/Angus Young dos AC/DC ou Jimmy Page/Robert Plant dos Led Zeppelin. As qualidades de Cantrell na guitarra impressionavam pela criatividade e versatilidade únicas, criadoras de riffs com camadas melódicas mágicas, quase sobrenaturais, enquanto que Staley tinha aquela voz impressionante que parece que vai falhar a todo momento mas que se cola à nota infinitamente. A adicionar temos ainda as capacidades líricas de ambos que compõe a paisagem para o mundo AIC. Seria injusto, no entanto, não referir o papel de Sean Kinney (baterista) e Mike Starr (baixista), também importantes na construção da sonoridade única dos AIC. O estilo meticuloso de Kinney e a capacidade de improvisação de Starr completavam o puzzle.Dirt é permanentemente analisado como um álbum conceptual, girando em torno de uma simbologia acorrentada ao mundo niilista das drogas, da morte, da solidão e do desespero. E inevitavelmente isso é verdade. Canções como “Angry Chair”, “God Smack” ou “Junkhead” reflectem as ligações de Cantrell, Layne e Starr com o mundo distorcido das drogas. Starr abandonou a banda precisamente por não conseguir lidar com elas; Layne teve um destino fatal em 2002 em consequência de uma overdose. A letra de “Junkhead” não podia ser mais explicita:”What's My Drug Of Choice? Well, What Have You Got?” ou então a de “God Smack”:”Stick Your Arm For Some Real Fun”. Quanto ao niilismo, esse é mais que evidente em “Down In A Hole”, com o famoso refrão: “Down in a hole, loosing my soul, down in a hole, losing control, I´d like to fly, but my wings have been so denied” ou em “Them Bones”:”I feel so alone, gonna end up a big ole pile a them bones”. Curioso é que os AIC, não esquecem a questão do Vietnam, num período de ressaca da Guerra do Golfo, através de Rooster, que relata a participação do pai de Cantrell no conflito: “Wife and kids and a household pet, arny green was no safe bet, the bullets scream to me from somewhere”.Nunca um álbum foi tão clarividente neste universo de depressão e angústia, mas a energia que transborda das melodias e harmonias suplanta esse negativismo, germinando uma simbiose transcendente de vibração e emoção. Canções como “Would” ou “Them Bones” são nutrientes vitais da história do rock e a sua força contagiante é inegável. Simultaneamente funcionou como premonição, antevisão do futuro, qual Nostradamus, à semelhança de “Unknown Pleasures” e da consequente morte de Ian Curtis. “Dirt” previu a morte de Kurt Cobain, do próprio Layne e o fim dos Alice In Chains, bem como o calar do grito de uma geração perdida nos meandros da toxicodependência.Ao longo do tempo “Dirt” ganhou o seu espaço entre os álbuns mais importantes de sempre tornando-se peça fundamental da mecânica rock-grunge, quer pelos fãs de raiz, pela legião de ouvintes conquistados ao longo dos anos, quer pela influência directa em muitas bandas da actualidade. O frenesim actual gerado pela actuação da banda em Lisboa é sinal disso, mesmo sem Layne no papel de vocalista.“Dirt” foi mais que uma simples gravação, foi uma experiência única, foi uma juventude inteira e é uma herança fundamental a passar para gerações futuras. “Dirt” é o criador de um mito chamado Alice In Chains que permanecerá para sempre nas nossas memórias e corações.  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114856632620845804?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114856632620845804/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114856632620845804' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114856632620845804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114856632620845804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-divulgar_25.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114848466591074902</id><published>2006-05-24T16:27:00.000+01:00</published><updated>2006-05-24T16:37:00.190+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;De onde vêm esses sorrisos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde vêm esses sorrisos?&lt;br /&gt;Poder mental exagerado&lt;br /&gt;Com falta de se ser amado&lt;br /&gt;Estranho comportamento&lt;br /&gt;Em geito maradoDe quem nunca foi amado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde vêm esses sorrisos?&lt;br /&gt;Em harmonia inquietante&lt;br /&gt;Numa procura interessante&lt;br /&gt;Estranho comportamento&lt;br /&gt;Em geito incessante&lt;br /&gt;De quem é um pouco arrepiante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde vêm esses sorrisos?&lt;br /&gt;Conformismo face à questão&lt;br /&gt;Pelo perigo de desilusão&lt;br /&gt;Estranho comportamento&lt;br /&gt;Que com emoção&lt;br /&gt;Vai assustando o coração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vítor Cardoso&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114848466591074902?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114848466591074902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114848466591074902' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114848466591074902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114848466591074902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-ler_24.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114830788758382613</id><published>2006-05-22T15:09:00.000+01:00</published><updated>2006-05-22T15:42:16.293+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/couverture.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/couverture.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Nouvelle Vague&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marc Collins e Oliver Libaux, dois produtores multi-instrumentalistas franceses, começaram a trabalhar juntos em 1998. Apaixonados pelo período pós-punk e pré-gótico da era musical do final de 1978 e inícios de 1981, ambos queriam (e conseguiram) realizar um projecto único e inovador. Para tal, convidaram músicos de várias partes do mundo (6 franceses, 1 brasileiro e 1 nova-iorquino) para interpretar temas que inacreditavelmente desconheciam da referida época! Mas a ideia era mesmo essa: interpretar temas como “Love will tear us apart” dos &lt;strong&gt;Joy Division&lt;/strong&gt;, “A Forest” dos &lt;strong&gt;The Cure&lt;/strong&gt; ou “Teenage kicks” dos &lt;strong&gt;The Undertones&lt;/strong&gt;, com um arranjo fresco, delicioso e totalmente diferente do tema original! E isto só seria possível se os músicos não tivessem influências do Punk/Gótico dos 70´s e 80´s para não haver o risco de “colagem” musical; que é algo que vulgarmente ocorre em bandas que fazem covers.&lt;br /&gt;Assim nasceram os &lt;strong&gt;Nouvelle Vague&lt;/strong&gt;, em Português: “bossa nova”. E é de bossa nova que estamos a falar, ou melhor, eu diria mesmo “Nova-Jazz”! As letras são belas, pesadas, obscuras e/ou deprimentes, os instrumentos emanam melodias quentes e com ritmo próprio da bossa nova e as vozes acompanham com um toque de doçura, cheias de emoção. O resultado é o emergir de um amor nostálgico. Realço para a beleza das vozes de Eloisia e Camille.&lt;br /&gt;O primeiro trabalho dos &lt;strong&gt;Nouvelle Vague&lt;/strong&gt; foi editado em 2004 e continha interpretações de “Just can´t get enough” dos &lt;strong&gt;Depeche Mode&lt;/strong&gt;, “Guns of Brixton dos &lt;strong&gt;The Clash&lt;/strong&gt;, “Too drunk to fuck” dos &lt;strong&gt;The Dead Kennedy´s&lt;/strong&gt;, “Marian” dos &lt;strong&gt;Sisters of Mercy&lt;/strong&gt;… etc.&lt;br /&gt;O segundo, e mais recente trabalho dos &lt;strong&gt;Nouvelle Vague&lt;/strong&gt;, foi editado este ano e visitam Portugal nesta digressão no dia 4 de Agosto. Do “Band à part”, assim se chama o álbum, estão temas como “The Killling Moon” dos &lt;strong&gt;The Echo and the Bunnyman&lt;/strong&gt;, “Ever fallen in love” dos &lt;strong&gt;The Buzzcocks&lt;/strong&gt;, “Blue Monday” dos &lt;strong&gt;New Order&lt;/strong&gt; , “Bela Lugosi´s dead” dos &lt;strong&gt;Bauhaus&lt;/strong&gt;… e muitas outras surpresas, semrpe com uma qualidade musical excepcional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os &lt;strong&gt;Nouvelle Vague&lt;/strong&gt; podem ser ouvidos no seu site oficial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="www.nouvellesvagues.com"&gt;http://www.nouvellesvagues.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Vítor Cardoso&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114830788758382613?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114830788758382613/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114830788758382613' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114830788758382613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114830788758382613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-divulgar_22.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114812204653067665</id><published>2006-05-20T11:42:00.000+01:00</published><updated>2006-05-22T15:08:02.093+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/devo%20are%20we%20not%20men%20we%20are%20devo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 155px; CURSOR: hand; HEIGHT: 174px" height="200" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/devo%20are%20we%20not%20men%20we%20are%20devo.jpg" width="174" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Devo e o conceito “de-evolution” em&lt;br /&gt;“Q: Are We Not Men? A: We Are Devo!”(1978)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Enquanto em Inglaterra uns tais de Sex Pistols arrasavam com o moralismo da sociedade britânica através do punk duro de guitarras ruidosas e vocalizações corrosivas, nos Estados Unidos uns tais de Devo pegavam no punk mecânico de ritmos aparvalhados e saltitantes, sustentado em sintetizadores (para além da santíssima trindade do baixo, guitarra e bateria), para cumprir semelhante tarefa: a de desnudar a verdadeira América, construída sob alicerces de paranóia, esquizofrenia e consumo. Esta é base teórica de “Q: Are We Not Men? A: We Are Devo!”. O próprio nome da banda, Devo, é uma alegoria das estruturas sociais norte-americanas, um ataque à consciência colectiva programada e mecânica dos cidadãos yankees. Devo é a subversão do conceito de evolução. É a “de-evolution”. A desumanização pelo comportamento robótico das massas alienadas pelo artifício do bom e do belo que é o consumo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/devo1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 104px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px" height="155" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/devo1.jpg" width="153" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/devo1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/devo1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/devo1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Space Junk”, uma análise surrealista do consumismo moderno, e “Too Much Paranoias”, um aforismo da paranóia tecnológica, são magníficos specimens dessa “de-evolution”, que se destapa ainda mais em “Praying Hands”, uma canção sobre a obsessão patética por sexo, ou em “Jocko Homo”, um sarcasmo da evolução. Mas a canção mais emblemática, quer pelo seu baixo pulsante (a lembrar Nirvana) e melodia angular, quer pela sua vertente lírica, é sem dúvida “Mongoloid”. A música é a explosão de todo o complexo cerebral Devo, uma desconstrução pop de incrível creatividade, pulsante a cada centésimo de segundo; “mongoloid he was a mongoloid happier than you and me, mongoloid he was a mongoloid and it determined what he could see, mongoloid he was a mongoloid one chromosome too many, mongoloid he was a mongoloid and it determined what he could see, and he wore a hat and he had a job…”. Não admira pois que diversas bandas tenham feito versões de “Mongoloid”, de entre as quais fazem parte os Sepultura.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/devo2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/devo2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A banda de Akron (Estado de Ohio) liderada por Mark Mothersbaugh nunca chegou a um sucesso considerável nas tabelas de venda, nem mesmo com “Q: Are We Not Men? A: We Are Devo!”, o álbum mais inspirado de toda sua a carreira. O melhor que conseguiram foi um médio airplay na MTV com “Whip It” de Freedom Of Choice” (1980), isto apesar dos esforços de Iggy Pop e David Bowie, dois fãs da banda que lhes conseguiram inclusive um contrato discográfico com a Warner em meados dos anos oitenta. Mas para os Devo a fama nada importava. Importante sim era a ética punk, a independência musical liberta de modas em simbiose com a sátira acutilante dos costumes sociais. Talvez seja essa a razão porque a indústria musical nunca os tenha abraçado fortemente, e talvez por isso, também, tenham caído no esquecimento da história.À semelhança dos Wipers, os Devo fazem parte desse panteão subterrâneo de bandas excepcionais ignoradas. Ao mesmo tempo “Q: Are We Not Men? A: We Are Devo!” é um dos melhores álbuns de sempre apesar de não fazer parte dessas ridículas listas de álbuns elaboradas pela mais fina-flor da crítica musical. Estranho não é, então, ver bandas como os Soundgarden, Nirvana e Sepultura fazerem covers de músicas do grupo. A sonoridade mecânico-robótica aplicada na técnica “de-evolution” é um dos grandes feitos do rock e dos Devo, sempre fresca e excitante a cada audição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114812204653067665?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114812204653067665/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114812204653067665' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114812204653067665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114812204653067665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-divulgar_20.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114804900928228927</id><published>2006-05-19T15:26:00.000+01:00</published><updated>2006-05-19T15:30:09.306+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Sentimento é razão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como odeio esta amorosa obcessão&lt;br /&gt;São pretas e brancas as tábuas do meu caixão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é fraca a força mental&lt;br /&gt;Esquartejada pelo sentimento irracional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como são robustas as árvores desta floresta&lt;br /&gt;Altas e negras, na escuridão nada resta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só tu.&lt;br /&gt;Amor e ódio.&lt;br /&gt;Força e fraqueza.&lt;br /&gt;Sentimento é razão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é doce a amargura obcessiva&lt;br /&gt;Sem sentido sensitivo nesta vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é confusa a simplicidade para mim&lt;br /&gt;No superficial não vejo o fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como são robustas as árvores desta floresta&lt;br /&gt;Altas e negras, na escuridão nada resta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só tu.&lt;br /&gt;Doce e amargo.&lt;br /&gt;Simplicidade e confusão.&lt;br /&gt;O SENTIMENTO É RAZÃO !!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vítor Cardoso&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114804900928228927?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114804900928228927/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114804900928228927' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114804900928228927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114804900928228927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-ler_19.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114794727222365012</id><published>2006-05-18T11:07:00.000+01:00</published><updated>2006-05-18T11:14:32.223+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/cartaz%20final.8.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/cartaz%20final.4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114794727222365012?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114794727222365012/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114794727222365012' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114794727222365012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114794727222365012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-divulgar_114794727222365012.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114788325652829996</id><published>2006-05-17T17:24:00.000+01:00</published><updated>2006-05-17T17:27:36.543+01:00</updated><title type='text'>(re)ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“s/t”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a simplicidade das formas&lt;br /&gt;que nos deslumbram o olhar&lt;br /&gt;de te ter&lt;br /&gt;ancorada a mim&lt;br /&gt;de não ter saudade&lt;br /&gt;de sermos sós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sentir a tua imagem&lt;br /&gt;do corpo que percorro&lt;br /&gt;em sensações multifacetadas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114788325652829996?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114788325652829996/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114788325652829996' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114788325652829996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114788325652829996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/reler.html' title='(re)ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114770519534454705</id><published>2006-05-15T15:50:00.000+01:00</published><updated>2006-05-15T15:59:55.356+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/rather%20ripped.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/rather%20ripped.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sonic Youth&lt;br /&gt;“Rather Ripped”(2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando li uma entrevista recente de Kim Gordon, a baixista dos Sonic Youth, referindo que a banda iria regressar ás origens com “Rather Ripped” mal consegui dormir com tanta expectativa, sendo eu um fiel fã dos Sonic Youth há 12 anos, esperando ansiosamente o lançamento do álbum para o devorar completamente. Chegado o dia, não podia ter maior desilusão. As primeiras 2 músicas, “Reena” e “Incinerate” ainda provocam uma sensação agradável, mas á medida que o novelo se desenrola fiquei completamente enlaçado naquelas expressões faciais de “surpresa pela negativa”. Pensei: “Cristo, ao que chegaram os Sonic Youth?”&lt;br /&gt;Os Sonic Youth soam a uma banda que soam a Sonic Youth mas que não o são na realidade. Soam a uma banda de imitadores de Indie rock que não sabem muito bem misturar os ingredientes. Não fosse pelas vozes de Lee Ranaldo, Kim Gordon e Thurston Moore e jamais me aperceberia que eram de facto “A BANDA”. “Rather Ripped” soa a bastante desinspirado e isto não significa que as músicas soem mal, algumas delas até não são más de todo e rockam, mas existe uma sensação esquisita que não se pode explicar. Só se pode explicar pelo método comparativo, acho. Quem conhece álbuns como “Daydream Nation”, “Goo” ou “Dirty” perceberá do que falo. Em resumo há um certo psicadelismo, energia, garra que falta. O que tornava os autores de “dirty boots” especiais, evaporou-se.&lt;br /&gt;Parece-me que “Rather Ripped” pode ser o álbum mais desinspirado da banda Nova-Iorquina e concerteza vai dividir os fãs, à semelhança do que aconteceu com os Smashing Pumpkins aquando do lançamento de “Adore” em 1998. Pode ser que o futuro reserve ainda algo de especial, mas a julgar por “Sonic Nurse”(2004) e “Rather Ripped” a esperança vai esmorecendo.&lt;br /&gt;Nota: A quem ainda não conheça a banda aconselha-se a discografia até “Washing Machine”(1996)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114770519534454705?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114770519534454705/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114770519534454705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114770519534454705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114770519534454705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-divulgar_15.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114744114273562137</id><published>2006-05-12T14:32:00.000+01:00</published><updated>2006-05-12T15:18:48.276+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Convite&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vi o teu futuro, e o medo mora contigo, ninguém sabe o que fazes quando deitado, que gritas no espaço fitado, quando tens medo de te dar, que nunca aceitaste um convite, que deixaste de pensar e aceitas quando alguém quer à força ser dono de ti. Custa-me acreditar que tudo em ti deixou de ser, de existir, mas há-de chegar o dia em que vais querer parar e então não deixes fugir nem deixes passar, rasga essa mascara sufocante, ilumina o teu refúgio, e deixa entrar em ti essa chama invisível que incendeia o peito, para enfrentares tudo de novo, porque o tempo é pouco para seres só teu. Já se torna longa a espera, para te pores dentro dessa batalha sem te assustares com o fim, porque quanto mais o tempo passa mais contas te vão pedir, mais regras te vão impor, mas ambos sabemos que como eu, não queres os dias gastos assim, por isso faço este convite – vamos despertar, não chega só navegar pelas sombras, fazer juras, é preciso soltar as amarras que nos prendem ao passado e guardam esses quadros … de honra, onde só se aparece por convite, – favor – é preciso queimar essas leis onde se prendem as amarras e guardam esses quadros, é preciso acabar com os predadores desta selva.&lt;br /&gt;A selva inteira não me mete medo, porque no ar há uma força em segredo, que me faz reconhecer o perigo, o mal, que me faz sentir invisível e desafiante, que me faz ir aguentando esta guerra feroz que nos domina, enquanto a boca murmura tormentos que a esperança pouco alcança. Certa vez alguém disse que &lt;em&gt;a democracia é o pior de todos os sistemas com a excepção de todos os outros&lt;/em&gt;, mas será realmente essa a verdade? Não será uma ilusão que se mantêm? Por mim prefiro gritar que há horas na vida em que é preciso lutar, para ter a justiça como lei, para acabar com essa magoa que transporta à miséria ambulante. A nossa luta pode ser a mesma, se a soldo de reacção acabarmos com a pose altiva desses que não passam de ratos de esgoto, com cães de luxo para lamber, que a grandes crueldades incitam, que oferecem barracas de lata para viver, a quem busca casa na cidade para levar os corpos cansados, que com a sua miséria fazem os outros enriquecer.&lt;br /&gt;Chegou a hora de mudar e deixar mudar essas negras leis que nos querem por quase no fim, e dê no que vier a dar , nunca poderá ser pior do que o que está, aquilo que vamos encontrar, chegou a hora de pedir que &lt;em&gt;desarmem a boa consciência arrogante, desarmem a condescendência, desarmem a incompetência, desarmem a intolerância, desarmem o preconceito, desarmem os campos minados da ignorância onde se infiltra friamente o preconceito&lt;/em&gt;, e pedir que não se esqueçam que somos todos iguais, que não devemos deixar que nos imponham outra condição que não seja a humana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114744114273562137?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114744114273562137/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114744114273562137' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114744114273562137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114744114273562137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-ler_12.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114726477433308872</id><published>2006-05-10T13:33:00.000+01:00</published><updated>2006-05-10T13:39:34.356+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Porquê da Pergunta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transporto uma interrogação nas mãos.&lt;br /&gt;A quem a posso passar?&lt;br /&gt;Quem ma pode tirar?&lt;br /&gt;Ou a resposta, quem ma pode dar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se a deixasse cair?&lt;br /&gt;Alguém a ia agarrar?&lt;br /&gt;E se me esquecesse dela no chão?&lt;br /&gt;Ia deixar de a sentir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sento-me a fitar as mãos.&lt;br /&gt;A interrogação não se mexe&lt;br /&gt;E perco a noção do tempo... da realidade&lt;br /&gt;Perco sentido de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concentrado em algo tão fútil&lt;br /&gt;Esqueço-me da vida e da morte&lt;br /&gt;Fico a sentir o presente.&lt;br /&gt;“Aquela” realidade auto-suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sente a mente ao sentir o corpo?&lt;br /&gt;Frustração!&lt;br /&gt;Irritação... Opressão!&lt;br /&gt;Reivindicação!! Falta liberdade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como me sinto ao olhar as minhas mãos?&lt;br /&gt;É estranho, por momentos... parecem deixar de ser minhas&lt;br /&gt;E na verdade não o são.&lt;br /&gt;Nada têm de meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pergunto o porquê da pergunta&lt;br /&gt;E faço questões face à questão&lt;br /&gt;E interrogo a interrogação&lt;br /&gt;E pergunto o porquê da pergunta&lt;br /&gt;E regresso ás mãos com a interrogação!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vítor Cardoso&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114726477433308872?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114726477433308872/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114726477433308872' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114726477433308872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114726477433308872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-ler_10.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114709134698274349</id><published>2006-05-08T13:21:00.000+01:00</published><updated>2006-05-08T13:34:56.756+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/you%20in%20reverse.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/you%20in%20reverse.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Built To Spill&lt;br /&gt;“You In Reverse”(2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo uma das bandas mais importantes da cena alternativa do inicio dos anos 90, espelhando a mesma energia e conquistando uma base de fãs tão sólida como os Pavement, os Built To Spill saem de um hiato de 5 anos com o seu novíssimo e forte álbum “You In Reverse”. O rock alternativo (ou a música alternativa) precisava urgentemente deste lançamento tal qual um diabético precisa de insulina, fruto do esmorecimento da força passada que se transferiu gradualmente para as bandas de Indie moderno sedentas de esboços de perfeição artística. “You In Reverse”, pega moderadamente nos aspectos mais visíveis desse Indie moderno, mas ao mesmo tempo recupera o legado do universo Built To Spill que, de resto, assalta o álbum intensamente.&lt;br /&gt;O início (“Going Against Your Mind”), desde logo irresistível, arrasa completamente com muito do trabalho realizado no mundo da guitarra alternativa feito actualmente com riffs ondulares conseguidos pela sobreposição de camadas melódicas e refrões orelhudos. As guitarras seguram a vela que alumia “You In Reverse” na quase totalidade das canções, especialmente em “Wherever You Go” uma daquelas canções que tem um cheirinho a rock clássico, mas também nos momentos mais calmos como na baladas “Trace” e “Saturday” onde as prestações do vocalista Doug Martsch fazem lembrar Perry Ferrel dos Jane´s Addiction. As vocalizações de Martsch, de resto, são um filamento que se dinamita na guitarra pondo a descoberto aquela sensação de que os vocalistas emo soam na verdade a algo patético e aborrecido quando comparados a outros. “Mess With Time” é um daqueles excelentes exemplos de prestação dinâmica onde o calmo dá lugar ao zangado.&lt;br /&gt;Os Built To Spill parece que adivinharam os regressos dos Sonic Youth e Dinosaur Jr às lides discográficas a julgar por “Conventional Wisdom” um pico noise de guitarras surrealistas que desembocam num daqueles solos ameaçadores que não deixam ninguém dormir descansado, e é por aqui que passa muito de “You In Reverse”, um cruzamento de riffs explosivos alicerçados numa bateria ribombante e solos espalhados dentro e fora das canções tal qual no imaginário Dead Kennedys.&lt;br /&gt;O novo esforço dos Built To Spill é um incrível regresso com a melhor da sonoridade alternativa para 2006, um excelente rasgo que dificilmente ganhará pó ou bolor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/builttospill  "&gt;http://builttospill.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114709134698274349?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114709134698274349/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114709134698274349' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114709134698274349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114709134698274349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-divulgar_114709134698274349.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114682859213447087</id><published>2006-05-05T12:18:00.000+01:00</published><updated>2006-05-05T12:29:52.163+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Manter alerta&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante a viagem põe-se o dedo na ferida e a alma berra, porque a esperança foi encontrada, por quem começou a acreditar que a coisa mais preciosa é a gente do real partir para a utopia e, conseguir erguer a liberdade a meio, é essa a luta no fundo.&lt;br /&gt;Eu que busco quem quiser, quero que se note que está na hora de acabar com esse dilema, porque eu sou melhor que nada e, é orgulho com certeza, saberes que pelo menos para ti serás alguém, quando agarras a madrugada nessas noites que são de insónia. Eu sei que a coisa esta difícil, mas por mim as coisas não ficam assim, pode parecer só paranóia, mania da perseguição mas ando em busca do tempo perdido, porque se não mata a fome, mata o frio, e desengane-se quem pensa que os tempos de servidão são tempos que já lá vão.&lt;br /&gt;Não me cortem as palavras, para dizerem o que eu não quero ouvir, porque só me fazem rir, não me tentem impor essas ideias, que me fazem perder a cabeça, mas não me fazem perder a razão, eu sou mesmo assim, vou até ao fim e não ousem sequer sonhar que fazem o que querem de mim, porque eu não me demoro, vou já sair por aí, a explicar esta situação que atormenta e mata, a situação de quem teve e hoje não tem, de quem pode até ter que deixar de comer – assim a vida vale a pena? – NÂO – e falem o que quiser que eu não mudo de opinião, porque há qualquer coisa que não bate certo, nessa conversa de fastio, porque afinal só se é livre de - dizer Bom Dia e fazer o que nos mandam. Efectivamente não gosto de aparências, e é sempre tudo tão diferente do que vejo, mas há-de chegar a hora em que serás obrigado a olhar para dentro e só assim vais descobrir que qualquer coisa te impede de ver ao espelho, vais descobrir que o caminho para trás está vedado é à tua frente tens um muro, vais descobrir que afinal a culpado és tu por estares sempre a mentir-te.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114682859213447087?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114682859213447087/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114682859213447087' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114682859213447087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114682859213447087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-ler_05.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114666262661744022</id><published>2006-05-03T14:22:00.000+01:00</published><updated>2006-05-03T14:23:46.646+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A Morte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semente desnudada&lt;br /&gt;Deu os resultados pretendidos…&lt;br /&gt;A Mulher Preta expele agora felicidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voa ténue e fofo o pólen de mil cores&lt;br /&gt;E ninhos de pássaro aparecem subitamente na sua garganta.&lt;br /&gt;Em breve darão à luz as sementes que, polvilhadas com o sémen de deus,&lt;br /&gt;Farão eclodir movimentos involuntários nos rostos do mundo e ninhos, mais ninhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(dum espasmo quebra todas as barreiras&lt;br /&gt;   E consuma todas as revoluções)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa calma eufórica, espreme do pé uma última fúria&lt;br /&gt;Que rebenta com todas as correntes,&lt;br /&gt;Elevando-se assim da criança nela aninhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descodifica todo o morse da vida,&lt;br /&gt;Respira, pela primeira vez, todo o oxigénio do mundo,&lt;br /&gt;Mesmo esse que está dentro de ti,&lt;br /&gt;Livrando-nos de todos os vícios&lt;br /&gt;E apaziguando todas as vontades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volta, assim, para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114666262661744022?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114666262661744022/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114666262661744022' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114666262661744022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114666262661744022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-ler.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114658141541942196</id><published>2006-05-02T15:44:00.000+01:00</published><updated>2006-05-02T15:50:15.436+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/cartaz%20final.6.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/cartaz%20final.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114658141541942196?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114658141541942196/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114658141541942196' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114658141541942196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114658141541942196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/05/re-divulgar_02.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114625841030491384</id><published>2006-04-28T21:58:00.000+01:00</published><updated>2006-04-28T22:06:50.320+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;«s/t»&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;memórias de palavras&lt;br /&gt;contidas em lembranças,&lt;br /&gt;incertezas,&lt;br /&gt;acordo o olhar&lt;br /&gt;com imagens repetidas&lt;br /&gt;e pensamentos sempre iguais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114625841030491384?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114625841030491384/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114625841030491384' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114625841030491384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114625841030491384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/04/re-ler_28.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114608645310555174</id><published>2006-04-26T22:18:00.000+01:00</published><updated>2006-04-27T15:10:36.870+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ser ou não ser... gente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu estou em todo o lado ou estou em lado nenhum, são tantas as lendas que se ouvem, de que viram-me partir, das tormentas que tive de enfrentar e mesmo assim, pensa-se que ficou sempre tanto por contar, desses tempos sem idade onde os anos passam sem pesar, sem razão e vão em busca do que está por descobrir, porque para todo o sempre, eu vou procurar não esquecer, que ainda tenho muito que aprender, que não é só sonhar acordado, para se viver no mundo contente, é preciso prosseguir até ter a certeza de ser ou não ser gente, de ter ou não ter sonhos para viver livremente, é preciso ter sempre a certeza das duvidas, para que por via das duvidas saber o que fazer em cada dia que passa, é preciso ter em conta a margem do erro, se por um acaso distrair-me e perder o horizonte, é preciso estar sempre bem, para alem de toda a solidão, porque é um erro pensar que nunca mais revejo a graça de quem chama por mim.&lt;br /&gt;Nas horas, ao longo do tempo, encontra-se qualquer coisa que depois vem-nos iluminar, as vezes claras como o vidro, outras por sinais perdidos dos tempos antigos, ou ainda de um jeito irracional, para que eu lembre de quem não esqueci, para que em nome de um sonho eu ainda procure e espere em vão, porque a noite tem fim, e isso sou eu que o digo ou em caso contrario estarei no lado errado da noite, com o meu pequeno poço de desejos envenenado, o que eu quero dizer é que a vida deixa sempre uma porta aberta para que eu possa lá voltar a entrar, mas para isso é preciso domar os cavalos do vento desse tropel que é o pensamento. A vida é tão diferente dos sonhos, dos que lembramos ou não, e o nosso mal é viver de recordar, é viver do passado, com a estranha ilusão de que se pararmos no tempo nunca vamos morrer, mas vai-se a ver são desenganos dentro da roda da vida, temos tendência a criar grandes avenidas, onde se vive outras vidas, mesmo que compradas em segunda mão, escolhe-se viver de ilusões ate ao compasso final, neste palco mano a mano onde tudo é sagrado e profano, mas esta noite o encontro é total, vais perceber que não cabes na pele com que andas, vais procurar um porto seguro, mas vais acabar a lamber a ferida no canto mais escuro.&lt;br /&gt;Estou cansado, porque não aceitas o testemunho? Porque não olhas a sombra que tens a teus pés? Porque vais e vens com as marés? Porque não aceitas essa luta que é só tua? Sabes que tens que ser tu, com o teu próprio punho, a escrever o teu próprio caminho, porque eu não tenho mais nada que possa dar, porque decidi viver escondido a vida inteira, mas não penses que por isso sou um caso isolado. Embora não passe de um Homem vulgar e pareça metade do que era, não tenho uma vida passada à espera da terminação, tento sempre viver o que me cabe ligado a Terra que me viu nascer, não me deixo ficar a sofrer cantando um desespero fatalista, numa cobardia feita de orações, que tragam a doce esperança de poder morrer. Prefiro cantar o meu poema de revolta, que diz que chegou o dia de acabar com o medo, que é preciso procurar novos caminhos para andar, que é preciso jamais deixar de caminhar. mesmo que se sinta que só se anda no passo da estrada, mesmo que se sinta que nunca se sabe onde se vai chegar, é preciso fazer tréguas com a vida. porque há sempre uma luz ao fundo do túnel dos desesperados, há sempre um cais, um porto de abrigo. para quem precise de chegar, para quem precisa de refrescar o seu cansaço, descansar um instante no dia que escurece e depois poder continuar a subir o arvoredo. recordando fragmentos do passado e seguir esse caminho que parece estar mesmo a chegar ao fim, mas hoje só quero caminhar pela cidade, hoje só quero deixar viver este momento, mesmo que adormeça ao relento. como um vagabundo. que trás consigo as presas do tempo, que sacode o pó e as mágoas para fugir à solidão, que se enche de uma qualquer essência despida e solitária, na esperança de se conseguir agarrar à terra e ao tempo, como os bravos guerreiros mouros que cravavam as suas lanças ao luar, para afugentar os maus agouros e demorar um dia mais eternamente, quando a vida nos desgarra os sentidos, como se o amor fosse um lugar a salvo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114608645310555174?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114608645310555174/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114608645310555174' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114608645310555174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114608645310555174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/04/re-ler_26.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114599083325112612</id><published>2006-04-25T19:41:00.000+01:00</published><updated>2006-04-25T19:49:10.290+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/B000BNTM96[1].01.7.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 261px; CURSOR: hand; HEIGHT: 219px" height="317" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/B000BNTM96%5B1%5D.01.0.jpg" width="283" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Queens Of The Stone Age&lt;br /&gt;“Over the Years and Through the Woods”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A imprensa musical insiste fortemente em dar crédito aos Strokes como os responsáveis máximos pela “suposta” salvação do rock. Perante tal facto, não posso senão, rir à gargalhada desbragadamente. Os senhores jornalistas musicais só podem é andar a dormir, de certeza. Se alguém é responsável por tirar o rock de um certo adormecimento, esse alguém são os Queens Of The Stone Age. E se dúvidas existem basta retroceder um pouco no tempo e consultar a discografia dos Qotsa.&lt;br /&gt;Descendentes directos dos Kyuss, o seu inicio de actividade remonta a 1998 com o álbum homónimo, seguido dessa maravilha contemporânea “Rated R” de 2000. Quem é que não se lembra de uma coisa chamada “Feel Good Hit Of The Summer”, “…nicotine, valium, vicodin, marijuana, ecstasy and alcohol…co…co…co…cocaine”, um verdadeiro hino. Mas para muitos a peça de culto dos Qotsa é “Songs For The Deaf” de 2002, álbum que conta com a presença do baterista Nirvana, Dave Grohl, e que foi aclamado pela critica um pouco por todo o mundo, chegando mesmo a ser apontado como melhor álbum do ano. Para quem se lembre, tornou-se indispensável, durante aquele tempo, a continua audição de “No One Knows”, uma daquelas canções que definitivamente marcará as nossas recordações.&lt;br /&gt;Apontados, já estão, motivos suficientes para perceber a efectiva influência dos Qotsa no panorama musical actual. È certo que “Lullabies To Paralyze” de 2005, veio arrefecer um pouco o entusiasmo á volta da banda por não ser um álbum tão bom como os anteriores. Isso e a saída do carismático baixista Nick Oliveri, uma das imagens de marca da banda. Mas nada que faça perder a esperança de futuros rasgos de criatividade.&lt;br /&gt;“Over the Years and Through the Woods”, o primeiro registo da banda ao vivo, representa precisamente a força que a banda tem. È ouvir a energia que sai dos combos destes rapazes. Para encontrar tal paralelo é preciso fazer um esforço enorme. Esforço que inevitavelmente desembocará em bandas companheiras de palco dos Qotsa, tais como os Fu Manchu ou Turbonegro.&lt;br /&gt;O futuro é sempre tão incerto como previsível, paradoxalmente. Mas só é de esperar que a banda continua nos bons trilhos. Certamente que farão questão de marcar presença nos palcos nacionais, como já o fizeram por quatro ocasiões, e certamente muitos de nós marcarão presença. Afinal trata-se dos Qotsa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114599083325112612?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114599083325112612/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114599083325112612' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114599083325112612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114599083325112612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/04/re-divulgar_25.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114562840672914568</id><published>2006-04-21T15:04:00.000+01:00</published><updated>2006-04-21T15:06:46.753+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Futuro e Morte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar no futuro é pensar na morte&lt;br /&gt;pensar no futuro é atormentarmo-nos&lt;br /&gt;é pensar o inevitável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar no futuro é pensar em surpresas&lt;br /&gt;pensar no futuro é pensar em certezas&lt;br /&gt;é pensar em despesas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As surpresas nem o chegam a ser&lt;br /&gt;e de agradável, nada possuem&lt;br /&gt;as certezas, essas, chatas serão sempre&lt;br /&gt;            certezas que temos de assimilar&lt;br /&gt;            certeza de que temos de nos maquinar&lt;br /&gt;            certeza de que temos de nos burocratizar&lt;br /&gt;            certezas que temos de respirar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da morte sabe-se de certeza&lt;br /&gt;mas certeza que não nos surpreenda&lt;br /&gt;surpreendendo antes essa negra certeza&lt;br /&gt;            quando os amigos se esfumarem&lt;br /&gt;            quando os familiares se eclipsarem&lt;br /&gt;            quando a memória enevoar&lt;br /&gt;            quando o corpo encravar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Futuro e morte chamada de certeza&lt;br /&gt;chamada para o adeus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114562840672914568?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114562840672914568/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114562840672914568' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114562840672914568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114562840672914568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/04/re-ler_21.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114546260378774361</id><published>2006-04-19T17:02:00.000+01:00</published><updated>2006-04-19T17:03:23.816+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Tépida Escuridão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mulher Preta foi exportada&lt;br /&gt;Vendida violada&lt;br /&gt;Um pé na lama e nem um graveto, movediço&lt;br /&gt;Sem dom a acalmava&lt;br /&gt;Foi a pé, pé ante pé, sempre descalça&lt;br /&gt;Alçaram-lhe os pés&lt;br /&gt;E anilhada foi declarada.&lt;br /&gt;Voou longa lagoa azul cristalizada&lt;br /&gt;Acariciou (com uma nostalgia perdida no tempo)&lt;br /&gt;Rios de alcatrão.&lt;br /&gt;Arrancou um Dó do roncar do planeta a navegar no cosmos e&lt;br /&gt;A mulher preta, empalidecida, sozinha voou&lt;br /&gt;Nas serpentes de pedra da miséria&lt;br /&gt;Líquida e estupefacta riu-se na feira de aberrações envidraçada&lt;br /&gt;Dos estéticos palhaços pintados com o sangue de exóticos animais.&lt;br /&gt;O amor chamou-lhe mas ela deixou de ir,&lt;br /&gt;Nua e ensanguentada, a criança aninhada,&lt;br /&gt;Nas suas vísceras para sempre dançou.&lt;br /&gt;(escorreu-lhe pelo canto da boca uma palavra, e uma dor agonizante no rim&lt;br /&gt;provocou um tornado, aspirou (e transformou em pó) para sempre o mundo,&lt;br /&gt;e o vaso onde plantou apenas coisas boas começa a dar sinais gimnospérmicos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114546260378774361?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114546260378774361/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114546260378774361' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114546260378774361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114546260378774361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/04/re-ler_19.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114485641286962155</id><published>2006-04-12T16:36:00.000+01:00</published><updated>2006-04-12T16:40:12.886+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não penses, assim não sofres!!!!!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu sono acaba tarde e ao largo ainda arde a fantasia que me deixa a alma de vigia, faz-me viver o ser tradicional que não muda de condição e faz reinar uma grande confusão, mas já me dizia a boca negra – “&lt;em&gt;não penses, assim não sofres&lt;/em&gt;” – mas o que essa boca diz não me interessa, porque quando não me interessar mais pensar, nada mais fará sentido, será como tudo, como tudo o que acaba e morre a todo e qualquer momento, como um sonho que findou e que por mim vejo passar, mas o que eu quero é ser feliz e se a vida é tão diferente daquilo que se sonha, talvez o mal seja acordar.&lt;br /&gt;Neste mundo tudo muda, e se agora estou triste e sozinho amanha seguirei forte mesmo que continue sozinho e por ironia nunca sei para onde vou, se sigo a solidão dos velhos montes, se beijo as águas dos ribeiros, mas a isso estou quase indiferente, porque o meu sangue não me engana o que me engana é a fantasia e eu quero é caminhar e deixar de lado esta tristeza, vogando na certeza de que só vou onde eu quiser.&lt;br /&gt;Há quanto tempo já esqueci porque fico cada vez pior, mesmo sem querer deixo-me ali ficar em cada momento, por uma promessa anterior de romper ao longe as estrelas, de rolar como uma pedra de uma fraga, de como o fumo subir no ar e quebrar o tempo ao longo deste caminho que é o meu destino, porventura perdido, não, ainda não esta perdido nem me perturba, deixa-me assim um quase nada muito melhor, onde a grave miragem que a mim chamei vem num grande corrupio, num gesto sem pudor, rasgando o céu desse outro mundo onde eu estou no teu olhar a soluçar recordações dessa magoa das palavras que fazem reviver uma tal dor e sentir que minto e sou cobarde por condenar essa paixão sob o arco da aliança da eterna alegoria. Eu não pedirei perdão porque a desdita não se diz e só quando vier a saudade de um grande amor voltarei a dar a mim, sem nunca fazer alarde do que me pedes, aquilo que agora venho tirar, o bom que é ter um amor para colher e na mais pura inocência, quem sabe regressar ao pungir dos desejos dos lábios a queimar de beijos e numa intensa ternura voltar a querer ser o teu amante, deixar o teu fogo envolver-me com esse ar de quem não tem muito mais a perder. Deixas-me louco por ti e despertas em mim um ser mais leve onde a vida passa como um barco que procura o sal, o sol, o sol do olhar, o riso, o amor numa terra vasta e distante onde o sonho é mais errante, onde é tudo tão fugaz e tão breve como a pulsação da terra. Mas nada se repete, nada se promete e é tão duro aprender na vida que seria bom que se pudesse o tempo parar para voltar a preencher o vazio, para acalmar a raiva aflita da vertigem, para agarrar tudo aquilo que já fugiu, para te roubar quando já não o esperas, para te abraçar no colo sem saberes, como se faz a um amor que se perde, para te fazer andar comigo quando de ti já não souberes, para respirar a força inteira do mundo, para soltar dentro as amarras a deriva, para procurar rumos só meus, para não sentir mais nada, para só com os meus passos atravessar o mundo deixando o calor ficar para trás, seguindo sem medo o que se vê na escuridão e sem sentir mais nada, sem ver mais ninguém corro atrás das chamas leves e furtivas, atrás dos ventos incontidos entre os claros do luar na procura ténue desses dias de amor que nunca se esquecem, tirando alguém que pensa que esqueceu, mas trás de novo a memória de outros dias quando parece que tudo se precipita, mas no silêncio da noite há lua cheia, há um céu de palavras que em gritos e altos brados vão lançando mil desafios na procura da sombra de uma luz que não existe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114485641286962155?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114485641286962155/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114485641286962155' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114485641286962155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114485641286962155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/04/re-ler_12.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114442187401831388</id><published>2006-04-07T15:55:00.000+01:00</published><updated>2006-04-07T15:57:54.036+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Palavras condutoras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De paixão e amor falam os poetas, eu escrevo palavras no papel abandonado, palavras que beijam como se tivessem boca, palavras nuas, esperadas e inesperadas, palavras que se recusam como poesia ou amor, palavras que me transportam aos teus lábios que beijo sem os beijar. Digo-te as palavras com que me abraças, e nu entro nessa orgia, dessas loucas fantasias que me transmitem a sensação, desse fogo que me incendeia os lábios, que contam o encanto desse momento, desse beijo dado ao de leve, enquanto ouço as tuas palavras depois de recitar os versos. Logo soube que fazia sentido ter-te nos meus braços, soube então que entre nós nada desagua na alma e logo que te abraçar ficaremos nós ali a acariciar-mo-nos.&lt;br /&gt;Que hora é esta? Que entrámos os dois no mesmo espaço? Que desafiamos os nossos sentidos? Que enlaça o espírito dos amantes, quando uma alma se entrega a uma paixão que se escreve num arco-íris de mil cores? Que hora é esta onde os nossos corpos fundir-se-ão ao sabor dos beijos que iremos trocar nessa hora do êxtase que faz despertar dos sentidos numa enorme vaga de aromas, de prazer onde experimentarei o sabor da volúpia e sentirei o fervor do teu corpo quando te beijar.&lt;br /&gt;Tens o aroma de uma noite como a que te oferecer. Vejo nos teus olhos o brilho intenso de quem se esqueceu que o Mundo não é só nosso, por isso mantenho os olhos abertos para que não perca um só segundo dessa visão enquanto acaricio o teu rosto e descubro nos teus lábios um discurso que não existe sobre um espírito alquebrado, sobre um coração ferido, mas ainda lá no fundo a alma desperta e ouve o toque de um beijo que te faz soltar um gemido, como se ele fosse o primeiro da tua vida.&lt;br /&gt;Basta que se olhe o Universo para reanimar os sentimentos adormecidos iguais aos que relacionam os astros e as marés. Quando olho o teu rosto sinto que tens em ti o desejo dos sonhos, das palavras que não ocorrem, palavras sem sentido e consentidas, palavras que ampliam os teus silêncios antes de me pedires um abraço.&lt;br /&gt;És a palavra que declamo, que soletro letra a letra, és a sílaba ardente que trago nos lábios, és uma brisa que inunda o meu corpo, és o leito do meu olhar, a boca do meu sentir que te desperta, te agita, acaricia-te o rosto, o peito deixando-te nua para beijar o teu corpo que tomo, que desejo, dando-o incendiado com o suor e o prazer da minha entrega, onde respondes em fervor devolvendo-me o teu corpo, sentindo os teus beijos húmidos lançados na minha carne, derramando dentro de mim nuvens de encanto e prazer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114442187401831388?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114442187401831388/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114442187401831388' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114442187401831388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114442187401831388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/04/re-ler_07.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114425542483003038</id><published>2006-04-05T17:33:00.000+01:00</published><updated>2006-04-05T17:43:44.863+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;«rumo»&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;rumo com as pessoas&lt;br /&gt;ao contrário&lt;br /&gt;em percursos alheado&lt;br /&gt;descanso os olhos do movimento&lt;br /&gt;em fins de tarde de sol a acabar&lt;br /&gt;caminho pelas ruas em tempo de espera&lt;br /&gt;reparo em corpos cansados&lt;br /&gt;em paragens de vidro&lt;br /&gt;rumo em bancos com palavras iguais&lt;br /&gt;saio pronto para chegar&lt;br /&gt;ao lugar que habito&lt;br /&gt;em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114425542483003038?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114425542483003038/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114425542483003038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114425542483003038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114425542483003038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/04/re-ler.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114409070220482468</id><published>2006-04-03T19:53:00.000+01:00</published><updated>2006-04-03T19:59:54.246+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/Scout%20Niblett%20CD.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 218px; CURSOR: hand; HEIGHT: 201px" height="266" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/Scout%20Niblett%20CD.0.jpg" width="320" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Scout Niblett&lt;br /&gt;Kidnapped By Neptune&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Scout Niblett, aliás, Emma Louise, é uma rapariga de ar frágil e um pouco psicopata, ao mesmo tempo, o que lhe confere algo de místico. Quem vir certas fotografias da cantora/compositora, decerto que terá uma sensação de deja-vu. O cabelo louro, a maneira despojada de se vestir e a guitarra Mustang nos braços, compõe a fotografia que nós faz lembrar imediatamente alguém. Desafio-vos já a descobrir quem é esse alguém. Uma breve passagem pela pesquisa Google deve chegar.&lt;br /&gt;No entanto, Ms.Scout é comparada insistentemente a outra personagem do mundo musical, a inevitável Cat Power. É compreensível a comparação. Existe de facto uma proximidade vocal e estética nos trabalhos das duas songwriters. Mas Scout leva a sua intimidade musical para um ponto mais extremo, em relação ao que Cat Power faz. Isto traduz-se nos momentos dinâmicos de calma e dureza, á semelhança do legado Pixies, Bredders, tanto ao nível instrumental, como a nível vocal. O que separa Scout de Cat Power é precisamente a ênfase na batida (ela própria também toca bateria, para além de assumir a guitarra), que rasga as músicas, num percurso que vai do simples lamento para a fúria sentimental.&lt;br /&gt;A juntar ao puzzle, temos também o Sr.Steve Albini, que já tinha colaborado no álbum anterior, “I Am” de 2003, e que regressa para projectar Scout a um nível místico. Para quem conhece o famoso produtor, não é difícil perceber o que este pode fazer a nível sonoro, isto é, harmonizar o caos instrumental, como fez com os Nirvana, Pj Harvey ou Big Black.&lt;br /&gt;Kidnapped by Neptune assume-se como uma reinvenção indie-pop. Acho que esta é a melhor categorização que se lhe pode atribuir. Mas, já agora, porque é que Neptuno raptou a menina Scout? Talvez por não se conformar com um registo sonoro e querer uma actuação live sempre que lhe apetecer. O melhor conselho que posso dar para responder a tal pergunta, é ouvir o álbum. Mas, a título de curiosidade, digam depois o que vocês acham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114409070220482468?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114409070220482468/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114409070220482468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114409070220482468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114409070220482468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/04/re-divulgar_03.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114381989246058959</id><published>2006-03-31T16:43:00.000+01:00</published><updated>2006-03-31T16:44:52.483+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Transformação Interior&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia apareceste tu e fizeste-te um pedaço de mim, aproximaste os meus sentidos do infinito. Não nos procuramos apenas nos encontramos e só esperamos trocar o sabor das nossas bocas, os nossos lábios a procura do prazer.&lt;br /&gt;A minha lama tocou de mansinho o teu corpo e se fosse possível tê-los frente a frente seriam amantes.&lt;br /&gt;Põe o meu nome na tua boca, deixa-me ficar sobre a fragilidade do teu pensamento onde nos enamoramos e o sabor das nossas bocas tornam o silêncio mais amplo. O silêncio não existe enquanto te lembrares que eu existo e cada palavra adiada será mais um beijo que te darei por uma felicidade adiada. Por isso não demores ou eu te devoro na minha inquietação, onde invento um novo teorema nos limites do teu corpo. Andam por aí milhões de beijos por sorver à procura das delícias tardias na filosofia do teu corpo, onde o sol aquece ternamente a tua boca com beijos quentes e sufocantes. Mas hoje nenhuma palavra pode ser escrita, porque amanha o serviço postal não funciona e por isso digo-te estas palavras em surdina: fecho os olhos sabendo que este é o maior engano da eternidade, vejo os nossos corpos que se acendem subitamente por dentro, num fogo lento depois do toque dos lábios e nada voltará a ser como dantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114381989246058959?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114381989246058959/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114381989246058959' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114381989246058959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114381989246058959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-ler_31.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114364764348844441</id><published>2006-03-29T16:52:00.000+01:00</published><updated>2006-03-29T16:54:03.490+01:00</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Negativo do Sol&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaça-se o tempo, enquanto se veste de sonhos por lavar&lt;br /&gt;Cedo, espreme suavemente os seios, e dá um gole de seu leite&lt;br /&gt;Para assim regressar a si própria.&lt;br /&gt;Alimenta o mundo com uma lágrima que sacia egos.&lt;br /&gt;Dança, hipnotizada, ao som de rubis reluzentes&lt;br /&gt;E numa volta, provoca um tornado que salva o mundo.&lt;br /&gt;Recria, numa brincadeira com deus, todos os detalhes,&lt;br /&gt;Mas como não sabe o quão bem, sente-se infeliz.&lt;br /&gt;Agita-se, e quando se coça, as suas escamas fertilizam o solo&lt;br /&gt;Donde brotam os mais belos rebentos de jasmim.&lt;br /&gt;Deus habita o seu couro cabeludo,&lt;br /&gt;E sua caspa, como pólen, inebria mentes e acorda os mortos.&lt;br /&gt;Não se adivinha louca,&lt;br /&gt;A mulher preta,&lt;br /&gt;Constantemente prenha de aflições&lt;br /&gt;E esquecida para sempre pela vida&lt;br /&gt;(Dança para nós, invisível no seio da multidão…)&lt;br /&gt;A origem da sua parca vida por ela foi germinada&lt;br /&gt;Pois a criação do homem está na palma dos seus pés,&lt;br /&gt;Gastos de migrações.&lt;br /&gt;Pelas mãos inspira e expira o cosmos,&lt;br /&gt;Com essas mesmas mãos com que lava a roupa suja&lt;br /&gt;E os seus sonhos&lt;br /&gt;E a margem do rio polvilha areia nos seus pés&lt;br /&gt;E a pedra mágica roça com a língua na tona&lt;br /&gt;E o brilho circular da ondulação&lt;br /&gt;Arrasta sedimentos divinos de húmus celestial&lt;br /&gt;Nos quais ela se dissolve.&lt;br /&gt;E se aninha de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114364764348844441?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114364764348844441/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114364764348844441' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114364764348844441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114364764348844441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-ler_29.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114364747727582383</id><published>2006-03-29T16:47:00.000+01:00</published><updated>2006-03-29T16:51:17.426+01:00</updated><title type='text'>(re) Apresenta</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/cartaz%20final.1.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/cartaz%20final.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114364747727582383?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114364747727582383/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114364747727582383' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114364747727582383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114364747727582383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-apresenta_114364747727582383.html' title='(re) Apresenta'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114364714609503518</id><published>2006-03-29T16:41:00.000+01:00</published><updated>2006-03-29T16:45:46.133+01:00</updated><title type='text'>(re) Apresenta</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/3.6.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/3.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/4.5.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/4.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114364714609503518?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114364714609503518/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114364714609503518' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114364714609503518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114364714609503518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-apresenta_29.html' title='(re) Apresenta'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114345465755918214</id><published>2006-03-27T11:12:00.000+01:00</published><updated>2006-03-27T11:17:37.576+01:00</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/sy.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/sy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sonic Youth&lt;br /&gt;Goo (Deluxe Edition)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançado a Junho de 1990 e sucessor de Draydeam Nation, (creditado como o melhor álbum indie de sempre e que colocou os Sonic Youth no top da cena rock independente dos finais dos anos 80), Goo foi o primeiro lançamento efectuado numa major, a Geffen. Agora (2005), surge o tratamento deluxe, como já tinha acontecido a Dirty em 2003, tendo o trabalho original sido resmasterizado e expandido com um bónus, através da aparição de um disco com faixas extra.&lt;br /&gt;O álbum original tem de facto um som mais compacto e dinâmico com a remasterização, mas, sem deixar de sublinhar as doses pesadas de dissonância muito características dos Sonic Youth que alimentam as estruturas das canções em sintonia pop. Se Goo já era um dos registos mais acessíveis da banda, com esta reactualização, ainda se torna mais. Claro que não se pode esquecer canções tão emblemáticas como “Dirty Boots”, “Mote” ou “Kool Thing” (com a participação de Chuck D dos Public Enemy) que emprestam a vitalidade necessária ao registo. Para quem pense que as canções de Goo estão datadas, engane-se, elas permanecem pujantes, tomando de assalto os clichés rock com um perspicaz cinismo arty.&lt;br /&gt;O principal incentivo desta reedição é sem dúvida o bónus que contem as tão assediadas demos das sessões de Goo com mais um punhado de canções nunca antes lançadas. As demos acabam por não ser assim tão diferentes do produto final, mas mesmo assim, elas proporcionam uma sacudidela instantânea a cada audição pela energia e dureza inerentes. Um dos aspectos mais interessantes dessa energia é a participação de outros músicos exteriores aos Sonic Youth, como J Mascis dos Dinosaur Jr. Para quem quiser saber um pouco da história das canções de Goo, é aconselhada a audição da última faixa que é um sample das músicas de Goo, narradas por Thurston Moore e Kim Gordon.&lt;br /&gt;Goo pode não ser o melhor lançamento dos Sonic Youth, mas sem dúvida que é um dos álbuns definitivos, tanto da carreira da banda, como dos anos 90. Com Goo foi testada a credibilidade dos Nova Iorquinos pelo salto que deram para a Geffen e a reposta não podia ter sido a melhor – eles continuaram iguais a si próprios, independentes e cínicos. Por isto tudo Goo merece um tributo e respeito enorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114345465755918214?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114345465755918214/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114345465755918214' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114345465755918214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114345465755918214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-divulgar_27.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114321645078730263</id><published>2006-03-24T15:56:00.000Z</published><updated>2006-03-24T16:40:42.713Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/img028.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="248" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/200/img028.1.jpg" width="149" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/img028.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;A Mulher Preta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi, infiel, ou como quer que o amor lhe chame&lt;br /&gt;No contraste do encarnado velho e da obscuridade do seu pensamento&lt;br /&gt;Infligir-lhe pequena loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sustento do seu sangue olha triste um livro&lt;br /&gt;Nua, e perpetuamente presa.&lt;br /&gt;De costas, invoca o mais triste chorar&lt;br /&gt;Do pensamento encarnado&lt;br /&gt;E do grito de dor&lt;br /&gt;Do seu sonho acabado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dança para sempre a mulher preta&lt;br /&gt;Em religiosidade mórbida&lt;br /&gt;E brinca com palavras que não são as dela.&lt;br /&gt;Imagens Oníricas do tempo.&lt;br /&gt;Árvore que salva&lt;br /&gt;Pelo inspirar eterno&lt;br /&gt;Desta morte inerente a um pensamento.&lt;br /&gt;Alma sem nada que vestir&lt;br /&gt;Que nem nunca conheceu roupa&lt;br /&gt;Pureza no seu olhar&lt;br /&gt;E no peso da tua expressão,&lt;br /&gt;Fugidia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No buraco aberto da imaginação escavou um túnel no ar cromado de ténue azul&lt;br /&gt;E no banco da memória encontrou-se a si própria, sentada&lt;br /&gt;Perguntando repetidamente porque estava sozinha&lt;br /&gt;A resposta, no cinzeiro do turbilhão dos pensamentos:&lt;br /&gt;‘arranca os olhos e vê-te para além do que és’ – diz a criança nela aninhada&lt;br /&gt;A pairar fatuamente no seu próprio ar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;M.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114321645078730263?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114321645078730263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114321645078730263' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114321645078730263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114321645078730263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-ler_24.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114312704479540765</id><published>2006-03-23T15:07:00.000Z</published><updated>2006-03-23T15:29:59.580Z</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/sem%20t??tulo.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 386px; CURSOR: hand; HEIGHT: 552px" height="579" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/sem%20t%3F%3Ftulo.0.jpg" width="480" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reflexões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;'Reflexões, momentos de pensamento e de sonhos'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alex&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114312704479540765?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114312704479540765/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114312704479540765' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114312704479540765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114312704479540765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-divulgar_23.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114304623224730684</id><published>2006-03-22T16:48:00.000Z</published><updated>2006-03-22T16:50:32.263Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Lutar ou desistir - o que vale a pena?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao cair da tarde, fitando o espaço vazio insisto em fazer parte desse teu mundo e se achas que não vale a pena, aí lamento mas não posso mesmo concordar porque há ainda por aí tanto tempo a acenar, algum aqui mesmo a mão de semear e qualquer coisa impossível faz-me acreditar nesta vontade de te querer. Há-de chegar o dia em que ao fundo do túnel aparece a luz prometida e vem-nos aí à memória o que julgávamos ser coincidências e passa agora a ser os donos dos nossos desafios. Da alma só resta um desejo certo, o de matar as duvidas que a noite trás, como ontem, como hoje, como sempre, duvidas essas que fazem com que a angustia me invada e não me deixam ser mais nada, contudo um cheiro intenso revolve-me o fundo e faz amanhecer em mim um brilho sincero, lindo e presente como se tudo fosse meu, o sol, as ruas, o vento, o mar, a lua, este mundo onde ter quero, ver e ter, os beijos que tens para me oferecer, um brilho que me faz acreditar que por cada estrada da vida construímos um sonho onde os medos e as paixões se olham de frente e se cruzam em espaços que ficam por se ver, onde podem ser livres, nem que seja só por um instante, e ter coragem de o que nós à muito adiamos por medo de arriscar uma grande aventura, de descobrir o prazer que se mostrava nos segredos que o corpo merece. Parece confuso tudo agora, será um sonho ou um olhar para dentro de alguém que tem medo de arriscar uma única e simples coisa que se exige, de arriscar dizer toda a verdade, ate mesmo confessar que os sonhos serão eternos enquanto a vida assim os pintar. Falei de mais, em vez do silêncio fiz-me acompanhar pelos segredos que juramos não contar, mas não posso ocultar que revi o futuro, vários futuros na vida até e todos diziam que não se pode viver de lembranças deixadas em arquivo, dos risos que se tem para recordar. Sei que o tempo também se engana, também já me perdi no passado por insistir em querer adivinhar o destino e não acreditar nas coisas que antevejo, no instinto que me obriga a assumir aqui como mais um dos animais e me sufoca numa boa maldição, que me deixa presas as mãos, que me obriga a fazer as regras a seguir, que me faz atrever a adivinhar que sentes que há um mundo só nosso entre os nossos mundos, mesmo que esteja distante da realidade que nós somos, que nos leve por caminhos que não vemos, que mesmo sem avisar nos ponha junto da porta de saída, mas basta um gesto, um grito, um manifesto e logo regressamos ao ponto de partida para seguir ao sabor do vento que nos leva para outras paragens, que nos leva as imagens dispersas dos lamentos, mas deixa ficar as dos bons momentos, mesmo que suspensas por um fio, por olhares indigentes, por memórias ausentes, radiantes e contentes de poder falar nem que seja em silencio, em tom de provocação, mesmo que me afaste da razão de ter mais coragem que paixão e confessar tudo o que o tempo me guardou no coração. Sei que já não me posso lembrar de tudo, mas falo-te destas coisas que costumamos falar na esperança que com um murmúrio essa porta se abrisse e que por aí dentro uma palavra entrasse e te fizesse ver que com o tempo o encanto morre pela certa. Deixo-te assim dormindo em paz, deixo-te o bem e o mal e o que a vida fizer de nós, mas recordando-te que ela só faz aquilo que uma pessoa quiser e deixar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114304623224730684?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114304623224730684/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114304623224730684' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114304623224730684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114304623224730684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-ler_22.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114296283337922007</id><published>2006-03-21T17:38:00.000Z</published><updated>2006-03-28T19:53:18.486+01:00</updated><title type='text'>(re) Apresenta</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/3.2.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/4.1.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/400/4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114296283337922007?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114296283337922007/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114296283337922007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114296283337922007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114296283337922007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-apresenta_114296283337922007.html' title='(re) Apresenta'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114286974980087213</id><published>2006-03-20T15:43:00.000Z</published><updated>2006-03-23T14:46:15.353Z</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/federation%20x.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 205px" height="236" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/federation%20x.jpg" width="320" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Federation X&lt;br /&gt;“Rally Day”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ao terceiro álbum os Federation X finalmente conseguem romper da obscuridade a que estavam submetidos, inclusive, conseguindo algumas boas críticas de alguma imprensa (sobretudo fanzines). Para essas boas criticam muito contribuem as actuações frenéticas da banda, que já partilhou palcos com nomes (mais ou menos conhecidos) como os Zeke, Zen Guerilla, Gas Huffer ou Comets On Fire. Dizem eles que já passaram pelo o nosso canto à beira-mar plantado a julgar pela sua biografia, cito: “It was not necessary to build an airplane made out of bicycles and yamakas, but we did it anyway and while we were flying over portugal with ali baba we made a pitstop in Cleveland”. Pelo que parece, essa passagem não lhes deu grande proveito em termos de público, talvez porque tivessem preferido ir a uma discoteca no Monte Olympus e depois regressado logo a casa, “While drunk skiing, we went disco dancing at a trendy night- club on Mt. Olympus and then went home”.&lt;br /&gt;Ok, facilmente percebem que a banda se rodeia de um universo bastante surrealista-patético, a julgar pelas tiradas da sua biografia. Pois é, estes tipos fazem lembrar um pouco os Butthole Surfers pela sua medida de sátira exacerbada. Não poupam ninguém, os Federation X. Se falam de política, metem democratas, republicanos, socialistas, comunistas, todos no mesmo saco, o grande circo da política. Se falam de sociedade não se esquecem que a “indústria” conseguiu monopolizar a cultura juvenil, vendendo-a como mais um produto de prateleira.&lt;br /&gt;Não é assim tão difícil perceber então qual é o universo musical dos Federation X, pois não? …o rock!!! Óbvio… rock puro e energético, mescla de Stooges, Black Sabbath e punk. É por aqui que giram as canções presentes em “Rally Day”. Esperar destes meninos canções “hit-songs”, será um erro completo, se bem que muitas delas sejam excelentes canções para air-play. O que mais interessa aos Federation X, não é o sucesso, nem qualquer tipo de hype, mas uma integridade musical única, ou seja independência de modas. “We’ve shit in every bathroom across the United States 8 times, and the ones on the west coast we’ve shit in “a whole lot more”, and we went to europe and shit in some of their bathrooms too.”&lt;br /&gt;Será que é preciso dizer mais alguma coisa…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114286974980087213?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114286974980087213/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114286974980087213' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114286974980087213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114286974980087213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-divulgar_20.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114261108100383681</id><published>2006-03-17T15:56:00.000Z</published><updated>2006-03-17T15:58:01.036Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;«s/t»&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é preciso respirar o amor&lt;br /&gt;em toques de luz a gotejar&lt;br /&gt;de ouvir as palavras&lt;br /&gt;com sensações por adivinhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114261108100383681?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114261108100383681/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114261108100383681' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114261108100383681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114261108100383681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-ler_17.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114243596314069038</id><published>2006-03-15T15:16:00.000Z</published><updated>2006-03-15T15:35:00.470Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cai a noite e começa a vida real&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desfraldando a vida cavalgo num sonho que há muito se perdeu nas incertezas, como se fosse um abismo que previ, queimado pelo vicio na berma dessa estrada que guarda a história dos homens, que guarda a história desta terra e dá abrigo a quem dorme à noite na calçada ao relento, numa cama de chuva e com lençóis feitos de vento. Eu sou um homem da cidade, que vive na ansiedade de poder amar a vida e anseio por um futuro que lute contra as misérias do quotidiano porque no presente, aqui na terra, continua a fome, a miséria, a lute e outra vez a fome, finge-se que somos livres enquanto estamos entretidos com o medo de já ser tarde demais, seguimos a nossa viagem feita de fé e de coragem, mas que é feita da nossa liberdade?&lt;br /&gt;Diz o inteligente que basta dizer uma palavra e teríamos a prova da riqueza ou talvez da pobreza, a prova do mal que o dinheiro nos faz e já que a sorte da gente não muda “vamos pegar o mundo pelos cornos da desgraça”, vamos acabar com esse refúgio de falsários movidos pelos operários que apenas trabalham e só no trabalho confiam, que tem uma estranha forma de vida e vivem de uma forma perdida.&lt;br /&gt;Eis-me aqui na minha entrega, a descobrir um circulo, um jogo, zonas de sofisticado vício que nunca morre nos Homens que tem medo de sentir um profundo sentido na vida, sobre tudo de revelarem-se insatisfeitos loucos, de exaltarem os sentidos e viajarem para toda a parte, no espaço e no tempo, nas zonas profundas da mente onde vemos os acontecimentos de outros mundos e mudamos o rumo da nossa natureza, mas é preferível ouvir as repetitivas vozes ameaçadoras que trazem o medo, o abismo da veracidade que nos leva a fugir, a esconder desse sonho que floresce no sono que veste o corpo noite após noite e cria um substituto total ao mundo dos sentidos. Mas é melhor não mexer neste fantasmas, nesses retratos inominados submetidos à inseminação artificial onde a cabeça tece um universo interior rival do real e proporciona uma espécie de espúria eternidade, repugnante no seu obscuro anonimato, na secreta invasão de energias e sensações sugadas pelo crânio, erecção cerebral cujo os domínios tanto pertence o erotismo como os incontroláveis ritos da vida real, onde o horror dos espaços vagos propaga a sua marca na intimidade sempre que tentamos romper com este apelo à passividade, onde os acontecimentos escapam ao nosso entendimento ou poder, onde poses decadentes reflectidas no espelho da consciência humana iludem o tempo devido ao seu aparecimento regular e obstinado, onde o universo inteiro, indiferente a tudo quanto o visite mantém o seu mais profundo e remoto intuito que é purificar a percepção, libertar do medo, do destino, reconquistar a fonte da vida.&lt;br /&gt;A ideia do acaso não existe neste mundo, nem no de um primitivo que se julga ao serviço de um poder alheio e pensa que pode gozar a vida a distancia, pode ver mas não saborear as coisas. Contentamo-nos com as ofertas na nossa procura de sensações onde não existe essa arte de viver por procuração, onde se dá a metamorfose do corpo enlouquecido na procura da arte de acomodar num vasto corpo de trabalho, o bastante para criar um mundo, um mundo intermitente de mitologia poderosa e infinita ao nosso dispor onde muito lentamente, formam-se percepções invulgares na negligente multidão de Homens cuja a luxúria punha em perigo a frágil ordem do poder se contudo se vivesse a vida e abrisse a porta ao outro lado da alma para que se liberte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114243596314069038?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114243596314069038/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114243596314069038' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114243596314069038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114243596314069038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-ler_15.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114228090328068381</id><published>2006-03-13T20:10:00.000Z</published><updated>2006-03-13T20:22:18.343Z</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/forgotten%20arm.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 219px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" height="264" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/forgotten%20arm.jpg" width="320" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aimee Mann&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“The Forgotten Arm”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Há algum tempo atrás, tempo de secundário ainda, portanto há para ai 6 anos, esbarrei com um certo filme chamado Magnólia, que até é engraçado e tal. Mas o que mais marcou desse filme foi uma canção chamada “It´s Not Going To Stop” de uma tal de Aimee Mann, uma rapariga loura com sentido profundo de construção de canções. Devo ter ouvido essa canção para ai umas milhares de vezes, sem exagero, tornando-me quase dependente dela. E desde ai nunca deixei de estar atento à carreira desta singular “songwriter”, e obviamente não deixei passar ao lado a sua última novidade, o álbum “The Forgotten Arm” de 2005.&lt;br /&gt;Honestamente, nem é o álbum mais forte da compositora, sendo que “Lost In Space” (2002) e Magnólia (1999) levam uma vantagem considerável na competição pelo prémio de “o melhor de Aimee Mann”. No entanto, considerando o espectro editorial de 2005, bate os demais álbuns lançados no ano de 2005 por margem confortável. OK! Estas coisas são sempre subjectivas e tal e coisa e cada um tem a sua percepção acerca do assunto. No entanto, eu pergunto-me sempre e repito exaustivamente: Quais são aqueles músicos ou bandas que ficam para história? A resposta nunca deixa de ser a mesma e não pode ser mais simples: Os que deixam grandes canções.&lt;br /&gt;Pois o principal mérito de Aimee Mann em “The Forgotten Arm” é o de continuar a tradição do formato canção e com resultados bastante expressivos. Ouçam canções como “King of the Jailhouse” ou “Little Bombs” e ficarão a perceber o que estou a dizer. Ao lado de Scoutt Niblett, Cat Power e Black Rebel Motorcycle Club, está Aimee Mann, numa luta pela feroz pela sobrevivência do formato canção que vem sendo destruído por essa idiotice do post-rock e afins que apenas produzem sons ridículos e que por vezes nem sequer chega a ser verdadeira música.&lt;br /&gt;É aqui que se cruzam futuro e passado em simbiose psicotrópica, é aqui que está o legado dos ancestrais Bob Dylan, Lou Reed, John Lennon, Joan Baez…Aimee Mann é a filha bastarda de Neil Young e Patti Smith, por mais estúpido que isso pareça! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114228090328068381?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114228090328068381/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114228090328068381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114228090328068381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114228090328068381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-divulgar_13.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114228055995939349</id><published>2006-03-13T19:54:00.000Z</published><updated>2006-03-13T20:10:23.700Z</updated><title type='text'>(re) Apresenta</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/cartaz%20final.0.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 406px; CURSOR: hand; HEIGHT: 505px" height="320" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/cartaz%20final.0.jpg" width="445" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114228055995939349?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114228055995939349/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114228055995939349' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114228055995939349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114228055995939349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-apresenta_13.html' title='(re) Apresenta'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114200300962416970</id><published>2006-03-10T15:02:00.000Z</published><updated>2006-03-16T13:23:22.920Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Espaços&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Definições racionais?&lt;br /&gt;Racionalismos de interesses?&lt;br /&gt;A indefinição é a própria definição&lt;br /&gt;porque removendo ou anexando&lt;br /&gt;indo criando ou destruindo&lt;br /&gt;da génese não modifica a essência&lt;br /&gt;E a gruta não faz eco&lt;br /&gt;engolindo sossegadamente todos os murmúrios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço do ser&lt;br /&gt;Espaço do não ser&lt;br /&gt;Espaço interior&lt;br /&gt;Espaço exterior&lt;br /&gt;Espaço onde tudo não significa nada&lt;br /&gt;Espaço onde nada pode significar tudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço preenchido&lt;br /&gt;Espaço em branco&lt;br /&gt;Espaço da vida que resta&lt;br /&gt;Espaço do resto da vida&lt;br /&gt;Espaço onde tudo se vê e não se percebe&lt;br /&gt;Espaço onde se percebe mas não se vê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linhas, traços, geometrias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Totalidades que se esvaziam em si&lt;br /&gt;presas em elásticos virtuais&lt;br /&gt;colam-se na aparência e na ideia&lt;br /&gt;permanecendo no dever panóptico&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114200300962416970?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114200300962416970/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114200300962416970' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114200300962416970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114200300962416970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-ler_10.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114183035659612027</id><published>2006-03-08T15:03:00.000Z</published><updated>2006-03-08T15:18:25.650Z</updated><title type='text'>Dia Internacional da Mulher</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Vítimas de outra condição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As vezes é no meio do silêncio que descubro aquilo que afinal sou, que descubro palavras por dizer, sobre aquilo que ninguém quer acreditar. Mesmo sentindo que estas palavras se perderão no deserto, deixo o espírito aberto por saber que posso andar perto de vos manter despertos e dizer-vos que não basta só pregar pregos contra a guerra, a fome ou a prostituição, é preciso primeiro dar valor a mulher, porque se continua por aí a ver homens que pensam que é só escolher e esquecem-se que não podem fazer o que lhes convier mesmo que seja pelo sonho de uma vida. Reparem bem que não é só de vez em quando que há uma voz de mulher que grita na alma de uma casa, a voz de uma mãe chorosa com o pequeno poço de desejos envenenado por um pai embriagado dentro da daquela farda republicana que lhe deixa o coração danificado e a cabeça em polvorosa, mas mesmo que não se esteja atento, não tenhamos medo é preciso ter coragem para denunciar, porque já se começa a ficar farto desta situação.&lt;br /&gt;Confesso que apesar de tantos avisos não consigo conter o espanto, não consigo perceber como é possível que continue a existir mulheres vítimas do seu “sex-appeal”, da sua voz ou jeito sensual. Sei que manter o espanto e a indignação não será a solução, mas é um dos caminhos que me resta para manter alguma esperança neste espaço sempre incompleto que são as minhas convicções. Por isso procuro novos caminhos para saber o que faça da minha revolta para com a sistemática condenação ao direito de sereis mulheres.&lt;br /&gt;Vê-se uma patética arrogância de todos, desde esse distinto patrão a quem é sempre mais difícil dizer que não até aqueles que não se importando com nada, acham que tem o direito de vos “levar para a cama”, mesmo que seja trocando a força da sedução pela força do braço, pelo simples facto de se esquecerem que o ser mulher é um direito e não uma condição para a subjugação de todos aqueles que não sabem ouvir um não, e isto serve também para alertar que ser mulher é carregar o peso pesado de uma concepção machista que se julga no direito de vigiar o corpo feminino.&lt;br /&gt;Mas ser mulher passa por pôr a descoberto todos esses lugares da experiência quotidiana de uma menoridade onde por esse mundo fora, a definição implícita da condição feminina é sistematicamente transcrita em violência sobre os seus corpos e a sua sexualidade. Lugares onde o preservativo e a pílula são pecados contra a graça procriadora que Deus lhes atribuiu, onde se faz uma excisão genital sem saber da sua vontade, para que não caia na corrupção dos prazeres da sua sexualidade, onde são espancadas nas ruas por terem ousado mostrar os seus corpos e os seus rostos, onde se é condenada a ser apedrejada até à morte, por ter tido um filho fora do casamento, onde são violadas e a quem o juiz avisou, paternalmente, que deviam saber como se vestir e comportar, onde se é insultada porque ousa ter prazer com alguém que não um homem, onde virão sofrer na sua saúde as consequências do aborto clandestino, onde são agredidas pelos maridos, os pais, os irmãos e acabam por morrer vítimas de violência doméstica, onde acabam traficadas nas redes de prostituição quando tentam escapar à pobreza, onde por não ter papeis um patrão para quem faz trabalho doméstico, a viola sistematicamente, chantageando-a com a expulsão.&lt;br /&gt;Por isso tenho na minha consciência a defesa da dignidade e dar lugar primeiro a essa liberdade que é ser mulher, e por isso sem me acobardar, sem esconder a cara, prefiro olhar em frente a ser cúmplice consciente da discriminação persistente contra as mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114183035659612027?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114183035659612027/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114183035659612027' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114183035659612027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114183035659612027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/dia-internacional-da-mulher.html' title='Dia Internacional da Mulher'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114165405799716479</id><published>2006-03-06T14:00:00.000Z</published><updated>2006-03-06T14:24:57.440Z</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/brmchowl.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 163px; CURSOR: hand; HEIGHT: 172px" height="198" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/brmchowl.jpg" width="185" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BLACK REBEL MOTORCYCLE CLUB&lt;br /&gt;HOWL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Howl funciona quase como uma máquina de tempo, transportando a sua sonoridade para um tempo remoto onde o eléctrico ainda estava por inventar. Aqui temos rock, gospel, blues e folk na sua forma mais pura, o formato acústico. Inevitavelmente não se pode deixar falar de Bob Dylan, Johnny Cash e Neil Young. Influências por demasiado evidentes para serem negadas. E será que isso tem alguma coisa de mau? Óbvio que não, pelo contrário, são referências excelentes que conferem um culto e consistência ainda maior á banda, sempre injustamente colada e designada como uma versão moderna de Jesus &amp;amp; Mary Chain.&lt;br /&gt;Há uns anos atrás os Black Rebel Motorcycle Club perguntavam “Whatever Happened To My Rock´n´Roll”, aí num formato ainda eléctrico. Pois a resposta continua a ser dada em “Howl”. O rock está aqui na sua forma mais primitiva, uns poucos acordes de guitarra, melodias celestiais, crueza, nudez, simplicidade. È impossível negar a qualidade de canções como&lt;br /&gt;"Devil's Waitin', "Ain't No Easy Way," ou "Restless Sinner". Para mim bastou só a canção de abertura “Shuffle Your Feet” para ficar completamente absorvido, alucinado, apaixonado pelo álbum…”Time won´t save our souls”, cantam no início da canção Peter Hayes e Robert Turner em coro. Pois e se o tempo pode não salvar a minha alma, isso nada importa, os Black Rebel Motorcycle Club já fizeram isso apenas pelo simples facto de existirem.&lt;br /&gt;Um outro aspecto de “Howl” é o de funcionar também como homenagem ao poeta beatnik Allen Ginsberg, sendo ele próprio o fornecedor do próprio título do álbum. “Howl” é uma obra de poesia de Ginsberg( a mais famosa diga-se) e que marcou definitivamente a cultura popular norte-americana e não só. A título de curiosidade, os Mão Morta em 2004, homenagearam também Ginsberg a propósito de “Howl”, o que só atesta a importância do poeta.&lt;br /&gt;Lobos são os Black Rebel Motorcycle Club que uivam em uníssono por um passado saudoso, guardando na sua toca a melhor música e a mais genuína literatura. O cruzamento só pode resultar numa alquimia perfeita. Este é o álbum definitivo de 2005, que não o é ao mesmo tempo, pela razão de não ter tempo onde encaixar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114165405799716479?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114165405799716479/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114165405799716479' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114165405799716479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114165405799716479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-divulgar.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114139602515080717</id><published>2006-03-03T14:23:00.000Z</published><updated>2006-03-03T20:30:10.766Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;strong&gt;«café com Cesariny»&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/cesariny.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" height="191" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/cesariny.0.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Entre nós e as palavras&lt;br /&gt;cresceu o silêncio &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/cesariny.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;de olhar sentado&lt;br /&gt;quebrado pelo bulício do café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre nós e as palavras&lt;br /&gt;de estarmos sós&lt;br /&gt;de ouvir os outros&lt;br /&gt;entre pequenas pausas e ruídos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre nós e as palavras&lt;br /&gt;de risos contidos&lt;br /&gt;de palavras berrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre nós e as palavras&lt;br /&gt;das pessoas habituais&lt;br /&gt;de lugares constantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114139602515080717?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114139602515080717/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114139602515080717' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114139602515080717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114139602515080717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-ler_03.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114130864676506982</id><published>2006-03-02T14:03:00.000Z</published><updated>2006-03-02T14:10:46.793Z</updated><title type='text'>(re) acção</title><content type='html'>&lt;strong&gt;vale a pena ler!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Elogio ao amor"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas.Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito o que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber.Não é por falta de clareza. Serei muito claro.Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer.Mas tenho de dizê-lo.O que quero é fazer o elogio do amor puro.&lt;br /&gt; Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.Já ninguém quer viver um amor impossível.Já ninguém aceita amar sem uma razão.Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem.A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente"  apaixonadas.Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a   saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo,o amor,a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?O amor é uma coisa, a vida é outra.O amor não é para ser uma ajudinha.Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os   novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores.O amor fechou a loja.Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes.Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.O amor é uma coisa, a vida é outra.A vida às vezes mata o amor.A "vidinha" é uma convivência assassina.O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é   um destino. O amor puro é uma condição.Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se   percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente.O amor é a nossa alma.É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária.A ilusão é bonita, não faz mal.Que se invente e minta e sonhe o que quiser.O amor é uma coisa, a vida é outra.A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe.Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém.Por muito longe, por muito difícil, por muito   desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos.E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama,   não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.&lt;br /&gt;Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar   e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive   feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.A vida é uma coisa, o amor é outra.A vida dura a Vida inteira, o amor não.Só um mundo de amor pode durar a vida inteira.E valê-la também."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt; Miguel Esteves Cardoso - "Elogio ao amor"  (Expresso)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114130864676506982?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114130864676506982/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114130864676506982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114130864676506982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114130864676506982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-aco.html' title='(re) acção'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114122214310062155</id><published>2006-03-01T14:07:00.000Z</published><updated>2006-03-01T14:09:03.103Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que eu espero não vem&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho de vez em quando a grande noite que me rodeia, que trás ao meu encontro a direcção da ternura. Mesmo que seja louco enquanto vivo protesto – um contra o mundo é pouco. Eis-me aqui sentado à beira do desespero enquanto lá fora o vento da realidade sopra, e é nessa hora em que fechamos quase todas as portas, que aparece sozinho e vindo do nada D. Quixote a combater as velas do moinho, numa aventura ridícula e perfeita. Juntam-se também a ele os “eternos desgraçados” revoltados e sonhadores mas, é muito pouco ainda.&lt;br /&gt;Mas que pode fazer o homem que endoidece, e se esquece de medir o poder do seu tamanho??????????&lt;br /&gt;Acompanhar-vos um segundo apenas?????????????&lt;br /&gt;Não te iludas homem, a natureza já não é contigo, e é nessa hora que a mão do medo se levanta e deixa ver a vida que não temos. As angústias paradas onde os motins da alma se arrebatam, porque só uns tem a sina de sonhar a vida, mas é aí que fantasmas invisíveis atormentam o sono leve dos que da liberdade fica a memória.&lt;br /&gt;Sim irreal, integral, e desmedida sem guardas e sem lei, fica dentro deles a consciência. Seja qual for a habilidade da humanidade, fica na retina da encantação quando vierem ter com a morte o corpo, a alma e o suporte e sem restos de pudor pede-se então caridade e que tudo se não leve desta humana condição.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114122214310062155?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114122214310062155/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114122214310062155' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114122214310062155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114122214310062155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/03/re-ler.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114104965263699306</id><published>2006-02-27T14:11:00.000Z</published><updated>2006-02-27T14:19:03.606Z</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/highonfire.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="221" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/highonfire.jpg" width="179" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;High On Fire&lt;br /&gt;“Blessed Black Wings(2005)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sempre algo que nos impele a ouvir certa banda. Ou porque um amigo nos fala, ou porque ouvimos na rádio, ou vemos um “clip” na televisão, ou outra casualidade qualquer. Neste caso tomei curiosidade acerca deste álbum, primeiro porque o produtor de “Black Blessed Wings” é precisamente Steve Albini( sim esse mesmo, membro dos Big Black, Rapeman e Shellac e produtor de álbuns tão celebres como “In Utero” dos Nirvana ou “Rid Of Me” de P.J. Harvey), depois porque a editora dos High On Fire é a mesma de uns Mastodon e Dillinger Escape Plan, a Relapse Records.&lt;br /&gt;Quem pense que lá por ser Steve Albini a estar sentado na cadeira de produtor isso signifique que este seja um disco de cariz “indie”, engana-se desde já. Os High On Fire são antes de tudo uma banda de metal, embora se denotem certas influencias&lt;br /&gt;da cena “indie”, por aproximação aos Melvins ou aos Kyuss. No entanto há quem diga, de entre os fãs da banda, que os High On Fire não são uma banda de metal, mas sim de stoner. Esta questão de etiqueta, não me parece no entanto importante dado que a qualidade das músicas presentes no álbum ultrapassa isso e consegue mesmo agradar a adeptos das duas facções. È impossível quase resistir á força de músicas como “Cometh Down the Hessian”, “To Cross the Bridge” ou “Blessed Black Wings”, sendo esta última extremamente monstruosa e viciante, a fazer lembrar aqueles clássicos do trash dos anos oitenta.&lt;br /&gt;Mas o que mais me impressionou neste albúm foi a dinâmica dos solos utilizados, alguns quase a fugirem das escalas tradicionais. Honestamente, fiquei mesmo abismado com o jogo cromático utilizado por Matt Pike, algo a fazer lembrar um cruzamento entre Greg Ginn dos Black Flag e Dr.Know dos Bad Brains. Se os solos estiveram fora de moda nos últimos, fica desde já o mérito dos High On fire de recuperar essa tradição que infelizmente estava um bocado perdida no universo rock.&lt;br /&gt;Pelo o que foi feito neste álbum, só posso esperar com ansiedade pelo próximo registo da banda, eu e os restantes apreciadores. E enquanto se aguarda por esse momento, pode-se apenas esperar que apareça outra surpresa igual. Já agora para quem goste do álbum, vale a pena dar um salto a “Live at the Relapse Contamination Festival” o recém editado registo ao vivo.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114104965263699306?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114104965263699306/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114104965263699306' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114104965263699306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114104965263699306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-divulgar_27.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114078779649362967</id><published>2006-02-24T13:26:00.000Z</published><updated>2006-02-24T13:29:56.506Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Sem Sentido”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentido que só faz&lt;br /&gt;sentido depois de sentido&lt;br /&gt;sentido com sentido&lt;br /&gt;sentido sem sentido&lt;br /&gt;sentido de tudo&lt;br /&gt;sentido de nada&lt;br /&gt;sentido obrigatório&lt;br /&gt;sentido proibido&lt;br /&gt;sentido de vida&lt;br /&gt;sentido de morte&lt;br /&gt;Um instante parado no tempo&lt;br /&gt;em que toda a gente vê&lt;br /&gt;e se esquece&lt;br /&gt;E o sentido!?&lt;br /&gt;sentido com sentido&lt;br /&gt;sentido sem sentido&lt;br /&gt;sentido obrigatório&lt;br /&gt;sentido proibido&lt;br /&gt;sentido de vida&lt;br /&gt;sentido de morte&lt;br /&gt;A resposta no fim da corda&lt;br /&gt;corda de sentido&lt;br /&gt;que sentida faz sentido&lt;br /&gt;sem sentir se sente&lt;br /&gt;sentido de destino&lt;br /&gt;destino com sentido&lt;br /&gt;destino sem sentido&lt;br /&gt;sentido, sente-se&lt;br /&gt;sentido, procura-se&lt;br /&gt;ou nada faz sentido&lt;br /&gt;sentindo o que não faz sentido...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114078779649362967?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114078779649362967/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114078779649362967' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114078779649362967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114078779649362967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-ler_24.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114061443534699589</id><published>2006-02-22T13:17:00.000Z</published><updated>2006-02-22T13:20:36.593Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá, ansiedade, beijo, ardor e desejo&lt;br /&gt;Há muito tempo que não os vejo&lt;br /&gt;Como é delicioso reencontra-los&lt;br /&gt;A vossa presença faz-me bem&lt;br /&gt;Posso até a concentração perder&lt;br /&gt;E de repente começar a tremer&lt;br /&gt;Estar ausente onde estou presente&lt;br /&gt;Mas aquilo que eu vos sei dizer&lt;br /&gt;É que o sorriso que brota nos meus lábios&lt;br /&gt;O brilho que nasce nos meus olhos&lt;br /&gt;O aconchego que surge no meu âmago&lt;br /&gt;Vale muito mais do que aquilo que posso perder&lt;br /&gt;Mas mesmo assim se me permitirem&lt;br /&gt;Gostaria muito de lhes perguntar&lt;br /&gt;Porque raio é que haveria de ser,&lt;br /&gt;Que a dor causada pela vossa partida&lt;br /&gt;É tão grande,  quando comparada&lt;br /&gt;Com a vida e a alegria da vossa chegada?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Alex&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114061443534699589?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114061443534699589/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114061443534699589' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114061443534699589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114061443534699589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-ler_22.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114044814533053041</id><published>2006-02-20T15:02:00.000Z</published><updated>2006-02-20T16:02:23.010Z</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/1.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 190px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px" height="311" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/1.2.jpg" width="290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;New Model Army - “Carnival” 2005&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Carnival”, vive inevitavelmente com o fantasma de Robert Heaton, o baterista de sempre da banda entretanto falecido acabando por funcionar como uma homenagem a este, mas nem por isso existe algo de fúnebre na sonoridade de “Carnival”. Antes, o álbum tem algo de vibrante que trespassa todas as músicas sem excepção, havendo um crescendo de intensidade de música para música, como se tivesse sido aplicada uma gradação. No entanto sou o primeiro a admitir que este não é um álbum fácil de ouvir, isto porque existem nos nossos dias poucas bandas que conseguem construir paredes instrumentais tão poderosas como as que existem aqui. A outra razão, está mais ligada á sonoridade punk a que me habituei dos New Model Army, achando estranho este lado rock pouco usual. À primeira audição só “Red Earth” é que me ficou no ouvido e não achei nada de especial o resto das canções, e só á terceira audição é que percebi realmente que tinha entre mãos um grande álbum recheado de excelentes canções alicerçadas em melodias cantaroláveis como “Carlisle Road" ou "Another Imperial Day".&lt;br /&gt;Há pelo menos vinte anos que estes meninos andam nesta coisa de lançar discos. Longevidade que não lhes trouxe, nem de longe nem de perto, algum tipo de popularidade mainstream, apesar de terem composto álbuns fenomenais nos quais se destaca o incontornável “Thunder and Consolation” de 1989. O sucesso dos New Model Army resumiu-se ao culto underground de uns poucos e assim permanece com “Carnival”. De certeza que, se perguntado a muitos acerca de quem são os New Model Army, a sua resposta será de: “Não faço a mínima ideia”. Mas, possivelmente, alguns de vocês já esbarraram contra algumas das músicas dos N.M.A sem se terem apercebido disso. Por exemplo, em “Chaos A.D”, os Sepultura têm uma faixa chamada “The Hunt”, que não passa de uma cover, precisamente, dos New Model Army. Infelizmente são poucos os curiosos que procuram saber acerca da origem das músicas que habitam nos álbuns que possuem ou, simplesmente gostam, permanecendo assim na ignorância de certos pormenores e consequentemente eliminando o conhecimento de novas bandas.&lt;br /&gt;A boa hora dei conta desse pormenor e descobri os New Model Army. Jamais me esquecerei da primeira vez que os ouvi e do que isso significou para mim.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114044814533053041?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114044814533053041/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114044814533053041' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114044814533053041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114044814533053041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-divulgar_20.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114017685364457749</id><published>2006-02-17T11:44:00.000Z</published><updated>2006-02-17T11:47:33.666Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O desejo nada é....&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço o desejo de viver, só por um rasgo de tempo e um segundo de alma...ser essência do existir, é o sonhar mais forte que a morte, quando a penumbra da lua esvoaça sobre o prazer de viver.&lt;br /&gt;Nada em meu corpo é perpétuo. Sou o breve suspirar do tempo, o efémero correr das horas quando o espaço não existe...e nada do que não existe tem o sabor da doce inexistência do existir. Nada se pode ver nos olhos da morte, apenas a verdade crua por entre o olhar vidrado… morrer é a mais doce das tentações....&lt;br /&gt;No negro viver da existência sobrepõe-se a luz da morte…Faz-se a forma de uma alma que se sente, de um dia que se morre de uma lua que se opõe aos desejos famintos de quem herda e sou como lobo esfaimado, uivando à luz do luar, olhando aquela lua tão nossa, como quem quer mais e mais por eternidade que ultrapassa os tempos... mas, navego rumo ao infinito tão nítido e tão só, enfrento as escassas maças de desejos, despeito meus restos mortais como se de um ser imundo se trata-se e parto em busca de um rumo só meu, de uma imperdivel vontade de viver... num momento os sentidos perdem-se numa sede de almas maior do que nós mesmos, feita gente num deturpar de emoções mais puras e vãs que a carne e a sede de existir. Tudo na eterna luz resplandece por entre o vitral de Deuses e Anjos maiores que os Homens, feitos gente nesta breve forma de existir... em todo sopro se expande a velha guarda do ser dividido, a presença ausente do que se tem não tendo, vindo feito de um breve fôlego ofegante, deixamo-nos levar pelo tempo perdido, na imensa vontade de estar. De se ser o que se é num só mundo de verdades e desejos, de ambíguas vontades de morte e vida vindas de um céu infernal onde o idílico momento não existe. Era como se a sombra do mundo nos cobrisse, a sombra de um não existe transporta um algo bem para lá do que se vive, para lá do que se sente, para lá do que se quer.... Com um saber de mar e Deus levam caravelas perdidas em dias de descanso e louvor de um único espaço perdido em tempo imutáveis de um eu que não se passa de um nós que não existe de um tudo que não é nada.... Nada por ti. Eu sou apenas eu e o meu ser desconheces. Nem antes, depois ou agora... a minha fonte à muito secou, no sagrado chão em que deponho minha alma. Fonte de um só véu, de símbolos, de pátrias e códigos... que fonte de alma faz chorar o doce murmúrio dos tempos? Que sussurro é este lançado pelo mar, contra os gemidos da terra agreste? Será a vida que transborda no mundo irreal...sonho de um...de um quando...de um onde...? longe...é a distancia é o sabor mais doce quando não se conhece a verdade do ser, a sua essência etudo o que ela comporta... lá fora chove e aqui a morte toma posse do que resta de um ser moribundo, ao qual falta um só sopro de vida e uma alma, nem que abandonada... traz-te como se a manhã fosse só uma, como se o respirar fosse novo, como se fossemos vivos. Estabeleço os limites do ser na entidade vasta do estar. Nada é mais perpetuo e belo que o som do silencio, total e infinito... e com o seu bater adormeci a alma, com o seu embalar deixei que o tempo corre-se, como se a manhã fosse minha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114017685364457749?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114017685364457749/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114017685364457749' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114017685364457749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114017685364457749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-ler_17.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-114000928977231771</id><published>2006-02-15T13:12:00.000Z</published><updated>2006-02-24T19:40:32.386Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;«s/t»&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prazer de olhar como quem toca/&lt;br /&gt;infinito mundo de busca/&lt;br /&gt;que por momentos nos quer dar a magia do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos e flores/&lt;br /&gt;tantas outras estórias sérias mergulhadas no ruído da luz/&lt;br /&gt;crescei até não aguentardes mais para sem querer ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sons estridentes das luzes/&lt;br /&gt;criam em mim o desejo de não desejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carícias e delícias/&lt;br /&gt;misturadas com a repetição de que algo se passa e não consigo encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cópia aumenta em mim o desejo de voltar a nascer/&lt;br /&gt;reencontrar o desejo de ser outra vez em mim. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;p.g.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-114000928977231771?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/114000928977231771/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=114000928977231771' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114000928977231771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/114000928977231771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-ler_15.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-113958060635514686</id><published>2006-02-10T14:04:00.000Z</published><updated>2006-02-10T14:10:06.376Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O amor tem rosto&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saudosismo regressou.... Vi-a passear? Trocar os passos como nessa mesma noite em que ela disse: "quero". Vi-a novamente ser minha, mas agora em pensamento, em memória, em desejo…procuro esse cheiro que deixou para traz, da brisa da suave madrugada, trazida pelo embalo do luar onde a espuma se banha no sal. Procuro um passado tão presente quanto o futuro.&lt;br /&gt;No breve sussurrar da manhã deixo partir o que nunca foi meu, num gesto de paz e desgaste...de um cansaço emanado no voo da memória, feita gente, na bruma de um D. Sebastião presente, veste-se a forte imagem de um ser vindo de um horizonte distante, feito gente, feito carne, é o espírito do amanhã, a eterna aurora, que avança no infinito... nada há de mais belo que o puro...que o platónico...que o que se satisfaz com a alma....&lt;br /&gt;Nada do que se pense ou faça pode de um só trago desfazer o imbróglio que é estar metido nesta rede que é a vida. Por mais mares que o mundo tenha, por mais luas que passem os sonhos são sempre fruto do desejo inconstante e tardio.&lt;br /&gt;Despertei do sonho, corri para primavera e deixei de lado o vê-la dormir, a quimera… nada mais que o sopro do que se sente... as asas de uma borboleta que fazem vibrar o mundo.&lt;br /&gt;Que fantasia é esta, nesta vontade de existir, que nunca há de ser?&lt;br /&gt;De quem é o murmúrio dos tempos nas escadas de se ser? De quem se faz a procura da certeza incerta de se querer? De onde vem a morte mais viva que o tempo de existir? De onde, por onde, quanto tempo levará....&lt;br /&gt;A culpa não é a serpente a que Adão obedeceu? Que tive eu a ver com isso? Sou apenas o usufruto que uma alma faz de um corpo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-113958060635514686?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/113958060635514686/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=113958060635514686' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/113958060635514686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/113958060635514686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-ler_10.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-113949426801732653</id><published>2006-02-09T13:59:00.000Z</published><updated>2006-02-09T15:43:40.640Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/mail.6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/mail.6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;« tudo em tudo é tudo o que todos somos »&lt;br /&gt;(provérbio budista)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Silêncio&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mergulho no doce sonho do pensamento, numa espiral concêntrica, geométrica, trucidada pelo arranhar das minhas unhas nas paredes que ansiosamente procuro. Não espero despedaçar-me nesta queda entre universos em que a beleza inesperadamente transcende. A lágrima inevitável não escorre para não salgar a sua doçura, apenas infimamente conspurcada por invisíveis e monstruosas criaturas que habitam nos confins da imaginação, e no fundo desta folha. Talvez sejam os demónios enlouquecidos alojados no caule da árvore no derradeiro momento do seu abate. São vermes que se contorcem na vastidão da superfície, e dentro dela, das suas fibras sabiamente entrelaçadas, destinados a serem calcados, afogados e esmagados pela inspiração de um qualquer poeta ou pintor, e assim eternizados na arte.&lt;br /&gt;O silêncio é absoluto, apenas acompanhado pelo absoluto… do murmurinho monocórdico do bater do coração astral do cosmos. O toque conspurca, mas a doçura do pecado torna-o irresistível. Denota-se áspero, ínvio, e torna-se iriçado como o arrepiar da pele de uma mulher submetida a um prazer intenso. Não se abusa de tanta limpidez, inodora, nívea e prenha. Apenas o agrafe perturba sadicamente a paz que ocupa este espaço, numa invasão sangrenta à pureza erótica que se fecha nos seus limites. Limites irrelevantes, pois basta a infinitude que se nos oferece.&lt;br /&gt;A responsabilidade parece-me imensa, e a ansiedade inata de criação dispara neste vazio uma sequência caótica de recordações latentes no ninho onde repousa a memória. O branco torna-se, ao fixá-lo, num espaço onde vivem manchas brancas, pretas, luminosas e combinatórias, portais para a projecção mental dessas recordações. A nossa própria e única projecção mental da imagem. A criação é materializada em espaços semi-vazios perpetuando-se na alma de um novo mundo. O Nada, este vazio, pode ser um tesouro, transcendentemente divinal.&lt;br /&gt;Concedo então a paz a este universo e entrego-o ao medo eterno, medo desse deus que é o artista, que somos todos nós, que eterniza a sua arte no sepulcro do vazio. E despeço-me com um beijo, perpetuando assim os meus sentimentos pelo Silêncio, que este amor, agora perdido, me deu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;M.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-113949426801732653?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/113949426801732653/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=113949426801732653' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/113949426801732653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/113949426801732653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-ler_09.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-113923511291534288</id><published>2006-02-06T14:06:00.000Z</published><updated>2006-02-06T16:29:40.040Z</updated><title type='text'>(re) divulgar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/1600/mail.5.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2546/1709/320/mail.5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sleater-Kinney&lt;br /&gt;"The Woods"(2005)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando as Sleater-Kinney deram o salto da sua antiga editora independente "Kill Rock Stars" para a agora subsidiária da Warner, a Sub Pop, muitos dos seus fãs e fãs do rock independente, naturalmente, se sentiram ameaçados quanto à integridade da música destas meninas. A pergunta era obvia. Será que as Sleater-Kinney abicionam agora competir com os Franz Ferdinand ou os Strokes ?&lt;br /&gt;A resposta, felizmente para bem do rock, é não. "The Woods" afogou qualquer ponta de medo que pudesse pairar sobre aqueles que julgassem que a banda fosse seguir os trilhos das bandas acima mencionadas. Permanece o rock rasgado e violento que se acorrenta às músicas da maneira mais expressiva, as letras de Corin Tucker continuam corrosivas como nunca e a sua voz expira confiança e genialidade, a fazer lembrar o swagger bluesy, como é atestado pela música de abertura "The Fox".A bateria também se mostra surpreendente, agressiva, dinâmica, a fazer lembrar um pouco os Led Zeppelin. O exemplo mais forte será talvez "Entertain". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto a resposta à pergunta não se fica por aqui, as Sleater-Kinney vão mais longe. Para além de se demarcarem dos esteriotipos idiotas da suposta "nova vaga de rock" na sua musicalidade, elas não se descuidam, também, na sua crítica incisiva em termos líricos. "Jumpers" assume-se como a crítica perfeita à apatia juvenil embrulhada no consumismo de etiqueta e pacote, um olhar maduro sobre as manipulações da industria musical. Ideia que se desenvolve em "Entertain", um relato iluminado do saque permanente que muitas bandas fazem ao rock do passado, transformando-o num zombie, numa coisa amarfanhada, sem alma, sem vitalidade alguma. "You come around looking 1982/You're such a bore, 1984/Nostalgia, you're using it like a whore". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há ainda que dar crédito à escolha de Dave Fridman como produtor, revelando-se como uma aposta mais que ganha. Trazendo uma riqueza estonteante ao album, especialmente se olharmos ao reduzido e modesto material com que trabalhou.&lt;br /&gt;É por tudo isto que "The Woods" se assume como um album diferente e interessante, mas o importante será talvez o de assinalar uma clara ruptura com o panorama musical actual. Claro, que se pode por a coisa de duas maneiras: será "The Woods" uma excepção à regra?; ou será ele o percurssor de um ponto de viragem? De qualquer forma as Sleater-Kinney continuam a extravazar uma continua independência que se recomenda a quem pretende fazer boa música. E louvadas sejam elas por isso! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;M.Montenegro&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-113923511291534288?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/113923511291534288/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=113923511291534288' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/113923511291534288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/113923511291534288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-divulgar.html' title='(re) divulgar'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17681098.post-113897019717053976</id><published>2006-02-03T12:34:00.000Z</published><updated>2006-02-03T15:47:19.206Z</updated><title type='text'>(re) ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De Encontro à Felicidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construo um sonho em tamanho natural, feito de nada como nós, onde os medos e as paixões se olham de frente, onde há sempre lugar para mais alguém, onde eu quero entrar um dia para gozar o pecado e arrancar do meu passado o que me perturba a razão e ao qual é muito mais difícil dizer que não. Entraste nos meus sonhos e agora fazes parte deste meu mundo virtual onde tudo se torna sem igual, por isso agora não quero ver o sonho partir, quero viver as minhas emoções sem esquecer de viver o momento esperando ficarmos frente a frente, para arriscar mais uma vez, nem que seja para arriscar tudo o que entre nós existe, como desligar do momento só por me não teres no pensamento e sem ser convidado me fazer dele habitante logo após o segundo momento.&lt;br /&gt;Os meus pensamentos vivem com um só desejo, o desejo de te ver e enquanto a vida quiser deixar marcas eternas que me levarão até ti. Para estarmos juntos, vou-me agarrando ao pouco que a vida me dá, sem procurar um fim por onde começar.&lt;br /&gt;A alma insiste em esconder-se no canto escuro de um quarto que não existe para um sono sem repouso, para sonhos que são mistérios que tenho que desvendar para descobrir o pecado calado no fundo desse corpo que um dia espero conhecer. Enquanto esse dia não chega deixo cair no papel estas palavras que te contam todos os meus segredos, que transportam as confissões mais arrojadas de sonhar com o nosso encontro, em mostrar-te coisas tão belas, em adivinhar um beijo, desses que dão novo brilho ao sol, depois de um olhar sedutor, mas existe mais alguns sorrisos entre o que ainda não disse e espero que este momento não deixe que se apaguem os incêndios do desejo que os olhos vêem mesmo quando estão fechados esperando um beijo quente e uma carícia que adoça a angústia de ser gente. Assim nasce mais um sorriso e o desejo de uma resposta para que encontre o destino de te fazer explodir o coração e arrancar aos lábios um beijo selvagem que nos leve ao nosso suor sagrado e ao êxtase de um momento que tornará tudo diferente. Esperança louca de quem quer um mundo cor-de-rosa, o calor dos corpos num movimento risonho libertando a paixão que nos invade para amar em liberdade. Talvez quem sabe um dia vamos alcançar tudo isso e deixo de ter esta fantasia em segredo que aqui reforço por prazer, escrevendo nesta folha de ar que respirei, enquanto vou pensando nessa noite, até a breve manhã que faz os dias assim de um fogo renascido dentro do escuro da alma. Eu sei que quase sempre alucino, talvez por querer ver-te em cada dia e fazer com que o futuro sorria e se assim for, quero um futuro por dia, já que o meu passado apenas me deixa o melhor e mais puro e nem eu sei o que em ti desejo. Talvez um kamasutra de noites sábias que me refresque a alma, talvez aquilo que aumenta o coração, talvez a forma bonita e completa de se viver, talvez também a alegria melhor que se inventa em algo que é mais profundo que um beijo húmido, fresco, molhado que deixa o sorriso rasgado nos canto dos lábios, ou mesmo, talvez só a ti. Mas na inquietação destes meus sonhos algo em mim sobrevive que me faz caminhar passo a passo sem destino, a seguir o pensamento resgatando esta ilusão até descobrir o que será de nós, quando enfim for navegar sem medo, só, soltando a alma ao vento, com rumo a ti, para depois fugirmos como o ar numa fresta rasgada pela luz que anda nos brilhos da noite e enche de calor e fulgor os nossos corpos. Diz-me o que é que nos separa, para ter por inteira a tua alma, terei que ser o rei do mundo com um coração vagabundo? Ou um palhaço triste, louco e ébrio que num circo inventa um pouco de alegria? Mas sou um pobre cidadão que não tem trilho que o prenda e nem a tremer de adrenalina traça rotas, por isso sei que nunca hei-de ir longe mas vou ate onde for preciso para ouvir da tua boca que queres entrar em noites sem rumo e descobrir a poesia em noites loucas de amor e só assim, felicidade, farei de ti musa do meu fado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R.R.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17681098-113897019717053976?l=resinto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resinto.blogspot.com/feeds/113897019717053976/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17681098&amp;postID=113897019717053976' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/113897019717053976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17681098/posts/default/113897019717053976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resinto.blogspot.com/2006/02/re-ler_03.html' title='(re) ler'/><author><name>[re]</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600373813408135793</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='22' src='http://i10.photobucket.com/albums/a131/pedruliveira/Semttulo1.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry></feed>
